Mostrando postagens com marcador Ministério da Saúde. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Ministério da Saúde. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

RENAME 2014 - Lista atualizada pelo Ministério da Saúde

Saúde atualiza lista de medicamentos e insumos do SUS

Paula Laboissière - Repórter da Agência Brasil Edição: Denise Griesinger
 
Portaria do Ministério da Saúde publicada hoje (5) no Diário Oficial da União estabelece a Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (Rename 2014) no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). O texto atualiza a última lista de medicamentos e insumos, que havia sido publicada em 2012.

De acordo com a portaria, a descrição dos medicamentos atende à classificação Anatomical Therapeutic Chemical, da Organização Mundial da Saúde. A lista completa e atualizada de medicamentos e insumos utilizados na rede pública encontra-se disponível no site do Ministério da Saúde na internet.

A portaria entra em vigor em 120 dias, período em que, segundo o ministério, as comissões de intergestores bipartites devem enviar ao Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos as decisões tomadas sobre assistência farmacêutica básica em cada estado.

Fonte: Agencia Brasil

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Ministério da Saúde oferece capacitação para farmacêuticos

segunda, 13 de janeiro de 2014 às 18h57

O objetivo da capacitação é qualificar técnica e humanisticamente o profissional farmacêutico para atuar na Atenção Primária em Saúde

Proposta de trabalho é baseada na problematização de situações cotidianas do farmacêutico.
Proposta de trabalho é baseada na problematização de situações cotidianas do farmacêutico. (Foto: Reprodução/Internet.)

Estão abertas as inscrições para o curso “Farmacêuticos na Atenção Primária à Saúde: Trabalhando em Rede”, fruto de uma parceria entre Ministério da Saúde, por meio do Programa Nacional de Qualificação da Assistência Farmacêutica no âmbito do SUS (Qualifar SUS), e a Faculdade de Farmácia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

O objetivo da capacitação é qualificar técnica e humanisticamente o profissional farmacêutico para atuar na Atenção Primária em Saúde, desenvolvendo com competência as atividades de núcleo e de campo, pautadas nos princípios do Sistema Único de Saúde (SUS). O curso é gratuito e envolve etapa presencial e a distância. A proposta de trabalho é baseada na problematização de situações cotidianas do profissional farmacêutico que se ramificarão ao longo dos módulos. A carga horária total do curso é de 350 horas e 200 vagas serão oferecidas nesta edição.

As inscrições estão abertas até o dia 31 de janeiro. Para se inscrever, clique aqui.

Fonte: Com informações do CFF.

Divulgação: CRF-MS

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Ministério da Saúde repassa R$ 182 milhões para financiar medicamentos

MS repassa R$ 182 mi para financiar medicamentos

Os recursos serão repassados para os estados em três parcelas e se referentes à dispensação de medicamentos  como os indicados para doenças complexas

O Ministério da Saúde está repassando aos estados R$ 182 milhões, dividido em três parcelas, para financiar a compra de medicamentos do componente especializado da assistência farmacêutica do Sistema Único de Saúde (SUS). Todos os estados e o Distrito Federal estão sendo contemplados com parcelas mensais, a serem pagas em janeiro, fevereiro e março desde ano.
A Portaria 122/2013 que aprova o repasse foi publicada no Diário Oficial da União erefere-se ao financiamento dos medicamentos do Grupo 1B. Este grupo abrange os medicamentos indicados para doenças mais complexas e para os casos de intolerância aos medicamentos das primeiras e segundas linhas de tratamento, definidas nos protocolos clínicos e que demandam o maior volume de recurso financeiro.
Os recursos foram estabelecidos de acordo com as informações aprovadas pelos estados em setembro, outubro e novembro de 2012 no Sistema de Informações Ambulatoriais do SUS (SIA/SUS). Os estados do Amapá, Goiás, Pará e Tocantins receberão valores ajustados em função de ressarcimentos referentes a períodos anteriores, em que deixaram de prestar informações.
Esse financiamento federal é um ressarcimento aos estados relativo ao que foi financiado pelas secretarias estaduais de saúde.
Veja na tabela os valores destinados a cada unidade federativa.
Repasse de recursos referente a primeira parcela
Estado
Valor mensal do pagamento
Acre
79.570,53
Alagoas
709.966,56
Amapá
67.724,93
Amazonas
483.317,17
Bahia
1.864.804,57
Ceará
2.394.489,98
Distrito Federal
1.304.069,24
Espírito Santo
2.008.522,67
Goiás
2.141.396,19
Maranhão
461.764,87
Mato Grosso
485.348,24
Mato Grosso do Sul
849.993,23
Minas Gerais
7.057.850,90
Pará
569.296,81
Paraíba
806.123,81
Paraná
4.313.800,10
Pernambuco
1.439.265,68
Piauí
490.548,59
Rio de Janeiro
2.584.076,60
Rio Grande do Norte
540.054,20
Rio Grande do Sul
2.215.900,23
Rondônia
178.910,89
Roraima
41.924,20
Santa Catarina
2.979.947,25
São Paulo
23.858.061,75
Sergipe
544.456,15
Tocantins
204.577,70
Total
60.675.763,04

Por Silvia Cavichioli, da Agência Saúde – ASCOM/MS
(61) 3315-6260 / 3315-3580

Fonte: Portal da Saúde

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Psoríase não é contagiosa e já tem medicamentos pelo SUS

Com informações da Agência Brasil

Psoríase
A Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) promoveu nesta semana uma campanha de conscientização sobre a psoríase.

A iniciativa tem como objetivo combater o preconceito e explicar que a doença não é contagiosa.
Segundo a SBD, a psoríase é uma doença imune inflamatória crônica da pele, que atinge cerca de 3% da população mundial.

Na maioria das vezes, ela se manifesta por lesões avermelhadas ou róseas cobertas por escamas esbranquiçadas.

A doença pode aparecer apenas nos joelhos, cotovelos ou no couro cabeludo, ou acometer as unhas e as juntas. Em alguns casos, pode se espalhar por toda a pele.

A psoríase não tem cura, mas seus sintomas podem ser controlados por meio de tratamento. A doença pode ser desenvolvida em pessoas de todas as idades e ambos os sexos e não é contagiosa.

Remédios para psoríase no SUS
A presidente da Associação dos Amigos e Portadores de Psoríase do Rio de Janeiro (Psorierj), Shirley Fátima Delgado, disse que as maiores dificuldades para os portadores da doença são o acesso a tratamentos novos e seguros, como a terapia biológica, o preconceito e o custo dos medicamentos.

"Nós estamos lutando pela inclusão do tratamento biológico no SUS [Sistema Único de Saúde], já que os remédios são de alto custo. Este tratamento é feito por meio de uma vacina e de pomadas, que são muito caras", explicou.

Em outubro, portarias publicadas no Diário Oficial da União ampliaram a lista de medicamentos oferecidos pelo SUS para pacientes com a doença.

O clobetasol passou a ser uma nova opção de tratamento para pacientes com psoríase moderada (que tenham mais de 10% da pele comprometida) e será ofertado em duas formas: pomada e xampu.
Algumas secretarias estaduais de saúde disponibilizam mais quatro remédios para o tratamento tópico da psoríase: dexametasona, ácido salicílico, alcatrão e calcipotriol, que agem na melhora das lesões cutâneas.
Para os casos mais graves da doença (artrite psoriásica), o SUS oferta sete opções de tratamento (adalimumabe, etanercepte, infliximabe, ciclosporina, metotrexato, sulfassalazina e leflunomida), em 13 diferentes apresentações.

Preconceito
A coordenadora nacional da campanha da SBD, Luna Azulay, explicou que os primeiros sinais da psoríase costumam se manifestar em torno dos 20 anos, afetando regiões como cotovelos e couro cabeludo.

"É uma doença crônica, mas esse fato nunca vai tirar a esperança de ninguém e não quer dizer que a pessoa tem que ficar cheia de lesão o tempo inteiro. Ela pode ficar sem nada. Tenho pacientes que já foram internados oito vezes e, hoje em dia, não têm nada, vão ao ambulatório apenas para controle," explicou.

Luna lembrou que a psoríase ainda não em cura e pode, ao longo da vida do paciente, apresentar momentos de melhora e piora. Além da pele e do couro cabeludo, a inflamação também afeta unhas e articulações.

Os sinais, muitas vezes, são confundidos com micoses e dermatites e os remédios para esses tipos de doença podem provocar uma piora no quadro de psoríase. O importante, segundo a médica, é que o tratamento correto seja seguido à risca.
"Existe muito preconceito porque o aspecto da pele não é agradável. Os pacientes sofrem quando entram em ônibus e trens. Ainda existem concursos públicos que [no edital] dizem que pessoas com psoríase não devem se candidatar," destacou.

Fonte: Diario da Saúde

terça-feira, 9 de outubro de 2012

MS vai avaliar uso e acesso a medicamentos pela população



O objetivo é alinhar as políticas públicas farmacêuticas aos princípios e diretrizes do SUS

O Ministério da Saúde irá promover uma pesquisa inédita para avaliar o impacto e a efetividade das políticas públicas de medicamentos no Brasil. O estudo, que será realizado em parceria com 11 universidades federais e a Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS), vai traçar uma radiografia sobre o consumo e o acesso a medicamentos entre a população brasileira.

O principal objetivo é coletar dados e indicadores para priorizar os rumos estratégicos da Polícia Nacional de Assistência Farmacêutica no Sistema Único de Saúde (SUS). O Brasil está entre os 10 países que mais comercializam medicamentos. Por ano, o ministério investe R$ 9 bilhões na compra de remédios que são distribuídos pelo SUS.

Denominado Pesquisa Nacional sobre Acesso, Utilização e Promoção do Uso Racional de Medicamentos (PNAUM), a avaliação vai expressar o acesso e o uso da população aos medicamentos, caracterizando as condições de saúde de seus usuários e de que forma são acessados. O estudo será dividido em dois componentes - inquérito e serviço - e também levará em consideração as variáveis demográficas, sociais, estilo de vida e morbidade dos participantes.

"A pesquisa vai nos ajudar a fortalecer a política de assistência farmacêutica no país e seus resultados irão permitir um melhor direcionamento das ações, garantindo cobertura mais ampla e eficaz dos medicamentos fornecidos pelo SUS", explica o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

Coordenada pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde, o estudo será aplicado em 35 mil residências de todos os estados brasileiros. Farão parte da amostra 300 municípios brasileiros.

Para o pesquisador da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Sotero Serrate Mengue - responsável pelo componente inquérito da pesquisa - a avaliação vai permitir identificar o que, de fato, as pessoas estão precisando. "Vamos ter uma ideia se o que falta são medicamentos ou se é necessário criar uma política pública para ajudar a prescrição e o uso racional dos remédios já ofertados", explicou. De acordo com o professor, devido ao detalhamento e a escala, a pesquisa representa um ponto de partida para reestruturação da política de medicamentos no país.

SERVIÇO - O segundo componente da pesquisa vai avaliar o serviço prestado à população na Atenção Básica e o espaço onde o medicamento é prescrito: as unidades básicas de saúde e seus diferentes atores. Para essa etapa, serão entrevistadas quatro mil pessoas, 380 unidades, 800 profissionais de saúde e 135 coordenadores da assistência farmacêutica nos municípios. O questionário vai coletar informações sobre como é o atendimento prestado ao paciente, desde a prescrição e retirada do medicamento até o acompanhamento durante o tratamento nas unidades de saúde. Também serão analisadas as receitas médicas quanto à qualidade, letra, posologia e prescrição racional do uso do medicamento.

"O conjunto dessas variáveis vai nos mostrar que tipo de assistência existe nas diferentes comunidades. A partir destes dados, vamos analisar quais são os fatores que atuam, piorando ou melhorando o acesso aos medicamentos," explica a coordenadora desse componente da pesquisa da Universidade Federal de Minas Gerais, Elza Machado de Melo. "A pesquisa vai garantir que a política de assistência farmacêutica seja mais efetiva, capaz de contemplar a grande heterogeneidade brasileira", observa Elza.

Os questionários que avaliam o componente serviço começam a ser aplicados ainda em novembro e deve durar cerca de três meses. Neste momento as universidades estão testando os instrumentos de pesquisa, para torná-los ainda mais rápidos e objetivos. Já o componente inquérito começa a ser aplicado no início do próximo ano.

Os resultados da pesquisa serão divulgados até o final de 2013. A expectativa do Ministério da Saúde é produzir evidências que permitam alinhar as políticas públicas farmacêuticas aos princípios e diretrizes do SUS.

Fonte: Portal Bonde

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Tecnologia brasileira contra malária vira referência mundial

Um medicamento contra malária desenvolvido pelo Instituto de Tecnologia em Fármacos da Fundação Oswaldo Cruz (Farmaguinhos/Fiocruz), o ASMQ, recebeu a pré-qualificação da Organização Mundial da Saúde (OMS), que garante o alto padrão de qualidade do produto.

A certificação foi anunciada terça-feira (3) na Índia, onde o medicamento é fabricado graças à transferência de tecnologia da cooperação Sul-Sul (agenda própria de discussões entre Brasil, Índia e África do Sul criado em 2003 e que incluem temas como ciência e tecnologia, educação, agricultura, sociedade e informação, defesa, assentamentos humanos, meio ambiente e clima, transportes, geração de energia, desenvolvimento social e experiências em administração pública). Com isso, a dose fixa de artesunato (AS) e mefloquina (MQ), desenvolvida pelo Farmaguinhos em parceria com a organização Medicamentos para Doenças Negligenciadas, terá maior facilidade para ser distribuída no Sudeste Asiático.

O coordenador de pesquisa clínica de Farmanguinhos, André Daher, explica que o tratamento com as duas drogas já era usado, mas a nova formulação, registrada no Brasil e distribuída pelo Programa Nacional de Prevenção e Controle da Malária desde 2008, oferece tratamento mais fácil e eficiente.

“Quando você tem duas drogas associadas numa única formulação previne a monoterapia, ou seja, o paciente não toma uma droga só. Com isso você garante a cura radical da doença, previne o aparecimento de cepas resistentes e tem toda uma questão logística de distribuição desse medicamento dentro do sistema de saúde pública facilitado, uma vez que você tem uma única apresentação sendo distribuída. Também melhora muito a adesão ao tratamento, quer dizer, o paciente toma o tratamento completo e você tem uma chance maior de cura”, disse.

De acordo com o pesquisador, esse é o tratamento para malária com uso do menor número de comprimidos atualmente e pode ser aplicado a partir dos 6 meses de idade. “Você tem quatro tipos de tratamento, divididos por faixas etárias, mas são todos com uma tomada diária durante três dias e não precisa ser ingerido com nenhum tipo de alimento especial. O fato de ser uma única dose diária melhora muito a adesão do paciente e ele apresenta maior tolerabilidade, com menos efeitos colaterais”.

Daher explica que a pré-qualificação da OMS é um tipo de registro internacional que permite a distribuição para vários países por meio de um mecanismo de compra centralizado da Organização. De acordo com ele, a fábrica Cipla, na Índia, conseguiu o certificado para distribuir o ASMQ no Sudeste Asiático. Agora o Brasil inicia o processo de pré-qualificação para a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), o que permitirá distribuir o medicamento para a América Latina.

O pesquisador destaca a importância da cooperação que permitiu a transferência da tecnologia para a Índia. “A gente acha [a pré-qualificação] muito importante, porque ela coroa uma transferência de tecnologia entre dois países do sul e uma cooperação tecnológica Sul-Sul. [Brasil e Índia] eram atores, há até pouco tempo, pouco atuantes no mercado tecnológico e, agora, o Brasil começa a se posicionar como ator mais importante para a cooperação Sul-Sul no âmbito tecnológico, inclusive em tecnologias em saúde”.

Segundo a OMS, a malária é a quinta doença que mais mata no mundo. Ela é provocada pelo parasita do gênero Plasmodiun, transmitido pela picada da fêmea infectada do mosquito do gênero Anophele, conhecido como muriçoca, mosquito-prego ou carapanã. No Brasil, 99,5% dos casos são registrados na região da Amazônia Legal. No mundo, África Subsaariana e Ásia são os locais com maior incidência. A doença, também chamada de impaludismo, causa sintomas como dor de cabeça, no corpo, dor abdominal, tontura náusea, fraqueza, febre alta e calafrios.
por Agência Brasil

Fonte: Aqui Acontece

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Cespe/UnB fará concurso do Ministério da Saúde para 2,5 mil vagas

O Cespe/UnB foi escolhido para organizar o concurso do Ministério da Saúde para 2.500 vagas. As oportunidades são para cargos de nível médio e superior para a área de saúde indígena. O extrato de dispensa de licitação foi publicado no "Diário Oficial da União" desta quarta-feira, 29.

No dia 5 de julho, foi publicado no Diário Oficial da União a autorização do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão para a realização de concurso, com prazo de seis meses, a contar desta data, para publicação do edital.

As oportunidades são para nível intermediário (1,5 mil) e superior (1 mil).

As vagas para nível superior são: administrador (30), assistente social (45), enfermeiro (540), farmacêutico (40), médico (125), nutricionista (35), odontólogo (165), psicólogo (20).

Os cargos e número de vagas para nível intermediário são: agente de saúde pública (70), auxiliar de enfermagem (1.370) e técnico de laboratório (60).

O provimento dos cargos dependerá da existência de vagas na data de publicação do edital de abertura de inscrições para o concurso público; à declaração do respectivo ordenador de despesa sobre a adequação orçamentária e financeira das novas despesas com a Lei Orçamentária Anual e a sua compatibilidade com a Lei de Diretrizes Orçamentárias, demonstrando a origem dos recursos a serem utilizados; e à substituição de dois mil e quinhentos trabalhadores contratados por intermédio de organizações não governamentais que executam atividades não previstas no Decreto nº 2.271, de 7 de julho de 1997, considerando o disposto na cláusula terceira do Termo de Conciliação Judicial firmado entre a União e o Ministério Público do Trabalho, no âmbito da Ação Civil Pública Trabalhista nº 0751- 2007-018-10-00-4, cujos nomes deverão constar de relação a ser publicada previamente à nomeação dos candidatos aprovados, de acordo com o disposto no art. 1º da Portaria Interministerial MP/CGU nº 494, de 18 de dezembro de 2009, o que implicará no remanejamento de dotações orçamentárias do Grupo de Natureza de Despesas - GND "3 - Outras Despesas Correntes" para GND "1 - Pessoal e Encargos Sociais", no montante equivalente ao custo dos cargos providos, até que esta despesa esteja definitivamente incorporada aos limites orçamentários anuais de pessoal e encargos sociais do Ministério da Saúde.

Fonte: Concurso Empregos

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Notificações de reações adversas sobem 21%

por Lusa, publicado por Helena Tecedeiro23 Julho 2012

 As suspeitas de reações adversas com medicamentos comunicadas às autoridades aumentaram 21% no ano passado em comparação com 2010, segundo dados oficiais divulgados no dia em que os utentes passam a poder notificar casos pela Internet.

De acordo com uma nota da Autoridade do Medicamento (Infarmed), em mais de 230 milhões de medicamentos comercializados em Portugal durante o ano de 2011, foram registadas 2.559 notificações de suspeitas de reações adversas, o que representa um acréscimo de 21%.
Este ano, até ao mês de julho, as autoridades registaram já 1.400 notificações de suspeitas de reações adversas com fármacos.

"Este incremento não significa um aumento de casos de reações adversas, mas antes um acréscimo do número de notificações recebidas, dada a maior sensibilidade para identificar e comunicar problemas relacionados com os medicamentos", justifica o Infarmed.

Aliás, a sub-notificação de eventuais reações adversas é considerado um dos problemas no sistema europeu de vigilância de medicamentos.

Em Portugal, a partir de hoje, a notificação de reações adversas a medicamentos passa também a estar disponível para utentes, através de um novo portal na Internet -- o portal RAM.

Fonte: DN Portugal

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Brasil inaugura fábrica de medicamentos na África


Agência EstadoO governo brasileiro vai inaugurar neste sábado uma fábrica de medicamentos para tratamento de aids em Moçambique, na África, por meio de um acordo de cooperação entre os dois países assinado em 2003 pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A fábrica terá a expertise da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), via Farmanguinhos, mas será totalmente administrada pelo governo moçambicano.

O Brasil investiu ao menos US$ 23 milhões nessa parceria. Ao governo de Moçambique coube a missão de adquirir um prédio para a instalação da fábrica, além de fazer toda a contratação de pessoal. A unidade vai funcionar em uma área adaptada de uma fábrica de soro já existente. 

Segundo Hayne Felipe da Silva, diretor do Instituto de Tecnologia em Fármacos da Fiocruz/Farmanguinhos, a fábrica terá capacidade de produzir 21 tipos de medicamentos: 8 antirretrovirais e 13 para diferentes doenças, como hipertensão e diabete.
A unidade foi projetada para atender a demanda de toda a população de Moçambique e produzir 400 milhões de unidades de medicamentos por ano. Mas, segundo Silva, é possível que a unidade seja ampliada para atender também os países vizinhos.
Por enquanto, porém, a fábrica vai apenas rotular as embalagens de um tipo de antirretroviral produzido no Brasil - a nevirapina - para dentro de um ano, em média, começar a produzir os remédios. Nessa primeira fase, serão rotulados 3.255 frascos de nevirapina (195 mil comprimidos).

Atraso
O início das operações da fábrica em Moçambique está atrasado ao menos três anos e meio. Em outubro de 2008, Lula visitou a unidade e anunciou que a fábrica iniciaria a rotulagem de medicamentos em março de 2009 e até o final daquele ano a unidade produziria os comprimidos por conta própria.

Naquela época, já havia atraso no início do funcionamento da unidade.

Silva, da Fiocruz, atribui o atraso ao governo moçambicano, que teria demorado para adquirir o espaço onde a fábrica vai funcionar e não teria recursos suficientes para a compra dos equipamentos - foi daí que surgiu a parceria com a Vale. 

"Quando recebemos a área da fábrica de soro, em 2009, tínhamos de cumprir todo o trâmite de compra de equipamentos importados, adaptar todo o local, fazer a capacitação de pessoal. Esse processo não é simples nem rápido", afirmou.

Moçambique tem cerca de 20 milhões de habitantes e é considerado um dos 50 países menos desenvolvidos, que disputa com vizinhos africanos doações estrangeiras para conter o avanço da aids. Estima-se que 2,7 milhões de moçambicanos estejam infectados pelo HIV, o que corresponde a 12% da população. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Mercado ilegal de remédios explode na internet


Imprimir E-mail
Terça, 22 de maio de 2012
O Globo
Jornalista: Evandro Éboli


Um trabalho encomendado pelo Ministério da Saúde detectou que empresas que operam mercado paralelo na internet de venda ilegal de medicamentos, de inibidores de apetites, de esteroides anabolizantes, de abortivos e de receita azul fazem uso criminoso de logomarcas oficiais. Foi identificado até um perfil falso do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, no Twitter. Esses são alguns resultados do minucioso levantamento “Fiscalização digital: ameaças à saúde coletiva na internet”, que durou um ano, e foi encomendado a uma empresa privada especializada nessa área digital.


O estudo foi entregue ao ministério em março. Na internet, os criminosos usam símbolos e logomarcas de serviços e produtos do Ministério da Saúde e enganam os consumidores com anúncios de que os medicamentos têm o registro da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).


Foram contabilizadas a existência de 1,2 mil sites ilegais, dos mais variados. De medicamentos abortivos, em especial Cytotec, foram identificados 359 sites (30% do total); de inibidores de apetite, 382 (32%); de esteroides anabolizantes, 258 (22%); de fitoterápicos, 159 (13%); e de venda de receita azul, 41 sites (3%).


No caso do abortivo, a empresa contratada para fazer essa varredura na internet chega a calcular que o gasto com internações por problemas decorridos do uso do Cytotec chega a R$ 13,4 milhões por ano. O faturamento ilegal com anabolizantes, no período de um ano da aferição, foi estimado em R$ 153 milhões. Com anorexígenos, o mercado ilegal faturaria R$ 82,4 milhões.


Segundo o estudo, os sites vendem ilusões, além de produtos não regulamentados e geradores de problemas de saúde. O trabalho concluiu que há, nas redes sociais, “drogarias on-line”, com práticas criminosas. “O físico e o virtual se misturam: ‘consultas’ médicas são feitas on-line, medicamentos falsificados são comprados através da internet e enviados para endereços reais. A ‘farmácia’ que vende produtos controlados sem receita está na rede”, diz as conclusões do trabalho. “A internet é uma válvula de escape: é o canal de comunicação entre o indivíduo e a rede criminosa que permite o anonimato. A indústria de medicamentos falsificados é fomentada pela busca por medicamentos proibidos, pela falta de fiscalização na internet, pelos preços abaixo do mercado regular, e pela desinformação da população”.


Os autores concluíram que parte dos problemas de saúde pública do Brasil está, de alguma maneira, associada à internet: abortos ilegais, compra de remédios falsificados, intoxicação por medicamentos falsificados e desenvolvimento de doenças devido à ingestão de medicamentos sem acompanhamento médico.


O trabalho monitorou as principais marcas do Ministério da Saúde, como UPA, Farmácia Popular, Saúde da Família, SUS e Samu. Os produtos se apresentam assim na internet: “Cenaless, o segredo para seu emagrecimento.


Auxilia na busca do corpo belo. Bumbum perfeito: apareça na praia com um corpo de causar inveja”. E diz que o produto é aprovado pela Anvisa, o que não é verdade.

Fonte: Interfarma

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Doenças negligenciadas terão rede de pesquisa

A rede envolve pesquisas sobre nove doenças: Chagas, dengue, esquistossomose, hanseníase, helmintíases, leishmaniose, malária, tracoma e tuberculose

FOLHA
Ontem, o Ministério da Saúde também anunciou que vai liberar R$ 20 milhões para a criação de uma Rede de Pesquisa em Doenças Negligenciadas. Também chamadas de doenças em eliminação, elas são causadas por agentes infecciosos ou parasitas, além de serem consideradas endêmicas em populações de baixa renda.

A rede envolve pesquisas sobre nove doenças: Chagas, dengue, esquistossomose, hanseníase, helmintíases, leishmaniose, malária, tracoma e tuberculose.

"São duas áreas prioritárias. De um lado, a terapia que utiliza células-tronco na recuperação de órgãos. De outro, uma área negligenciada pelos grandes laboratórios privados", diz Padilha.

O Brasil é considerado líder mundial em pesquisas em doenças negligenciadas. Desde o ano passado, o país passou a ser o produtor mundial do medicamento benzonidazol, para a doença de Chagas.

Além do remédio para uso adulto, o Brasil fabrica também a versão pediátrica, única no mundo.

O medicamento específico para crianças evita a interrupção do tratamento, comum por conta da dificuldade de manejo do produto -era preciso cortar o comprimido de adulto em oito pedaços.

"A ideia é que, com esse edital, o Brasil seja não só líder no controle das doenças negligenciadas mas também na produção de mais medicamentos e diagnóstico."
 
Fonte: Midianews

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Portaria 3161/2011 - Administração de Penicilina nas Unid.Atenção Básica à Saúde.

Diário Oficial
REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL

Imprensa Nacional
BRASÍLIA - DF

DOU de 28/12/2011 – seção 1
Ministério da Saúde

Gabinete do Ministro

PORTARIA Nº 3.161, DE 27 DE DEZEMBRO DE 2011



Dispõe sobre a administração da penicilina nas unidades de Atenção Básica à Saúde,

no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS).



O MINISTRO DE ESTADO DA SAÚDE, no uso das atribuições que lhe conferem os incisos I e II do art. 87 da Constituição, e

Considerando a Portaria nº 2.488/GM/MS, de 21 de outubro de 2011, que aprova a Política Nacional da Atenção Básica e que regulamenta o desenvolvimento das ações de Atenção Básica à Saúde no Sistema Único de Saúde (SUS);

Considerando a Portaria nº 1.459/GM/MS, de 24 de junho de 2011, que institui, no âmbito do SUS, a Rede Cegonha;

Considerando a Portaria nº 1.600/GM/MS, de 7 de julho de 2011, que institui, no âmbito do SUS, a Rede de Atenção às Urgências; e

Considerando que a administração de penicilina é o tratamento preconizado para doenças de relevante impacto em saúde pública, como febre reumática, sífilis, entre outras, resolve:

Art. 1º Fica determinado que a penicilina seja administrada em todas as unidades de Atenção Básica à Saúde, no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), nas situações em que seu uso é indicado.

Art. 2º As indicações para administração da penicilina na Atenção Básica à Saúde devem estar em conformidade com a avaliação clínica, os protocolos vigentes e o Formulário Terapêutico Nacional/Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (RENAME);

Art. 3º A administração da penicilina deve ser realizada pela equipe de enfermagem (auxiliar, técnico ou enfermeiro), médico ou farmacêutico.

Art. 4º Em caso de reações anafiláticas, deve-se proceder de acordo com os protocolos que abordam a atenção às urgências no âmbito da Atenção Básica à Saúde.

Art. 5º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.

Art. 6º Fica revogada a Portaria nº 156/GM/MS, de 19 de janeiro de 2006, publicada no Diário Oficial da União nº 15, de 20 de janeiro de 2006, Seção 1, página 54.



ALEXANDRE ROCHA SANTOS PADILHA
 Fonte:  http://www.brasilsus.com.br/legislacoes/gm/111390-3161.html

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Paraíba é um dos poucos Estados do Brasil a investir 12% em saúde

O secretário de Estado da Saúde, Waldson Dias de Souza, disse, na tarde desta terça-feira (13), que a Paraíba é um dos poucos Estados brasileiros a investir 12% na Saúde, conforme determinam a Legislação Federal e a Emenda 29, aprovada na semana passada no Congresso Nacional, que trata dos recursos financeiros a serem investidos na saúde. Durante entrevista concedida a uma rádio local, Waldson informou que, somente em 2011 já foram investidos mais de 10% da receita. "Mudamos a gestão e a lógica de fazer saúde”, disse.


Conforme o secretário, na atual gestão administrativa estadual, a saúde na Paraíba vem sendo feita de forma transparente e clara, com a participação dos municípios que deram sugestões durante as reuniões do Pacto Social, realizadas em todas as regiões do Estado. Nesses encontros, segundo observou, várias ações foram discutidas e definidas em comum acordo, não só na área de saúde, mas em todos os setores da administração estadual.


"Quem vive no município sabe o que está acontecendo e pode dizer o que deve ser feito para melhorar a situação, e foi justamente isso que o Governo do Estado fez: ouviu os reclames da população para, junto com ela, buscar uma saída democrática e direta para os problemas”, ressaltou.


Gestão pactuada – Outro ponto abordado pelo secretário durante a entrevista foi a pactuação feita pelo Governo do Estado e a Cruz Vermelha. Souza disse que o governador está satisfeito com essa parceria, pois os resultados conquistados até agora são positivos, e, além de tudo, a população está satisfeita com os serviços que estão sendo prestados pela organização social. "Mesmo assim, queremos melhorar cada vez mais e avançar”, garantiu.


Investimentos – No interior do Estado, conforme destacou o secretário, vêm sendo investidos recursos na recuperação física e na compra de equipamentos para as unidades de saúde. "Com a reestruturação da rede hospitalar, melhoramos os serviços que prestamos à população, oferecendo mais qualidade, eficiência e humanização”, explicou.


Um dos grandes desafios enfrentados hoje no setor saúde, segundo o secretário da Saúde, diz respeito ao subfinanciamento. "Na Paraíba, entretanto, o Governo do Estado não deixou esse problema para trás e tem dialogado com o Governo Federal na busca de mais investimentos para o setor”, ressaltou. O objetivo, de acordo com ele, é complementar o teto financeiro do Estado e, com isso, investir os recursos em melhorias para a população.


Medicamentos – A questão dos medicamentos oferecidos pelo Centro Especializado de Dispensação de Medicamentos Excepcionais (Cedmex) também foi abordada na entrevista. O secretário disse que a normalização na entrega dos remédios deve acontecer até o final desta semana. Para isso, o Estado teve que pedir a intervenção da Justiça, uma vez que os laboratórios não queriam abrir mão da isenção dos 17% do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), conforme determina a legislação. "O que nós queremos, e estamos fazendo, é cumprir o que manda a lei”, afirmou o secretário.


Ele disse que esse problema não acontece somente na Paraíba. Estados como o Rio Grande do Norte, Pernambuco e Ceará estão na mesma situação. "Este governo herdou da gestão passada uma dívida que gira em torno de R$ 140 milhões, com fornecedores, serviços de água e luz, custeio e indústria farmacêutica”, disse.


Segundo ele, o Estado investe anualmente cerca de R$ 30 milhões na compra desses medicamentos. "Neste ano, o valor investido chegou a R$ 60 milhões, por causa do pagamento de dívidas da gestão passada”, concluiu.



fonte: http://www.pbagora.com.br/conteudo.php?id=20111213174737&cat=paraiba&keys=paraiba-poucos-estados-brasil-investir-saude

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Uma em cada dez jovens atendidas pelo SUS em São Paulo tem clamídia, diz pesquisa

Levantamento ainda revelou que 4% dessas mulheres também tem gonorreia

Chlamydia trachomatis Imagem mostra bactéria causadora da clamídia (Chlamydia trachomatis): no Brasil, a doença atinge 10% das jovens atendidas pelo SUS em São Paulo (Thinkstock)
 
Segundo estudo divulgado nesta quinta-feira pela Secretaria Estadual da Saúde do Estado de São Paulo, quase 10% das jovens brasileiras atendidas pelo SUS tem clamídia, uma séria doença sexualmente transmissível. A pesquisa foi feita pelo Centro de Referência e Treinamento em DST/AIDS e sua versão completa foi publicada no Sexually Transmitted Diseases, periódico da Associação Americana de Doenças Sexualmente Transmissíveis.

O estudo analisou 2.071 mulheres de 15 a 24 anos atendidas pelo SUS em 2009. Delas, 9,8% estavam infectadas pela bactéria Chlamydia trachomatis, responsável por provocar a doença. Além disso, 4% das jovens com clamídia também apresentavam gonorreia, outra doença sexualmente transmissível causada por bactéria.
Segundo a pesquisa, a incidência de clamídia está associada a idades menores, já que a maioria da doença acometeu meninas de 15 a 19 anos, e àquelas cuja primeira relação sexual aconteceu antes dos 15 anos. Ter tido mais de um parceiro sexual durante a vida também foi um fator relacionado à presença da infecção.
Para Abner Lobão, ginecologista e obstetra da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), essa porcentagem provavelmente é maior do que se fosse comparada com a incidência de clamídia em toda a população brasileira. "Esse número elevado pode ser explicado pelo fato de se tratar somente das mulheres atendidas pelo SUS, que talvez apresentem menos condições financeiras e informações do que aquelas que utilizam o sistema privado de saúde. Embora provável, pode ser que isso não se aplique na prática, mas não há como saber por falta de dados concretos no Brasil", completa. Lobão ainda lembra que as estatísticas dos Estados Unidos mostram que a incidência de clamídia no país não chega a 5%, ou seja, metade dos números apresentados no estudo.

Doença comum – A clamídia, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), é a doença sexualmente transmissível mais disseminada no mundo. É perigosa pois pode provocar doenças inflamatórias pélvicas, gravidez fora do útero e infertilidade. "Os problemas da doença não se resumem nela mesma, mas também no tipo de prejuízo que causará no futuro. A infertilidade, por exemplo, pode provocar grande impacto na vida de uma pessoa que sempre planejou ter filhos e até no sistema de saúde que terá que lidar com esse tipo de problema", explica o ginecologista Lobão.

Ainda não há uma vacina para prevenir a clamídia, embora um estudo divulgado neste mês tenha dado um importante passo nas pesquisas em volta do assunto. A única maneira de prevenir a infecção é praticar sexo seguro. O tratamento da doença é feito por meio de antibióticos.

 A infecção ainda tem outro agravante: seus sintomas podem ser silenciosos e retardar a procura por um médico. O doutor Abner Lobão, porém, afirma que há sinais que merecem atenção e valem uma visita ao médico, como corrimentos vaginais, alterações do ciclo menstrual, dor na região pélvica e mal estar. "Exame regulares uma vez ao ano também ajudam na prevenção e no diagnóstico precoce", aconselha o médico, que lembra que o diagnóstico da clamídia é feito por meio de exames específicos, geralmente com coleta de secreção vaginal.

fonte: site da VEJA

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Vírus de doença semelhante à dengue é identificado pela 1ª vez no Brasil

Pesquisadores do Instituto Oswaldo Cruz (IOC-Fiocruz) identificaram, pela primeira vez no país, o vírus da febre do Nilo Ocidental. A descoberta ocorreu no Pantanal: cinco cavalos possuíam anticorpos contra o vírus, prova de que já sofreram infecções.

Em 1999, a febre do Nilo Ocidental chegou à América, causando dezenas de mortes nos Estados Unidos. Houve vários casos nas imediações do Central Park, em Nova York. Desde então, vem descendo o continente. Na Colômbia, na Venezuela e na Argentina também foram diagnosticados casos em cavalos e aves.

Diversas espécies de mosquitos são capazes de transmitir o vírus. Pássaros e répteis - como crocodilos e aligatores - desenvolvem a doença e infectam os insetos. Mamíferos - como humanos e equinos - são hospedeiros finais: podem adoecer, mas não são capazes de infectar o mosquito e reiniciar o ciclo.

Os pesquisadores do IOC investigaram amostras de sangue de 168 cavalos e 30 jacarés da região de Nhecolândia, em Mato Grosso do Sul. Também capturaram 1.204 mosquitos de 10 espécies diferentes. Análises bioquímicas procuraram identificar anticorpos contra o vírus nos répteis e equinos. Só cinco cavalos tiveram resultado positivo. Nenhum jacaré havia sido infectado. Os mosquitos investigados também não carregavam o vírus.

O veterinário Alex Pauvolid-Corrêa, principal autor do estudo, explica que não é possível saber ainda quais espécies de insetos poderiam servir como vetores eficazes da doença no país. Os cientistas já iniciaram um estudo mais abrangente, capturando uma amostra maior de mosquitos. "As análises dessas novas amostras estão em andamento", afirma Corrêa, que realiza seu doutorado no IOC e nos Centros para o Controle de Doenças (CDC, na sigla em inglês), nos Estados Unidos.

O artigo com a descoberta foi publicado na revista científica Memórias do Instituto Oswaldo Cruz. O virologista Hermann Schatzmayr, que morreu no ano passado, participou do estudo. Ele teve papel fundamental na erradicação da varíola no país.
Em paralelo. O Laboratório de Virologia Clínica e Molecular do Instituto de Ciências Biomédicas da USP também procura indícios de atividade do vírus da febre do Nilo Ocidental no país.

A pesquisadora Tatiana Lopes Ometto iniciou um doutorado em 2008 cujo tema é o monitoramento do vírus em equinos e aves. E já obteve resultados semelhantes aos do grupo do IOC. "Analisamos 1.156 amostras de sangue - 678 de equinos e 478 de aves - obtidas em Nova Brasilândia (a 190 quilômetros de Cuiabá, em Mato Grosso)", recorda Tatiana. "Confirmamos a presença de anticorpos contra o vírus em quatro equinos."

Os animais eram nativos da região - uma zona de transição do Cerrado para o Pantanal. Portanto, não poderiam ser casos importados. O trabalho deve ser publicado até o fim do ano em uma revista científica internacional.

Gravidade. Muitas vezes, em humanos, a infecção é assintomática. Em outros casos, os sintomas são parecidos com os da dengue: febre, dores no corpo e náusea. Algumas pessoas, no entanto, evoluem para formas mais sérias da doença, com comprometimento do sistema nervoso central. Em 1996, uma epidemia na Romênia apresentou um número excepcionalmente grande de quadros graves. Dos 393 pacientes diagnosticados, 352 desenvolveram inflamação do cérebro. Cerca de 10% morreram.

Fonte: O Estado de São Paulo

http://www.crf-rj.org.br/crf/noticia/2011/8/v%C3%ADrus_de_doen%C3%A7a_semelhante_%C3%A0_dengue_%C3%A9_identificado_pela_1%C2%AA_vez_no_brasil.htm

Bactéria relacionada a infecções alimentares pode ter surgido a partir de aves tratadas com antimicrobianos



Infecções por salmonela representam um problema de saúde pública em todo o mundo
Infecções por salmonela representam um problema de saúde pública em todo o mundo
São Paulo, 8 de agosto de 2011.

Pesquisadores franceses identificaram o surgimento de uma cepa multirresistente da bactéria salmonela ao medicamento ciprofloxacina, antibiótico comumente utilizado para o tratamento de infecções alimentares. O estudo, realizado por pesquisadores do Instituto Pasteur, na França, foi publicado na última semana no periódico científico The Journal of Infectious Diseases.

O levantamento foi realizado a partir de informações coletadas no banco de dados da Inglaterra, País de Gales, Dinamarca e Estados Unidos. Segundo o estudo, entre 2000 e 2008, uma cepa de salmonela multirresistente a antibióticos conhecida como S. Kentucky infectou 489 pacientes na França, Inglaterra, País de Gales e Dinamarca. Além disso, os pesquisadores relataram que as primeiras infecções podem ter se originado do Egito, entre 2002 e 2005, e também podem ter sido contraídas em várias partes da África e do Oriente Médio a partir de 2006. Estes casos são geralmente tratados com antibióticos chamados fluoroquinolonas, como a ciprofloxacina.

Cerca de 10% dos pacientes com a bactéria não relataram viagens internacionais. De acordo com os médicos, isso pode sugerir que as infecções também podem ter ocorrido na Europa em razão do consumo de alimentos contaminados importados ou por meio de contaminações secundárias.

A bactéria multirresistente S. Kentucky foi isolada a partir de galinhas e perus da Etiópia, Marrocos e Nigéria. Segundo os cientistas, as aves são um importante agente de infecção – já que a administração de fluoroquinolona é bastante comum em galinhas e perus de produção.

A infecção por Salmonela representa um problema de saúde pública no mundo inteiro. Estimativas sugerem que 1,7 milhão de pessoas sejam infectadas por ano na América do Norte. Entre 1999 e 2008, foram notificados 1,6 milhão de casos em 27 países europeus.

As infecções por salmonela costumam causar diarreia, febre e cólicas abdominais nos primeiros dias depois de comer o produto contaminado. Embora a maioria das infecções cause apenas uma gastroenterite leve, idosos e pessoas com sistema imunológico comprometido são os principais afetados pelo problema e correm risco de ter que realizar tratamentos para o resto da vida.  Pacientes graves são tratados com antimicrobianos fluoroquinolonas, as principais opções para o tratamento de infecções graves ou sistêmicas causadas por salmonela.

Assessoria de Comunicação CRF-SP
Fonte: Portal Veja.com

http://www.crfsp.org.br/noticias/2775-salmonela-multirresistente.html

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Faixa etária para doação de sangue é ampliada

Está publicada, no Diário Oficial da União da última terça-feira (14), a Portaria 1.353, que estabelece o novo Regulamento Técnico de Procedimentos Hemoterápicos, com novos critérios para a doação de sangue no Brasil. A nova legislação estabelece diretrizes voltadas ao aumento da segurança para quem doa e recebe sangue no país e inova ao ampliar a faixa etária para candidatos à doação. Com as medidas, a previsão do Ministério da Saúde é que aproximadamente 14 milhões de brasileiros sejam incentivados a serem doadores em potencial. Faixa atinge jovens entre 16 e 17 anos (mediante autorização dos pais ou responsáveis) e ampliação para idosos com até 68 anos (veja abaixo).

“Esta portaria é um salto importante. Ela reforça as medidas de proteção a quem vai doar, que será bem tratado e acolhido, e estabelece um programa de controle de qualidade dentro dos hemocentros. Com as novas regras, estamos ampliando a proteção a quem vai receber o sangue, tendo regras nacionais claras sobre a captação de doações”, destacou Padilha.

A Portaria 1.353 determina, ainda, que a orientação sexual (heterossexualidade, bissexualidade, homossexualidade) não deve ser usada como critério para a seleção de doadores de sangue, por não constituir risco em si própria. Ou seja, não deverá haver, no processo de triagem e coleta de sangue, manifestação de preconceito e discriminação por orientação sexual e identidade de gênero, hábitos de vida, atividade profissional, condição socioeconômica, raça, cor e etnia.

Os avanços estabelecidos no novo Regulamento Técnico de Procedimentos Hemoterápicos são resultado de consulta pública iniciada, pelo Ministério da Saúde, em 2010. A consulta recebeu 500 contribuições de especialistas do setor e da sociedade civil.

Padilha destacou a melhor definição de papéis entre os atores envolvidos na captação do sangue como outro avanço introduzido pela portaria. “A Anvisa vai continuar tendo o papel de fiscalização e de proteção, mas atuando de modo integrado a uma política nacional de sangue e hemoderivados que vai além”, acrescentou.

FAIXA ETÁRIA – A partir desta nova legislação, jovens entre 16 e 17 anos (mediante autorização dos pais ou responsáveis) e idosos com até 68 anos também poderão doar sangue no Brasil. Pela norma anterior, a doação era autorizada para pessoas com idade entre 18 e 65 anos de idade.

Com a ampliação da faixa etária para doação, a expectativa do governo federal é ampliar o volume de sangue coletado no Brasil que, atualmente, chega a 3,5 milhões de bolsas por ano. Esta quantidade é considerada suficiente; porém, o esforço do Ministério da Saúde é atingir os padrões recomendados pela Organização Mundial de Saúde (OMS): cerca de 5,7 milhões de bolsas de sangue por ano. Para o próximo ano, a meta é que o país registre, anualmente, quatro milhões de bolsas.

A ampliação da faixa etária para doação de sangue é baseada em evidências científicas, comprovadas por estudos internacionais. Nos Estados Unidos, por exemplo, a Associação Americana de Sangue (ABB) já havia aprovado que jovens com idade entre 16 e 17 anos e também idosos com mais de 65 anos pudessem doar. Estas novas diretrizes relacionadas à idade dos doadores também já vigoram em países europeus.

“A decisão de ampliar a faixa etária está, ainda, afinada à tendência de crescimento da expectativa de vida da população brasileira”, acrescenta Guilherme Genovez.

HUMANIZAÇÃO – A Portaria 1.353 estabelece medidas voltadas à humanização nos serviços de hemoterapia a partir da capacitação de profissionais da Rede Brasileira de Hemocentros (Hemorrede). “O objetivo é melhorar a atenção e o acolhimento dos candidatos à doação”, explica o coordenador de Sangue e Hemoderivados do Ministério da Saúde, Guilherme Genovez.

Desde 2004, o Ministério da Saúde é responsável por normatizar e coordenar a política de sangue, componentes e hemoderivados no país. A Portaria 1.353 aprimora e substitui a Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) nº 153/04, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), responsável pela regulação sanitária dos serviços de hemoterapia.

QUEM PODE DOAR SANGUE

Candidatos com:
- Aspecto saudável e declaração de bem-estar geral;
- Idade entre 18 anos completos e 67 anos, 11 meses e 29 dias. Podem ser aceitos candidatos à doação de sangue com idade de 16 e 17 anos, com o consentimento formal do responsável legal. E, em caso de necessidades tecnicamente justificáveis, o candidato cuja idade seja inferior a 16 anos ou superior a 68 anos somente poderá ser aceito após análise pelo médico do serviço de hemoterapia.
- Peso mínimo de 50 kg. Candidatos com peso abaixo de 50 Kg podem ser aceitos após avaliação médica e desde que respeitados critérios específicos estabelecimentos na Portaria 1.353/11.

Fonte: Ministério da Saúde

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Doenças não transmissíveis, as mais perigosas no mundo


PRENSA-LATINA 
foto
Foto: Divulgação


O câncer, a diabetes ou as doenças cardiovasculares matam 36 milhões de pessoas no mundo e sua incidência cresce, revelou hoje a Organização Mundial da Saúde (OMS).

  Estas doenças crônicas representam uma ameaça maior que as infecções como a malária, o Vírus da Imunodeficiência Humana (VIH) ou a tuberculoses, segundo o Primeiro Relatório Global das Doenças Não Transmissíveis da OMS.

As enfermidades não transmissíveis causaram a morte de 36,1 milhões de pessoas e 80 por cento dessas perdas humanas se produziram em países de médios e baixos ganhos, revelou o texto que recolheu as estatísticas de mortalidade em 2008.

Conforme a diretora da Organização Mundial da Saúde (OMS), Margaret Chan, esta situação representa um grande desafio porque em alguns países não exageramos ao descrever a situação como um desastre iminente, para a saúde, a sociedade e principalmente para as economias nacionais .

Entre as doenças não transmissíveis, as cardiovasculares- que incluem enfartes, cardiopatias e derrames cerebrais- são as mais letais com 17 milhões de óbitos (48 por cento) no mundo.

A segunda posição é ocupada pelo câncer que provocou 7,6 milhões de mortes, as doenças respiratórias como asma e Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (EPOC) com 4,2 milhões de mortes e a diabetes com 1,3 milhões.

A maior parte destes falecimentos, produziram-se em nações de baixos e médios ganhos, segundo o relatório.

As Américas e a Europa são as regiões do mundo com maior incidência de mortes por todos os tipos de câncer, principalmente os de pulmão entre os homens e de mama entre as mulheres.

A diabetes também constitui um problema importante, nomeadamente nas Américas pelas complicações associadas como amputações, cegueira e enfermidades cardiovasculares.

Muitas das pessoas que falecem por causa destas doenças são menores de 60 anos, demarcou o relatório, o que não só afeta à família, senão à força trabalhista de um país.

sexta-feira, 11 de março de 2011

Picada de aranha pode levantar a cobra por até 4h

Veneno da "aranha armadeira", apesar de tóxico, causa ereções prolongadas no homem

Do R7
Getty ImagesGetty Images
Na teia do homem-aranha, o trabalho é duro!
A dona aranha vai te fazer subir pelas paredes - e nem um banho gelado vai te derrubar. É que, segundo o site Newslite, pesquisadores do Medical College of Georgia (EUA) está dizendo que a picada de uma aranha brasileira pode levar um homem a ter ereções de até quatro horas.

A "aranha armadeira" ou "aranha banana", como é chamada (coincidência, não?), é mesmo alvo de pesquisas para o desenvolvimento de medicamentos contra problemas de ereção. Como a questão é interessante, Esquisitices resolveu conversar com dois especialistas do Instituto Butantan, em São Paulo, para saber se a aranha tem mesmo o poder de levantar a cobra.

Samuel Guizze, biólogo do Laboratório de Artrópodes do Butantan, falou um pouco mais sobre a tal aranha, que cientificamente é chamada de Phoneutria SP. Fomos direto ao ponto: podemos ser picados de propósito ou não?

- Ela é a aranha que mais causa acidentes do Brasil. Devido ao seu comportamento de "armar", ela é conhecida como aranha armadeira. Sendo exportada juntamente com carregamentos de bananas, ela também é conhecida como "banana spider", causando acidentes ao redor do mundo. O veneno dela é neurotóxico, causando uma dor intensa no local da picada, podendo ser irradiada para o restante do membro atingido. Casos com complicações e até mesmo óbitos são relatados. Apesar de acidentes com maior gravidade serem raros (cerca de 0,05% dos acidentados), esse risco existe.

Já Lanfranco R. P. Troncone, pesquisador científico do Laboratório de Farmacologia do Butantan, explicou que a aranha tem mesmo essa capacidade de causar ereções, e que ele e sua equipe no instituto conseguiram isolar o componente responsável por esta ação em 1998. A pesquisa foi apresentada em um congresso na Alemanha e publicada na revista internacional Toxicon em 2004.

- Para se desenvolver um medicamento a partir desta molécula, será preciso compreender coma a toxina induz a ereção e se livrar de seus efeitos tóxicos. O veneno mata! A ereção é apenas um efeito colateral.
Enfim, a aranha pica a cobra, a cobra come a aranha e tudo segue seu curso natural. Pelo menos pelas quatro horas seguintes...

Colaborou Felipe Gladiador, estagiário do R7.


fonte: http://noticias.r7.com/esquisitices/noticias/picada-de-aranha-pode-levantar-a-cobra-por-ate-4h-20110311.html

quarta-feira, 9 de março de 2011

"Venceu o interesse da indústria, e não do paciente."

"VENCEU O INTERESSE DA INDúSTRIA, E NãO DO
PACIENTE".
A ampliação do acesso à cirurgia bariátrica nos Estados Unidos divide especialistas brasileiros.

Para o endocrinologista Bruno Geloneze, coordenador do laboratório de investigação em metabolismo e diabetes da Unicamp, a resolução da FDA não beneficia os pacientes. "Venceu o interesse econômico e não o interesse do paciente."

Já Ricardo Cohen, presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica, acredita que a ampliação do acesso à banda gástrica é "mais uma evidência de que a cirurgia tem o seu papel nessa faixa de obesidade."

Mas, apesar de crer na eficácia dessa operação entre os menos obesos, ele afirma que outros tipos de operação podem ter resultados melhores no tratamento de doenças associadas, como o diabetes.

O procedimento, que coloca um anel de silicone para "estrangular" o estômago, não causa mudanças hormonais como outras cirurgias. Essas mudanças ajudariam mais o tratamento da diabetes do que a simples perda de peso, diz Bruno Geloneze.

O endocrinologista representou a América Latina no último encontro da International Diabetes Federation, no fim do ano passado.

A partir dessa reunião, será divulgado, em março, um documento que recomenda intervenções cirúrgicas para diabéticos obesos só em casos de IMC acima de 35.
As outras opções para redução de peso, como medicamentos associados a dieta, têm bons resultados, diz.

"Nessa faixa de obesidade, perdas de peso de 10% têm impacto grande e podem ser alcançadas sem cirurgia."

Mas a maioria das opções de medicamentos está ameaçada no Brasil e nos EUA.

CERCO AOS REMÉDIOS

Nos últimos meses, a FDA negou registro a três novos emagrecedores e tirou do mercado o Meridia, que contém sibutramina.

No Brasil, a Anvisa estuda, desde o ano passado, proibir a venda dos anorexígenos, que incluem a sibutramina e três derivados de anfetaminas (anfepramona, femproporex e mazindol).

A agência brasileira anuciou anteontem que vai tomar uma decisão sobre o veto aos remédios em março.


FONTE: FOLHA DE SÃO PAULO – SP 
http://grupemef.com.br/noticias_completa.php?not_id=655