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sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Tudo pelo poder

Tudo pelo poder

O que homem sempre desejou na vida?-O poder.

Temos a impressão que a pessoa que detêm o poder se torna um semi deus controlador de tudo.

Até nas igrejas vemos a luta pelo poder, todo mundo quer mandar, dar ordens esquecendo que tem um cabeça colocado por Deus: O pastor.

Muitas vezes pisam nos outros, machucam, ofendem porque acham que estão numa posição superior aos outros , se esquecendo que esta posição é passageira. Nada é eterno, somente Jesus como Deus é eterno. Na luta pelo poder , se perde a amizade , o companheirismo, enfim perdem-se coisas que fazem sentido e são importantes na vida.

Porque o homem busca o poder?

Seria para pisar nos outros que estão abaixo dele, vaidade, para satisfazer seu ego, ser um controlador da vida do outro, para ser aceito no meio , para se sentir importante e valorizado?

Quanta meninice!Sabe quem quis o poder?

-Satanás, este sim se revoltou contra Deus e pôs tudo a perder porque para ele o mais importante era o poder. Nós, cristãos, temos que tomar cuidado e nos mantermos humildes e não cairmos na cilada do inimigo , passando por cima dos outros somente para satisfazer nosso ego e nos sentirmos importantes.

A liderança não é imposta .O líder nasce líder , não é fabricado. È algo nato, a pessoa tem o dom de tomar decisões, liderar, mas quando é imposto vemos o desastre : as pessoas que estão abaixo dele não aceitam a imposição.

O líder deve ser colocado por Deus e não imposto por homens. Dinheiro nenhum compra a posição de líder, pode até comprar o poder mas a liderança é conquistada. Não se compra a amizade e o respeito.

Pode atrair interesseiros e falsos mas não pessoas sinceras. Vejo muitas pessoas extrapolando a procura de poder, querendo ser notadas a qualquer preço, perdendo aquela pureza de alma. Tudo que ela faz é o melhor , criticando os outros em tudo .

Fica doente quando encontra alguém melhor do que ela. Nestes casos , é bom buscar ajuda ou melhor, um tratamento.

A inveja nos leva a caminhos tortuosos .Cada um tem um dom e sabemos que dependendo da sua disposição e sinceridade de coração , a pessoa é usada por Deus naturalmente. Portanto cada um seja humilde para que não sofra com as conseqüências.

Devemos sempre buscar a servir a Jesus com sinceridade e mansidão, isto sim é o mais importante.
Pessoas orgulhosas , cheias de si, querendo ser controladoras do comportamento humano devem fazer um tratamento, procurar ajuda pois elas querem o poder a qualquer custo para satisfazer seu ego.

Temos que seguir os passos de Jesus e não de Satanás.
Jesus veio na Terra não em busca de poder e sim de almas.Jesus é humilde e manso de coração.

Suely moyses cufone (http://www.vozdaverdade.com.br/colunistas/suely.moyses/tudopelopoder.htm)

terça-feira, 29 de outubro de 2013

Sentimentos de uma Farmacêutica

Boa noite, colegas farmacêuticos.
Me permiti abrir um parênteses, e falar um pouco dos processos que proporcionaram alguma mudança ao nosso país e, direta ou indiretamente, aos cidadãos que aqui nasceram ou escolheram esse solo como lar.
Após anos de censura, eis que surge uma luz no fim do túnel e, com o movimento Diretas Já, emanara um nome em que os brasileiros depositaram grande parte de sua esperança - Tancredo Neves.

O movimento Diretas Já tomou conta de nosso país de norte a sul, leste a oeste. Jovens, adultos, profissionais dos mais diversos segmentos foram às ruas bradar toda sua insatisfação e exigir democracia que, neste momento em particular, seria representado por eleições diretas para Presidência da República e, conseguimos.

Elegemos Tancredo Neves, que veio a óbito e marcou nosso país por uma comoção uníssona e o Brasil chorou. Mas não desistimos.

Aparece no cenário político, um jovem alagoano, articulado, falante e com empatia peculiar e, num Brasil ainda de luto, elegeu-se presidente. E nesse panorama, muitos perderam o pouco que tinham, a inflação explodiu e, mais uma vez, o povo foi às ruas, só que agora para dizer BASTA!!! E, num processo catalizador, único e bravo, exigíamos a saída e/ou renúncia de um presidente. Orgulhoso, não renunciou, mas a pressão popular mais uma vez invadiu o coração do povo brasileiro, o Congresso Nacional não teve outra alternativa e o impeachment foi anunciado em sessão com votação aberta. Derrubamos, com nossa força, quem não nos representava.

Bem, a essa altura, alguns devem estar se perguntando: onde ela deseja chegar com essa narrativa histórica?
Então, vamos lá.

As mudanças que desejamos somente acontecem quando estamos comprometidos e imbuídos do desejo de mudar. Aqui não vale o "vou lavar as mãos", e embarcar no "pior que está não vai ficar". Acredite, parafraseando Edward Murphy, "se algo pode dar errado, dará". E você, vai ficar com o risco do ônus até quando? Até quando a zona de conforto realmente será o conforto esperando? Até quando ficaremos omissos, ou nos permitiremos reféns do que podemos mudar?

Ninguém pode me garantir, lhe garantir, nos garantir que milagrosamente todas as mudanças acontecerão, pois há medidas que independem de uma assinatura, uma "canetada" num papel; mas estejamos certos, que todos os esforços serão esgotados para que a probidade e publicidade permeiem as ações desenvolvidas e implementadas.

Devemos a nós mesmos e a toda uma categoria a possibilidade de renovação. Porquê? Para amanhã, bem próximo certamente, não nos arrependermos de não tê-la oportunizado.
Sou uma gota num oceano de aproximados dezessete mil, mas sou capaz de promover um tsunami. E você, estimado colega? Vai nadar conforme a maré, ou se agitar até formar uma onda capaz de mudar o lugar comum?

Sou uma jovem farmacêutica, sim. Mas com uma história, um nome a zelar publicamente, por possuir uma carreira sólida e pública em outra área do conhecimento de longos vinte e sete anos de profissão. Logo, capaz de dissertar com propriedade sobre o panorama que vejo se desenhar aos meus e nossos olhos, pois sempre me coloco no lugar do outro, no coletivo profissional. E, por ser atuante e militar por nossos direitos, por ousar em emitir minhas opiniões, me vi covardemente respondendo a processo ético-disciplinar que foi arquivado, por unanimidade, em plenária. Ou seja, até o denunciante votou pelo arquivamento. Democracia, demagogia ou hipocrisia?

Lanço a todos um questionamento: quando o continuísmo e a alternância de poder foi benéfica ao povo? Não é e nem será à uma categoria, não se iludam que aconteceria diferentemente.

Digo e reafirmo que somente através do voto podemos mudar o que nos desagrada, o que não nos representa.

Em minhas andanças, ouço e percebo que há uma insatisfação geral, por inúmeros motivos reais, que poderia listá-los em algumas páginas. Não o farei por sentirmos todos na própria pele quase diariamente.

Até quando permitiremos que nos firam assim?

Não sou candidata a nenhum cargo na eleição de nosso conselho, ainda não é chegada a hora. Mas me posicionei em apoio a uma chapa não apenas por questões de amizade, porém e sobretudo, por me ver representada na renovação proposta, no não continuísmo. É cargo eletivo em representatividade de classe, numa autarquia federal; diferentemente de um cargo eletivo em uma agremiação social, não menos importante- vale a ressalva.

Por isso concedo a CHAPA 3 - TRANSPARÊNCIA FARMACÊUTICA, meu apoio e meu voto de confiança, certa de que me representarão e implementarão as propostas promovidas.

Participei de todas as etapas de construção da mesma e vejo contemplada as diferentes áreas de atuação legitimamente.

Toda a campanha é auto financiada por seus membros e por doações de amigos, ansiosos por representatividade, por mudanças e renovação da nossa casa.

Vejo, na figura do Dr. Tadeu de Sá Vieira, um representante legítimo e preparado para nos representar, assim como os demais componentes dessa chapa, que propõe para o CRF-RJ uma gestão transparente, otimizada, focada no ensino , nos anseios e no resgate da dignidade do profissional farmacêutico, esquecido ao longo do tempo face aos interesses mercadológicos, pretendendo atuar com probidade, publicidade e legalidade.

Finalizando, o Dr. Tadeu Augustinho de Sá Vieira e os demais componentes da CHAPA 3 -TRANSPARÊNCIA FARMACÊUTICA, me representam.

Uma dica? Pesquise, conheça aqueles que vão lhe representar.

Eu conheço meus candidatos. E você, conhece bem os seus?

Pense bem; voto não tem preço, tem consequência.

Um forte abraço.

Drª. Silvia Barreto
Farmacêutica

Outubro de 2013.

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Eleição x fiscalização - Leia e não seja enganado.


NOTA DE ESCLARECIMENTO

Aprovada pelo Plenário do Conselho Federal de Farmácia, em reunião plenária realizada no dia 07 de outubro de 2013, em São Paulo/SP

Muitos colegas farmacêuticos, candidatos nas próximas eleições a conselheiros e a diretores dos Conselhos Regionais de Farmácia, têm incluído, nas suas respectivas propostas, compromissos que apontam, entre outros, para um afrouxamento no processo de fiscalização do exercício profissional em seus estados, como uma “boa nova” aos farmacêuticos eleitores.

O Conselho Federal de Farmácia (CFF) repudia tais iniciativas, lembrando que a Lei nº 3.820, de 11 de novembro de 1960, em seu artigo 10, estabelece que entre as atribuições dos Conselhos Regionais de Farmácia destacam-se a de fiscalizar o exercício da profissão, impedindo e punindo as infrações à lei, bem como enviando às autoridades competentes relatórios documentados sobre os fatos que apurarem e cuja solução não seja de sua alçada, bem como sugerir ao Conselho Federal de Farmácia as medidas necessárias à regularidade dos serviços e à fiscalização do exercício profissional.

Ressalte-se que, conforme estabelece o inciso IX do artigo 13 da Resolução CFF nº 417, de 29 de setembro de 2004, que aprovou o Código de Ética da Profissão Farmacêutica, é proibido ao farmacêutico obstar ou dificultar a ação fiscalizadora das autoridades sanitárias ou profissionais.

Vale destacar, ainda, o texto da Recomendação nº 15/2002/3ª Câmara de Coordenação e revisão da Procuradoria Geral da República, que em 18 de dezembro de 2002 recomendou ao Conselho Federal de Farmácia determinar aos Conselhos Regionais de Farmácia a atuação rigorosa na fiscalização das farmácias e drogarias quanto à obrigatoriedade da presença de farmacêuticos, inscritos no Conselho Regional de Farmácia, nos referidos estabelecimentos durante todo o seu horário de funcionamento.

São Paulo/SP, 07 de outubro de 2.013

WALTER DA SILVA JORGE JOÃO
Presidente do CFF

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

O problema é só o salário?

Na vida, temos que estar preparados para tudo, mas confesso que a situação que vivemos à frente do Conselho Regional de Farmácia do Estado de São Paulo tem me deixado intrigado. Creio que ninguém que dirige alguma entidade jamais enfrentou algo assim.

A verdade é que não há do que reclamar da atual gestão do CRF-SP. A entidade está muito bem administrada. Cumpre o orçamento adequadamente, investe em novos projetos, respeita muito o Farmacêutico que paga anuidade com sacrifício, oferecendo um atendimento excelente; cumpre o papel de fiscalizar de forma intensiva e tem promovido inúmeras ações de valorização da profissão perante a sociedade.

Pode-se dizer que nunca a entidade esteve tão bem e que nunca houve tantas ações que coloque o Farmacêutico em evidência.

Mas há uma insatisfação generalizada na nossa classe: salários e condições de trabalho. Por ser a entidade com a qual o Farmacêutico conta e a que está mais presente, sempre em evidência, o CRF-SP acaba cobrado e apontado como responsável por algo que não é da sua alçada e pelo qual não tem responsabilidade. Até pelo contrário, não fosse o CRF-SP, a nossa profissão estaria em condições muito piores.

Vejo-me tendo que dar explicações e me justificar por algo que não tenho como intervir, e isso angustia muito quem tem por princípio a defesa intransigente da profissão, da saúde e do exercício legal e que tem certeza e a consciência de que tudo tem feito nesse sentido.

Temos eleições para o Conselho e pessoas se candidatando. Muitas delas com motivações bem menos nobres do que a defesa da profissão e da saúde, que são os objetivos do CRF, ou de quem quer se candidatar a conselheiro na entidade. Onde está tudo bem e funcionando, quem quer entrar apenas para ocupar as posições por anseio de poder, só pode mesmo tentar criar a insatisfação, e é isso o que algumas pessoas vêm tentando fazer, trazendo um assunto que não tem nada a ver com o CRF, como os salários.
Quando assumi a atual gestão, resolvi incorporar a luta pelos salários e pela dignidade profissional, mesmo sabendo que o nosso papel nessa discussão é muito limitado, mas tem sido a nossa prática, explorar as possibilidades ao limite para alcançar os objetivos.

Para atuar nessa frente, precisamos compreender que esse não é um problema que se resolve num passe de mágica, com uma lei, ou um simples decreto do CRF, como muitos pensam. Diferentemente do que se tem propagado, os baixos salários e a desvalorização geral da nossa profissão são consequência de problemas sobre os quais nem os CRFs, nem qualquer outra entidade farmacêutica, têm responsabilidade ou poder de intervenção direta.

Podemos perceber que essa condição é consequência de um mercado saturado de profissionais vindos de um número excessivo de faculdades. O atual governo federal mantém uma política de ampliar o acesso à educação de nível superior, o que é louvável, mas, para isso, permite a abertura de cursos em todas as áreas de forma acelerada, sem muitas exigências, e sem nenhum estudo sobre a necessidade de determinados profissionais numa região. O próprio "mercado da educação" determina onde, quando e qual curso deseja abrir. Uma vez abertos, não há nenhuma fiscalização sobre a estrutura e qualidade desses cursos. Temos hoje no estado mais de cem cursos de Farmácia, e um excesso de oferta de mão de obra de Farmacêuticos. Dos 50.000 inscritos no CRF-SP, 25.000 são recém-formados ou formados há pouco tempo.

Por outro lado, são 22.000 empresas inscritas no CRF-SP, sendo 18.000 Farmácias e Drogarias. Assim, fica claro que há muito mais profissionais do que a necessidade primária do mercado. Pela lei básica do mercado, a abundância de mão de obra desvaloriza muito os salários.

Some-se a isso, o fato de os comerciantes que empregam a maioria dos Farmacêuticos têm uma visão fechada de que Farmácias e Drogarias são simples estabelecimentos comerciais e de que a exigência de Farmacêuticos não passa de um absurdo sem sentido gerado por uma lei arcaica. Essa visão contribui para piorar a situação, à medida em que esse mercado não busca mão de obra qualificada e não está disposto a valorizar esse profissional. Apenas o mantém para cumprir a lei e evitar as multas impostas pela fiscalização do CRF-SP.

Pior ainda, muitos Farmacêuticos, por falta de opção, aceitam trabalhar por valores até mesmo inferiores ao piso e em condições degradantes, pois a massificação do ensino produz profissionais sem postura adequada e sem a compreensão sobre o seu papel na saúde e na sociedade. Estamos vivendo não só a precarização de salários e de condições do exercício profissional, mas sim, um verdadeiro processo de "banalização" da Farmácia como profissão.

Quando se fala sobre mobilizar a categoria, ou quando se cobra do CRF-SP alguma ação sobre esse problema, quando a suposta oposição diz que vai mudar esse quadro, nunca é dito COMO!

Não há possibilidade de o CRF, por exemplo, organizar uma greve ou outra ação desse tipo, mais aguda, pois somos impedidos legalmente de fazer isso. Também a suposta disposição para se aproximar do Sindicato, é invenção eleitoral, pois isso nós já temos feito, apoiando essa entidade em todas as suas ações.
Não há uma fórmula mágica para reverter esse quadro. As ações contra essa realidade devem ocorrer em várias frentes, a longo prazo e não podem ser executadas apenas pelo CRF-SP. Passam principalmente pela conscientização do profissional sobre a postura correta que deve adotar e da sociedade sobre o papel e a importância do Farmacêutico, pelas ações junto a órgãos federais como MEC e ANVISA e junto ao Congresso Nacional, assembleias legislativas e câmaras municipais, no sentido de ampliar a legislação atual. Trabalho demorado e que requer união e esforço de todos.

O CRF-SP tem investido muito em capacitação, informação, atualização, movimentações junto à sociedade para demonstrar a importância do Farmacêutico e ações políticas em todos os níveis.

Mantemos a fiscalização em níveis que fazem com que o profissional continue empregado. Mas nada disso é suficiente para conter a insatisfação dos que querem a solução imediata e mágica e, para aliviar tudo isso, precisam encontrar sempre um responsável ou alguém que supostamente seria omisso na sua tarefa.

Não somos omissos na nossa tarefa de lutar pela profissão e não nos furtamos de lutar em todas as frentes de batalha possíveis para que possamos reverter a situação atual. Para essa luta, temos empregado o melhor de nossas vidas, carreiras, sacrificado momentos preciosos de nossas vidas familiares. Por isso, não aceitarei as críticas que vêm sendo feitas injustamente ao CRF-SP, um orgulho para a profissão Farmacêutica, construído corajosamente ao longo dos anos e que tem sido a principal arma que temos para avançar.

Ponho à prova, sim, a minha capacidade de criar novas ações e desafio os críticos que nos superem, em criatividade e em efetividade as ações que já estamos realizando.

Além da ação das entidades, também é necessária atitude dos profissionais. Temos de manter o que já conquistamos, e, para isso, é necessário um debate sério e honesto cujo objetivo seja o resgate da nossa profissão.

No mais, quem tiver alguma sugestão sobre o que ainda poderíamos fazer nesse sentido, envie-nos. Serão muito apreciadas.

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

As frases Farmacêuticas sobre a eleição.

By Priscila Gois ---> "Vou dizer uma coisa estou farta dessas campanhas de ' caçadores de votos ' afim de reformular uma profissão que está cada vez mais desvalorizada, só quem é farmacêutico e professor que tem um salário razoável; é muito bonitinho vir aqui postar somos oposição, ganhar as eleições e não melhorar a porcaria desse piso vergonhoso no RJ, e ainda falam que a culpa é o do sindicato.. Qualquer drogaria pode pagar sim um salário decente ao profissional farmacêutico pois o lucro dele é 50 x maior ou até mais que o nosso salário.. E tem mais se a chapa X ou Y entrar não sei se fará muita diferença, pois todos prometem e chegam na hora até cumprem algumas coisas mais mexer nesse piso ninguém se move pra fazer isso ahh já sei vocês irão dizer isso é com o sindicato.. Enfim por essas e outras muitas pessoas estão abandonando a profissão inclusive eu ! Pq cansei de fazer cursos, pós e sempre ganhar a mesma miséria !"



By Luiz Claudio Babo Pires ---> "Sinceramente, mal começou a corrida eleitoral e já começaram as baixarias. Não irei participar de diálogo algum sobre o assunto até o término das eleições. Já sei em quem irei votar, não preciso convencer ninguém e muito menos perder meu tempo com alguns que não sabem ler, escrever ou interpretar, mas choram para que o Conselho e o Sindicato sejam suas duas muletas. Nunca precisei de nenhum dos dois órgãos para ser respeitado profissionalmente e pessoalmente. E lá se vão mais de 25 anos. Quem usa ferramentas de destruição, dificilmente será capaz de construir algo que não seja para o bem próprio."




By Monica Coelho ---> "Fico indignada com a falta de educação dos integrantes de algumas chapas, ofender seus colegas de classe, mesmo sendo aqueles oposição a suas ideias ou a seu candidato, isso é muiiito feio, não! É muita falta de respeito, caráter e EDUCAÇÃO!!!!!
Mais respeito POR FAVOR..."



By Renan Badr ---> "A Hipocrisia reina de uma tal forma, agora todos são apaixonados pela profissão e querem nos representar, amigos fiquem de olho bem aberto! Antes mesmo das eleições, já existem chapas fechando acordo para chefia de seccionais e com Assinacêutico Chefe de Rede de drogaria, para um possível acordo com a Fiscalização, um absurdo!
Vamos Renovar!!!!!"




By Kevin Donovan ---> "O CRF quase sempre foi dirigido por professores. Não só aqui no RJ, em outros estados também. O trabalho deles foi louvável todos esses anos e têm todo o meu respeito por formarem os pilares e nortearem honradamente a profissão.

Mas me perdoem e posso estar completamente enganado, mas a grande maioria dos farmacêuticos sabe muito bem que professores não vivem no mundo real da profissão. HÁ EXCEÇÕES, mas eles habitam uma realidade paralela onde reina a TEORIA, os textos frios das leis e a exatidão das equações em que se detêm o controle das variáveis. (Pode-se notar isso também pelo choque de realidade que os recém-formados sofrem quando saem da faculdade). O mundo da fantasia é bem diferente do mundo real que existe aqui fora. E o resultado é um CRF que por décadas esteve extremamente insensível às causas REAIS da SUA VIDA farmacêutico.

Quer um exemplo simples? O CRF por muito tempo resistiu muito a prestar qualquer auxílio ou apoio às questões do sindicato (melhorou muito na atual gestão) e a explicação TEÓRICA (como sempre) é que não é atribuição da entidade tratar de questões salariais ou trabalhistas! Mas qual era o problema em apoiar, divulgar ou ajudar a difundir a cultura de união pelo bem da classe? Não somos todos farmacêuticos? Ou há também empresários?

Isto para não falar de outras coisas como a inacreditável discussão se o CRF passaria ou não a exigir no mínimo 2 farmacêuticos nas drogarias. (Você acredita que houve gente contra esta medida?)

Então, me diga você farmacêutico:

Muda alguma coisa na vida dos "empresariocêuticos" e dos professores se a classe continuar desunida, se o sindicato não tem apoio, se as farmácias e drogarias continuarem funcionando com apenas 1 ou nenhum farmacêutico, se a Anvisa inventar mais um monte de normas pra VOCÊ SOZINHO se virar pra cumprir sob condições de assédio moral nas empresas e sob pena de ir preso? Me diga em quê os empresários e professores são afetados com tudo isso?

Então, na boa, a atual gestão (Chapa 1) não é uma coisa "incrível", está longe de ser boa, tem suas limitações e precisa ser muito pressionada para sair mais caldo dessa laranja, mas já apresentou mudanças positivas. Os cursos Edufar parecem ter cunho eleitoreiro, mas não tem problema. Os farmacêuticos precisavam disso e agradecem. É algum retorno daquela anuidade milionária quem pagam.

Mas se você acha que está tudo ruim? Você quer mudança total? Então vote chapa 3 e vamos ver no que dá. Eles são oposição de verdade e pode crer que vai mudar tudo. Pra melhor ou pra pior.

Mas chapa 2, me perdoem, é um retrocesso lamentável a uma situação que eu não vivi e nem acompanhei, mas colhemos os frutos disso até hoje.

Esta é apenas a opinião de um mortal que vive no mundo real."



By
Tati Brandão Maximiliano Pintopublicou em  ---> "O poder emana do povo. Sem votos são apenas candidatos! Vamos "criteriar" sem calúnia, injúria ou difamação. Vamos expor idéias e propostas, vamos cobrar. Não entregue o conselho pela emoção, pela promessa de mudança, lute para proteger o seu poder, transmita-o não ao líder que veste o manto santo, ao líder perfeito que não encontra defeitos . Mas aquele com atitude, aquele que sabe as suas dores, sabe as dificuldades, aquele que não se corrompe, que clama por oportunidade e que se entrar, se entrar, VAI MUDAR, VAI BRIGAR, VAI SER VOCÊ LÁ. Eu tenho o meu conselheiro Paulo Vicente Jr, porque conheço a sua origem e é um candidato SEM CHAPA, assim como eu, contudo possuem tempo para tentar conquistar o meu poder, porque hoje o meu voto é nulo e até o último segundo será. Conquistas rápidas nos fazem acomodar. A transparência começa aqui. LEVANTA A MÃO, INDEPENDENTE DE CHAPA E RESPONDE PARA OS NOSSOS FUTUROS LÍDERES AÍ: - ESTÁ FELIZ? sim ou não! LÍDERES SUA MISSÃO ESTÁ A FRENTE. BOA SORTE! FOCO! FORÇA E HONRA."






De Alessandro Vieira De Martino  ---> Gabriel Martins 12 de setembro de 2013 19:03
CARTA ABERTA A TODOS FARMACÊUTICOS, CONSELHOS REGIONAIS E FEDERAL DE FARMÁCIA E TODOS OS POLÍTICOS.

Estamos em 2013 e o número de profissionais farmacêuticos generalistas que são formados por semestre ou anualmente nesse país são centenas, milhares. O mercado de trabalho para esta área é vasto, porem com a remuneração totalmente injusta, uma valorização quase nula ou totalmente nula, o curso é muito difícil e muitas vezes integral.

O salário de um farmacêutico é um pouco a mais da mensalidade do curso (no caso de uma instituição particular), o piso médio no Brasil é de R$1800reais, isso quando é pago corretamente, muitas vezes o profissional tem que sujeitar-se a certos trabalhos que nem é sua função ou então trabalhar muito, ter dois empregos para ter uma renda razoável. E mais, esta sendo aplicada a Lei 5991/73 que obriga a presença do farmacêutico como responsável técnico durante TODO horário de funcionamento da farmácia, isto quer dizer, finais de semana, feriados, limitando mais ainda a qualidade de vida do profissional, e isso SEM AUMENTO SALARIAL, podendo ainda prejudicar a qualidade do serviço farmacêutico a população, haja vista que isto provoca o esgotamento físico e mental de qualquer ser humano, pois a maioria deles se sujeita a jornadas de trabalho de 12 a 16 horas por dia.

Uma classe que é extremamente importante para a população, mas não é valorizada e até ridicularizada como nos casos que profissionais são confundidos com balconistas. É dela que curam as pessoas, aliviam dores, previnem doenças etc.. Ser farmacêutico é prestar atenção farmacêutica, assistência farmacêutica e não somente ‘’entregar’’ medicamentos, ser farmacêutico é realizar exames, no qual 80% de um diagnostico médico vem através de um exame laboratorial, isto tudo diminuindo custos para o governo. E diminuiria ainda mais, se as prefeituras, o estado, atribuíssem ao profissional farmacêutico o poder de gestão de compras, aquisição e dispensação de medicamentos, pois esse é mais habilitado para a função, o conhecedor da técnica, pois cansamos de ver anualmente no noticiário o caso de perca de medicamentos por motivos de validade expirada, um caso claro de má gestão e dinheiro para o lixo. Nesse estudo ‘’ http://www.scielo.br/pdf/rlae/v14n3/v14n3a19.pdf ‘’ com o titulo de ‘’ A FARMACOTERAPIA NO IDOSO: REVISÃO SOBRE A ABORDAGEM MULTIPROFISSIONAL NO CONTROLE DA HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTÊMICA ‘’ , demonstra claramente a situação dos idosos no Brasil, como na deficiência de adesão ao tratamento, falta de informação ao idoso, gerando interação e intoxicação medicamentosa, provocando muito gastos desnecessários ao governo. O estudo sugere ainda uma maior interação de médicos, enfermeiros e farmacêuticos para controle em idosos hipertensos.

Bom, e no Brasil além de tudo isso a farmácia/drogaria não é do farmacêutico, a grande maioria das farmácias são de empresários, redes e pessoas comuns, todos com a visão de LUCRO e não como um estabelecimento de saúde como nos outros lugares do mundo. Hoje, por todo e qualquer lugar desse País existe farmácias/drogaria (centro, bairros, Rodoviárias, Aeroportos, Postos de combustíveis, cidades pequenas, ‘’vilas’’ ) ou seja esta empesteado , e a concorrência cada vez mais desleal, pois este pessoal tratam-na como um comércio qualquer. O medicamento virou comercio, é tratado pelos proprietários de farmácia, como um achocolatado que se põe na ponta de uma gondola para promover a venda por impulso, isso não é venda racional em se tratando de qualquer patologia, isso é empurrar para promover vendas, estão criando milhões de hipocondríacos no país.

A farmácia em quase TODO O MUNDO é do farmacêutico, mais no Brasil não, e nisso eu pergunto: Para onde irá todo esse pessoal que esta se formando a cada ano??
Apesar de um bom trabalho de alguns Conselhos Regionais junto ao Federal, como também dos Sindicatos ainda é muito pouco, é necessários mais debates, mais propostas, muito mais união e principalmente ação, a farmácia tem que ser do profissional diplomado para a mesma, para que vire um estabelecimento de saúde e não um comércio onde a cada minuto se faz a venda irracional por balconistas comissionados e uso irracional de um medicamento.

Precisamos avançar urgente. Países como os EUA, o médico prescreve a patologia, o paciente leva a prescrição a farmácia, e o farmacêutico, É CLARO, que escolhe a terapêutica mais adequada para a doença diagnosticada pelo médico. E no Brasil, o farmacêutico é tratado como um pegador de caixinhas de medicamentos. O farmacêutico não estuda cinco anos numa universidade para somente dispensar, não se aproveita o conhecimento adquirido. No Brasil quem prescreve receitas de medicamentos são: Médicos, Dentistas e até Enfermeiros. Repito: DENTISTAS E ATÉ ENFERMEIRO, é um caso gravíssimo de saúde mundial. Qual farmacêutico que nunca recebeu uma receita totalmente inadequada como escritas e posologias desses profissionais? Esses profissionais estudam mais farmacologia que farmacêuticos? Têm bagagem? Têm experiência? Sabem reações adversas? Sabem sobre interação medicamentosa? É muita coisa errada.

Demos alguns exemplos: quem faz consultas, diagnostico e cirurgias? Médicos, Quem faz implantes? Dentistas, Quem trabalha com tributação? Contador, Quem faz vendas de imóveis? Corretores, que alias não precisam de estudo, diploma e tem renda maior de que um farmacêutico, Quem faz reabilitação em pacientes? Fisioterapeutas, qual o preço de um projeto arquitetônico? Uma planta baixa de um engenheiro civil na qual defende a segurança de uma família em sua casa? Olha o preço na qual um farmacêutico recebe por uma assistência técnica mensal de uma drogaria ou laboratório, assistência essa tão vital a vidas de pessoas... e etc..

Não conseguem fechar farmácias de empresários, redes ou pessoas comuns? Por qual motivo? Por lei? Decreto? Vamos atrás de uma proposta de lei então, vamos cobrar o legislativo, outras opções seria fazer que para uma farmácia em que o farmacêutico não é o dono, que pague todas as taxas do CRF e Sindicais num valor 10, 20, 30vezes a mais que uma farmácia de um profissional farmacêutico, vamos promover regalias ao farmacêutico dono de farmácia, proposta essa que não temos significativa hoje pelos CRF´s, fazer com que a indústria/laboratórios/distribuidoras vendem para farmacêuticos proprietário medicamentos muito mais barato do que para redes, não interessa se a rede compra muito mais e consegue desconto, estamos falando de medicamentos, no qual pode ser benéfico ou prejudicial a saúde. Esta tudo errado, tudo inverso, ‘’ a banana esta comendo o macaco’’. Precisamos primeiramente de leis que nos ampara, não é somente o piso salarial ter acréscimo, que alias já passou da hora de termos um salario DIGNO, que não deixa também de ser uma boa opção, pois um bom salário para o profissional, já é um peso a mais para os empresários, precisamos e necessitamos lutar pelo nosso espaço, no qual promoveria somente o bem da saúde nacional. Como é no mundo todo e tem de ser no Brasil também.

Partindo para outra área, o laboratório de analises e clínicas, no qual também existem vários em que farmacêuticos não são o proprietário, vemos um descaso e abandono total por parte dos Conselhos regionais, sindicatos e claro também do Conselho Federal, a tabela do SUS esta desde 1994 congelada, são 18anos sem nenhum reajuste, por outro lado a tributação só aumenta, isto é inadmissível, sendo que a inflação, segundo o IGPM medido pela Fundação Getúlio Vargas, foi de 138,34% no mesmo período, ou seja tudo aumentou alimentação, combustível (que alias irá aumentar ainda mais em 2013 como disse o ministro da fazenda Guido Mantega), mercado, bebidas e claro impostos. E ainda tem os planos de saúdes que além de não ter reajuste por anos também, fazem oque querem com os prestadores de serviços (Laboratórios), alias tem vários exames que o custo é muito mais caro do que se recebe do plano de saúde, e como o laboratório é um prestador de serviço por contrato é obrigado a realizar o exame e com isso a conta no final do mês não fecha.

O ministério da saúde repassa ao laboratório por um exame de sangue R$ 1,85. Para realização do exame é necessários uma seringa, algodão, curativo, funcionários e toda estrutura para atendimento e realização do exame, com toda certeza esse valor não cobre as despesas, e com isso os pequenos laboratórios não estão conseguindo suportar e terão que fechas as portas, pior para população, para os médicos e para o governo.
Precisamos de apoio de TODOS e principalmente de políticos que lutem pela nossa classe.
Tem alguma ideia? Alguma opinião? Alguma sugestão? Vamos juntos nessa!!! Se não for atrás dos nossos direitos, quem irá?? Mexam-se!!
Compartilhem!!!! Repassem a todas redes sociais, todos estudantes, todos os Conselhos de Farmácia, a todos os políticos, mandem e-mails, PRECISAMOS ser ouvidos.

Assinado: Um Farmacêutico Sincero.
Humberto Nogueira ---> Hoje pela manhã recebi a ligação de alguns colegas informando que ontem pela tarde aconteceu uma reunião entre o Sindicato dos empresários do ramo de drogarias (sindifarma) e representações da Chapa 01 que concorre nas eleições do CRF. Os colegas me informaram que meu nome foi citado nessa reunião pelo Presidente do Sindicato dos donos de drogarias no momento em que ele agradeceu o apoio dado pelo CRF, "-exceto pelo todo poderoso" (palavras do empresário Sr. José costa, presidente daquele sindicato) se referindo a mim como "o todo poderoso".
Tenho a esclarecer o seguinte:

1) Realmente nunca "dei apoio" a nenhum empresário, justamente pela minha condição de farmacêutico-fiscal e servidor do CRF. Essa condição sempre desempenhei com vistas ao cumprimento do que determina a Lei e o regulamento de fiscalização do CFF. Por isso sou obrigado a autuar as empresas que estão irregulares e sem a presença do farmacêutico, cabendo ao Plenário do CRF arquivar os autos de infração que lavro ou aplicar a multa;

2) Como servidor estou subordinado a determinações, portanto sempre que saio para fiscalização é porque houve algum tipo de ordem para eu fiscalizar esse ou aquele tipo de estabelecimento. Não autuo por prazer, aliás é bem mais cômodo não autuar e evitar agressões, contratempos, ameaças, bate-boca, inimizades etc, mas nem por isso posso deixar de cumprir com a função de fiscalizar;

3) Apesar da minha condição de fiscal nunca tratei com rispidez ou grosseria qualquer empresário ou colega farmacêutico pela minha função, até por que se assim o fizesse estaria sujeito a sanções por abuso de poder;

4) Como cristão, não posso aceitar calado esse título de "todo poderoso", que para mim o único que merece esse tipo de louvor é nosso senhor Deus. Também não entendi o motivo dessa a minha pessoa, já que nem candidato eu sou e não tenho poder algum sobre o CRF e para isso existe a diretoria. Respeito o direito de cada um achar o que quiser, desde que com o devido respeito ( o que não foi o caso);

5) Se eu tivesse que escolher um lado para apoiar, entre empresários e farmacêuticos, eu não hesitaria em escolher o lado dos farmacêuticos, como já o fiz várias vezes;

Quero ressaltar também que quando meu nome foi citado um AMIGO se levantou e me defendeu, vez que eu não me fazia presente para isso. Já liguei agradecendo a coragem desse AMIGO que se dispôs a me defender naquele local.

Posso dizer também que eu gostaria de estar presente na próxima reunião com o Sindicato dos donos de drogaria, para ter a oportunidade de fazer o uso do direito de resposta e questioná-los (EMPRESÁRIOS) sobre alguns pontos de interesse da categoria farmacêutica de Roraima, são esse os pontos:

* Qual o problema que impede os empresários de se sentarem e negociarem um piso salarial digno para os farmacêuticos (vez que a falta da carta sindical do nosso sindicato não é argumento, pois é a Federação (FEIFAR) e a CUT que assinarão o acordo realizado pelo Sindicato dos Farmacêuticos junto a Delegacia do trabalho???

* Qual o entendimento dos empresários sobre o cumprimento da Lei 5991/73 que determina que as farmácias e drogarias contratem quantos farmacêuticos forem necessários para cobrir todo horário de funcionamento (exceto aquelas de propriedade de farmacêutico, que recebem como pró-labore), vez que em Boa Vista já existe muitos Farmacêuticos desempregados e buscado se inserirem no mercado de trabalho, principalmente os recém-formados???
Tati Brandão Maximiliano Pinto --> "Qdo todos ou a grande maioria entender como funciona. Os votos ignorantes se desintegram e passam ser apenas votos inteligentes. Lógico, os votos inteligentes não irão abolir os que nasceram para serem liderados, que pensam através de seu líder, mas o descaso pela classe por omissão de informação é o que realmente fere o sistema. O voto pedido, o voto indicado e aceito prescinde a evolução. A falta de leis e os próprio regimento da classe merece vista e adaptações mais sólidas. Posso passar horas ditando na minha opinião o que seria eficiente ao sistema. O povo acha que o Conselho mudando tudo irá melhorar, assim, num estalar de dedos. Quer apostar quanto que no final desse novo mandato a chapa vencedora perderá esse prestígio? Tanta gente com anseios ilusórios para os desprovidos da função. O problema é bem mais complexo. Qro ver apartir de hoje futuros candidatos a deputado. Vc mesmo que estou falando, vc farmacêutico. Como acha que os médicos conseguiram o reconhecimento no Brasil? Leis......"


Paulo Vicente Jr - "DE QUEM É A CULPA???

Nos últimos tempos presenciamos de forma contundente as reclamações sobre nossos representantes nas esferas municipal, estadual e federal.
Constantemente reportagens sobre irregularidades, desvios, abusos e muitos outros termos que denotam irresponsabilidade com o uso do dinheiro público.

A culpa é de quem? Deles que ignoram as leis e a ética e vivem na farra do nosso dinheiro? Das leis falhas feitas pelos próprios homens que vilipendiam todo o povo brasileiro? Do sistema judiciário que venda os olhos somente para aqueles que detêm o poder nas mãos? Ou nossa, que dentro da inocência em acreditar que temos no voto o poder de mudar as coisas e melhorar o Brasil? Dos que negociam seus votos em troca de favores, esmolas e falsas promessas?

Até quando os maus políticos continuarão no poder? Eles perpetuarão no poder até abrirmos nossos olhos, criarmos coragem e, mesmo através de um único voto, voltarmos contra o modelo ditatorial disfarçado de democracia. A recondução nos mesmos cargos indica, na maioria das vezes, a defesa permanente de interesses próprios em detrimento do coletivo.

Eça de Queiroz disse: "Os políticos e as fraldas devem ser mudadas pela mesma razão...."

Já passou da hora de mudar essa "merda" toda!!"