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sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Alergia aos medicamentos: entenda a causa e saiba tratar


17/01/13 às 11:48 Redação Bem Paraná com assessoria

Irritação nos olhos, nariz escorrendo, coceira, formigamento e pele avermelhada são sinais típicos de uma reação alérgica. Mas o que muita gente não sabe é que este tipo de alergia pode ocorrer após tomar algum medicamento. De acordo com a Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia (Asbai), cerca de 12% da população sofre de alergia a algum tipo de medicamento. E os analgésicos e os anti-inflamatórios respondem por 40% dos casos.

Segundo o dermatologista Anderson Bertolini (CRM-107976), diretor médico da Clínica Bertolini, a partir do momento que a pessoa desenvolve alergia de um remédio, permanece alérgico por toda a sua vida. E este medicamento precisa ser sempre evitado.  “Geralmente quando a pessoa apresenta uma reação cutânea adversa ao medicamento, ela pode sofrer consequências graves como a anafilaxia - inchaço da boca, olhos, língua e, principalmente, da glote (espécie de válvula pode onde passa o ar antes de entrar na traqueia) – que pode colocar a vida da pessoa em risco,”, explica.

A alergia medicamentosa pode surgir logo após a tomar o medicamento, ou dias e semanas depois, e isso dificulta o diagnóstico. “O ideal é analisar o histórico do paciente e os medicamentos que ingeriu nas últimas semanas. Em alguns casos é possível fazer um teste para comprovar a reação no organismo”, destaca o dermatologista.

As reações mais comuns encontradas são edema (inchaço) da face como nos lábios, olhos e pálpebras, urticária, angiodema, coceira, erupção na pele. Em alguns casos, o paciente pode sentir desconforto respiratório, falta de ar, diarreia, vômito, cólicas intestinais ou choque anafilático que é o grau máximo de alergia. “As alergias surgem na pele em forma de placas vermelhas que coçam bastante. Normalmente, o paciente que apresenta inchaço na língua, olhos e lábios sente dificuldades para respirar. Podendo ter ainda queda de pressão e desmaios”, afirma o dermatologista.
Quais medicamentos podem causar alergias?

Os medicamentos que lideram a lista de reclamações nos consultórios médicos são os analgésicos, anti-inflamatórios, ácido acetilsalicílico, dipirona, diclofenaco, barbitúricos (raro), e novocaína. “Os antibióticos como penicilina, amoxicilina ampicilina e os anticonvulsivos apresentam uma incidência menor de casos de alergia. Lembrando que os colírios, pomadas, cremes e até vacinas também podem provocar alergia em pessoas sensíveis a estes medicamentos”, acrescenta Bertolini.

As aspirinas são medicamento que também podem causar reações alérgicas, desencadeando no paciente ataque de asma, especialmente em crianças. “A reação alérgica ocorre a partir do contato com a medicação. Caso a pessoa identifique algum sintoma alérgico, é fundamental suspender a medicação e procurar ajuda médica. Somente o médico pode identificar a substância e prescrever o melhor tratamento”, aconselha o dermatologista.

Cuidados com o medicamento

Sempre que um medicamento é utilizado pela primeira vez, é bom manter-se alerta para as reações e os efeitos colaterais. Portanto, não tome remédios de fórmula desconhecida e sem receita médica. E se notar algum inchaço nos lábios ou lesões na pele procure um pronto-socorro.

Fonte: Bem Paraná

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Anvisa quer controlar receita para tarja vermelha

 
A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) pretende fechar o cerco às farmácias para fazer valer, na prática, a inscrição "vendido sob prescrição médica" impressa nas tarjas vermelhas.
O alerta sinaliza a existência de contraindicações e risco de efeitos colaterais graves.
"Estamos preparando um esforço para informar as ações que as vigilâncias sanitárias devem fazer.
Dizer 'a venda de medicamentos de tarja vermelha sem receita é uma infração sanitária de tal ordem e a penalidade é tal'. Essa é uma cultura que tem de acabar", afirmou o diretor-presidente da Anvisa, Dirceu Barbano, à Folha.
Segundo uma lei de 1977, a venda de medicamentos tarjados sem a prescrição sujeita o estabelecimento a advertências, multas, interdição e cancelamento de licença.
Mas, como a receita não fica retida nesse caso, é raro que a prescrição seja cobrada. A exigência de retenção de receita existe para drogas controladas (tarja preta) e, desde 2010, para antibióticos.
Barbano afirma acreditar que é possível resolver a equação sem nova lei, apenas pela sensibilização das vigilâncias e farmácias.
"Vamos dar um tempo para o segmento se sensibilizar. Se não funcionar, a Anvisa pode tomar medidas do ponto de vista regulatório."
Para Gustavo Gusso, professor de clínica geral da USP, é boa a ideia de exigir receita para remédios como o anticoncepcional, mas ele ressalva que no país há dificuldades de acesso a médicos que precisam ser superadas.
"Onde não existe médico, ou vai ter um médico para assinar receitas uma vez por mês ou vai acontecer outra coisa. Entre o ideal e o real existem muitas opções", diz.
Sérgio Mena Barreto, presidente-executivo da Abrafarma (associação que reúne farmácias e drogarias), tem opinião semelhante. "É simples o governo dizer: 'É um problema na farmácia'. Não é, é um problema da sociedade brasileira toda. É um problema de acesso."
Para ele, a saída envolve a modernização do sistema de receituário.
Mas, segundo Antonio Carlos Lopes, presidente da Sociedade Brasileira de Clínica Médica, aumentar as idas ao médico para obter a receita se justifica pelo desestímulo à automedicação.
Uma forma de limitar as consultas ao necessário, acredita, seria fazer receitas com datas de validade mais alongadas, de até seis meses.
A Anvisa também trabalha na revisão e atualização da lista das drogas isentas de prescrição e na revisão da portaria que regula a venda dos remédios controlados.
Segundo Barbano, a ideia é modernizar a venda das drogas controladas e amarrar o novo sistema de venda de cada categoria de remédio à implementação do rastreio dos remédios. Isso permitiria acompanhar os medicamentos da fábrica ao paciente.

Fonte: Portal Softpharma

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Alerta - Maquiagem que causam danos a pele e olhos.

Alerta: Maquillajes que dañan la piel y los ojos



Los productos cosméticos durante años parecieron inofensivos, pero con los avances tecnológicos y el uso de químicos, se han convertido en un elemento con el cual todas las mujeres deben tomar ciertas precauciones. Las fechas de elaboración y vencimiento, el laboratorio que lo produce y el correcto testeo dermatológico, son algunas de las cuestiones que tienen que estar presentes a la hora de comprar maquillajes para evitar irritación, reacciones alérgicas y lesiones.




Todas las mujeres a la hora de maquillarse el rostro eligen distintos productos como rimel, sombra, rubor y base, pero ¿todo ellos están dermatológicamente testados? ¿Están aprobados por un laboratorio y son hipoalergénicos? Según los especialistas, para comprar cosméticos “es necesario” controlar la fecha de vencimiento y, sobre todo, el laboratorio del cual proviene dicho elemento para evitar alergias y enfermedades tanto en la piel como en los ojos.

Si bien existen muchos comercios en donde se venden maquillajes, no todas las marcas ni todos los lugares cuentan con productos dermatológicamente testeados, y con fecha de elaboración y vencimiento. Este panorama hace que las mujeres tengan un doble trabajo: preocuparse por la estética y también por la salud.

Según explicó el dermatólogo Luis Serrano, los daños más comunes y por los cuales la mayoría de las mujeres recurren a su consultorio son “reacciones alérgicas” como escemas, inflamaciones y manchas coloradas en la piel. También pueden aparecer “pequeños granitos, ampollas o vesiculitas”. En estos casos, la dermis se pone colorada y provoca picazón aunque todo depende del grado de inflamación o de reacción.

Por su parte, la cosmetóloga y revendedora de una conocida marca de maquillajes, Lidia Arriola, explicó en diálogo con Info Región: “Todos los cosméticos deben tener fecha de vencimiento y depende de cada producto el tiempo que pueden permanecer abiertos y en uso”.

"Los rimel duran entre cuatro y seis meses, las sombras un año, los labiales unos ocho o nueve meses y los que más duran son los brillos para labios que pueden conservarse abiertos hasta dos años", explicó Arriola, al tiempo que agregó: "Todas las mujeres deben estar atentas a que los maquillajes estén en condiciones que no se pongan feos, no tomen olor o no de humedezcan porque pueden provocar reacciones alérgicas, manchas u otros problemas en la piel".

Frente a esto, el dermatólogo Serrano señaló que “cada piel reacciona de diferente manera frente a un mismo producto”, y advirtió que la limpieza de la piel luego de utilizar cosméticos es "fundamental" para "prevenir problemas".

Aunque hay una gran variedad de maquillajes dentro del mercado, no todos son aptos para utilizar. Por eso mismo, a la hora de comprar “es necesario” tener en cuenta que "deben ser dermatológicamente testeados e hipoalergénicos, tener impreso en el envase la fecha de elaboración y vencimiento y estar descripto el laboratorio que los ha fabricado”, enumeró el dermatólogo ante la consulta de este medio.

“Sea un maquillaje o una crema, deben tener instrucciones de modo de uso y precauciones impresas sobre posibles molestias que pueden aparecer al usarlas, todas las marcas serias las tienen para cuidado de la clienta y, a su vez, para brindar un mejor servicio”, explicó Lidia, mientras que el especialista en dermatología opinó que “lo ideal es mejor comprar productos que tengan el aval de un buen laboratorio, aquellos que sean de marcas reconocidas”, aunque advirtió que “no siempre los más caros son los mejores”.

Si bien con el paso de los años, los cosméticos franceses se han ganado el primer lugar en calidad y son, hoy en día, reconocidos como los mejores del mundo, Serrano señaló que no hay que pagar precios exorbitantes para tener un buen maquillaje. “Existen laboratorios nacionales que tienen excelentes cosméticos, mucho más económicos, y no tienen nada que envidiarle a los extranjeros. Es sólo cuestión de estar atento a los prospectos”, dijo.

En este sentido, el oftalmólogo, Damián Rey, explicó que al igual que las irritaciones y alergias que pueden producir los maquillajes no testeados también pueden provocar reacciones en los ojos. Sin embargo, “las marcas más conocidas son consideradas las más confiables pero no por el alto precio sino por los controles y condiciones standards que ofrecen”.

Irritación, enrojecimiento y, en algunos casos, conjuntivitis son algunos de los casos más comunes y “según el grado de irritación a veces se quedan en el cuadro simple de una alergia u otras veces se pueden infectar”, explicó el especialista.

Para sanar una lesión alérgica, ambos especialistas recomendaron “suspender de inmediato el producto” y en caso de no saber cuál de todos los elementos ha desencadenado una reacción, “comenzar a incorporar semana a semana distintos productos para identificarlo”.

En la piel, “se debe proporcionar un antialérgico por boca o inyectable y una medicación local, crema o gel con antibiótico para que no se infecte”, explicó Serrano. Mientras que en cuestiones de la vista, “el tratamiento son gotas, al prinicipio antialérgicas y, si no responde bien al tratamiento, con corticoides”, detalló Rey.

La precausión en estos casos resulta principal, comprar productos de marcas reconocidas y, sobre todo, de laboratorio que avalen su elaboración “es imprescindible”. "Las mujeres deben cuidarse de los productos cosméticos que se venden en los supermercados o comercios poli-rubros que ofrecen en sus góndolas maquillajes que no tienen los controles adecuados”, detalló Serrano. “Sobre todo tener cuidado en qué lugares comprar los cosméticos, se deben evitar las compras por catálogo y en comercios de variedades de accesorios porque no están regulados y son los productos que mayores reacciones provocan”, concluyó el dermatólogo.

fonte: http://www.inforegion.com.ar/vernota.php?id=218617&dis=1&sec=4

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Medicamentos - 16 dicas p/comprar,conservar e tomar

Medicamentos - 16 dicas p/comprar,conservar tomar

Anote 16 dicas de como comprar, conservar e tomar remédios
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Os medicamentos fazem parte do dia a dia de muitas pessoas. Mas você sabe qual é a melhor forma de armazená-los, se o certo é ingeri-los com água ou leite e o que fazer se esquecer de tomar um comprimido.
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Para eliminar essas e outras dúvidas sobre o assunto, confira 16 dicas listadas no guia Saiba Mais Sobre os Seus Medicamentos, produzido pela Divisão de Farmácia do Instituto Central do Hospital das Clínicas, da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP). E não se esqueça da importância de apostar apenas em remédios prescritos pelo médico, já que o que é bom para um pode não ser ao outro.
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1) Não adquira medicamentos com embalagem amassada, rasgada, sem rótulo ou que tenha alguma informação apagada, riscada ou raspada.
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2) Mantenha-os na embalagem original para garantir sua qualidade.
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3) Deixe-os em locais frescos, longe do calor, da luz ou da umidade. Por isso, nada de guardá-los no banheiro ou na cozinha.
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4) Caso tenha remédios que necessitem ficar na geladeira, não os coloque na porta ou no congelador.
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5) Sempre verifique a data de validade indicada na embalagem. Nunca tome produtos vencidos.
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6) Coloque os medicamentos fora do alcance das crianças.
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7) Procure tomá-los sempre no mesmo horário. Uma dica é montar uma agenda ou tabela com o intuito de não esquecer ou confundir-se.
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8) Se tiver de ser em jejum, deve estar realmente de estômago vazio. Ingira-os pelo menos de 30 a 60 minutos antes ou duas horas após a refeição.
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9) Lave e seque bem a colher, faca, lâmina, copos, pratos e colheres de medidas antes e depois de usar os remédios.
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10) Tome-os com um copo cheio de água, nunca com álcool. Evite também leite, refrigerantes e bebidas quentes, como chás. 
11) Caso sinta-se mal após o uso de algum medicamento, comunique ao médico ou farmacêutico.
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12) Se utilizar sonda enteral e tiver tratamento com comprimidos, amasse-os em um prato, copo ou xícara de vidro até obter um pó fino e dilua-os com um pouco de água. Prepare e use cada medicamento separadamente. A sonda pode entupir e, por isso, é importante lavá-la entre um e outro com água filtrada antes e depois. Nunca os adicione na fórmula da dieta enteral (líquida).
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13) Se esquecer de tomar um remédio de uma dose ao dia, ingira-o assim que lembrar.
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14) No caso de medicamentos com mais de uma dose por dia, tome somente no próximo horário, nunca duas doses de uma vez.
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15) Quando for ao médico, não deixe de fazer as seguintes perguntas: "Quais são os nomes dos medicamentos receitados?" "Para que serve cada um deles?" "Em quais horários devo tomá-los?" "Por quanto tempo vou tomá-los?" "O que mudou no meu tratamento?" "Todos os medicamentos são padronizados no hospital?".
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16) Tenha uma lista com os medicamentos que utiliza, o que auxilia o paciente, seu médico e o farmacêutico.
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Patricia Zwipp
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Fonte: http://saude.terra.com.br/interna/0,,OI4115890-EI1497,00.html

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

ALERTA - Golpe em farmácias

ALERTA SOBRE GOLPE EM FARMACIAS - CUIDADO !!! 

Alerta sobre golpe
Assessoria de Comunicação CRF-SP

O deferimento ou indeferimento da Autorização de Funcionamento de Empresa (AFE) expedida pela Anvisa está condicionado à realização de peticionamento eletrônico, ao pagamento de taxa, ao envio de documentos e posterior publicação no Diário Oficial da União (DOU).

Os golpistas buscam no DOU as publicações de todas as farmácias e drogarias com indeferimento da AFE e seus respectivos dados cadastrais. Efetuam a pesquisa dos números de telefone e logo após entram em contato com o estabelecimento apresentando-se como “funcionários da Anvisa” e comunicam que devido ao indeferimento de seu peticionamento da AFE, sua farmácia ou drogaria será interditada por força de uma ação fiscal que acontecerá em breve. Em seguida a pessoa propõe ajuda com a intenção de regularizar a situação de sua empresa, oferecendo sua prestação de serviço.

É importante salientar que as informações em relação à situação cadastral da empresa, acompanhamento dos processos e publicações das autorizações podem ser encontradas no site da Anvisa (www.anvisa.gov.br) ou pelo telefone 0800 64 29 782. A Agência não efetua contatos com empresas para alertar a respeito de inspeções fiscais ou oferecer qualquer tipo de serviço. Dessa forma, todos devem estar alertados com relação aos corretos procedimentos a serem seguidos para conseguir as concessões/renovações da AFE e efetuarem denúncia caso tenham conhecimento do golpe descrito.

fonte: http://www.sincofago.com.br/sincofago/noticias.asp?id=849

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Refluxo - Sinais que podem indicar refluxo em bebês

Saúde alerta para sinais que podem indicar refluxo gástrico em bebês

Vômitos, choro excessivo e pouco ganho de peso no 1º ano de vida podem ser sinais da doença

13 de setembro de 2010 | 16h 13
www.estadão.com.br
SÃO PAULO - Náuseas, vômitos, má aceitação alimentar, choro excessivo e pouco ganho de peso no primeiro ano de vida de bebês podem ser sinais de refluxo gastroesofágico, um quadro de regurgitação provocado pelo retorno do suco gástrico ao esôfago.

Segundo a chefe da Pediatria do Hospital Estadual do Mandaqui, Maria Teresa Torgi, sintomas respiratórios como chiado no peito, tosse crônica (especialmente noturna), rouquidão, asma brônquica de difícil controle, broncopneumonia e até crises repetidas de laringite são sinais da presença do problema.

"Manter o bebê em posição vertical por 30 minutos após as mamadas e determinar um espaço de tempo menor entre as refeições ajudam no alívio das regurgitações", recomenda a médica.

De acordo com a especialista, o refluxo geralmente persiste até o segundo ano de idade, mas há casos em que se mantém de forma crônica por toda a infância e a adolescência.

Além da avaliação dos sinais e sintomas clínicos, o diagnóstico pode ser feito por meio de radiografia contrastada de esôfago, estômago e duodeno; de cintilografia gastroesofágica com ou sem pesquisa de aspiração pulmonar; de vídeo deglutograma; ou de pHmetria esofágica.

Novos exames
 
A partir de outubro, o Hospital Estadual do Mandaqui oferecerá os exames de videodeglutograma e radiografia contrastada de esôfago, estômago e duodeno, usados para verificar a existência da doença. O agendamento será feito por meio das Unidades Básicas de Saúde (UBS).

"Para quadros de difícil tratamento, recomenda-se o uso de medicamentos, a exemplo de antiácidos e procinéticos. Um procedimento cirúrgico só deve ser considerado nos quadros mais graves, que não respondam ao tratamento clínico", explica Maria Teresa.

fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,saude-alerta-para-sinais-que-podem-indicar-refluxo-gastrico-em-bebes,609250,0.htm