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quarta-feira, 9 de abril de 2014

Polícia Federal - Operação Fidare - Prisões por suposto esquema criminoso no comércio de medicamentos.

Operação Fidare

Veja relação de prisões e buscas da PF

DA REDAÇÃO
O prefeito Francis Maris (PMDB), de Cáceres, que denunciou o esquema
A Polícia Federal desbaratou nesta terça-feira (01) mais um suposto esquema criminoso envolvendo verbas públicas, por meio do comércio de medicamentos. O esquema foi montado dentro da Prefeitura de Cáceres. Após denúncia do prefeito do município, Francis Maris (PMDB), a PF começou a investigar.

No total, foram cumpridos 47 mandados de prisão - 30 preventivas e 17 temporárias -, 13 conduções coercitivas e 53 mandados de busca e apreensão. O site FolhaMax publicou a relação dos mandados decretados pela Justiça.

Confira:

PRISÃO PREVENTIVA

Arlene Janissara de Oliveira Alcântara, de Cáceres

Jocenildo Caetano da Silva, de Cáceres

Luiz Laudo Paz Landim, de Cáceres

Gilberto José da Costa, de Cáceres

Marione Martins Monteiro da Silva, de Cáceres

Odiner Gonçalves de Sá, de Cáceres

José Carlos Gonçalez do Nascimento, de Cáceres

Francisco Sada, de Cuiabá

José Neto Brito dos Santos, de Cuiabá

André Luiz de Freitas, de Goiânia

Carlos Alberto Rodrigues Junior, de Cáceres

Willian Pacheco Beber, de Cáceres

Lírio Beber, de Cáceres

Célia Regina Pacheco Beber, de Cáceres

Willian Martins de Castro, de Goiânia

Reinaldo Silva Mota, de Goiânia

Adilson da Silva Guimarães, de Cuiabá

Loruama Soares Fedrizzi, de Cuiabá

Marcelo Soares Fedrizzi, de Cuiabá

Marcelo Malheiros, de Cuiabá

Deusimar Diogo, de Nerópolis/GO

Rodrigo Diogo da Anunciação, de Goiânia

Ivanildo Diogo Anunciação, de Goiânia

José Mendes de Resende, de Cáceres

Franklim Teixeira Duarte, de Goiânia

Ramão Zacarias Vilhalba Sorrilha, de Cuiabá

Danilo de Faria Toledo da Silveira, de Sinop

Margarete Fistarol, de Sinop

Gilson bezerra, de Sinop

Cristiana Carlos de Oliveira Rosa, de Goiânia


PRISÃO TEMPORÁRIA

Maria Luiza Vila Ramos de Faro, de Cáceres

Ademir Cebalho de Paula, de Cáceres

Luciana dos Reis Alves de Oliveira, de Cáceres

Diego Antonini dos Santos, de Cáceres

Jaqueline Souto Faria Navarros, de Cáceres

Valdirene Gonzales do Nascimento, de Cáceres

Vânia Regina Silva Costandi, de Cáceres

Orlando da Silva Rodrigues, de Cáceres

Rangel Renan Ramos da Silva, de Cáceres

Kátia Faria da Silva, de Cáceres

Tânia Maria Sanabria, de Cáceres

Edson Flávio Santos, de Cáceres

Enoque Ramos Duarte, de Cáceres

Irineu Del Santo, de Cáceres

André Luis Jardim Carvalho, de Cáceres


CONDUÇÃO COERCITIVA

Eduarda Caroline Carvalho Rezende, de Cáceres

Henrique Cesar Marelino Vilela, de Cuiabá

Luis Carneiro Junior, de Cáceres

Luis Aurélio Alves, de Cáceres

Tulio Aurélio Campos Fontes, de Cáceres

Vânia da Costa Sacramento, de Cáceres

Célia Regina Egues, de Cáceres

Vilmar Queiroz de Menezes, de Cáceres

Jonésia Pouso Gracioli, de Cáceres

Hamilton Lobo Mendes Filho, de Cáceres

Aldo Cezar da Silva Ortiz, de Cáceres

Paulo Româs Godinho, de Cáceres

Emerson da Silva Carvalho,

Rimiere Rodrigues,

Antônia Eliene Liberato Dias, de Cáceres



DECRETO A BUSCA E APREENSÃO

Arlene Janissara de Oliveira Alcântara, de Cáceres

Jocenildo Caetano da Silva, de Cáceres

Luiz Laudo Paz Ladim, de Cáceres

Gilberto José da Costa, de Cáceres

Luciana dos Reis Alves de Oliveira, de Cáceres

Orlando da Silva Rodrigues, de Cáceres

Tulio Aurélio de Campos Fontes, de Cáceres

Dentral Centro Oeste, de Cuiabá

Francisco Spada, de Cuiabá

José Neto brito dos Santos, de Cuiabá

Stock Comercial Hospitalar, de Aparecida de Goiânia

André Luiz de Freitas, de Goiânia

Carlos Alberto Rodrigues Junior, de Cuiabá

Dental Mix, de Cáceres

Willian Pacheco Beber, de Cáceres

Líria Beber, de Cáceres

Célia Regina Pacheco Beber, de Cáceres

Martins Distribuidoras, de Goiânia

Willian Martins de Castro, de Goiânia

Reinaldo Silva Mota, de Goiânia

Adilvan Comercio e Distribuidora LTDA, de Cuiabá

Adilson da Silva Guimarães, de Cuiabá

Brasil Distribuidora Prod Saúde LTDA, de Cuiabá

Loruama Soares Fedrizzi, de Cuiabá

Marcelo Soares Fedrizzi, de Cuiabá

Marcelo Malheiros, de Cuiabá

Irineu Del Santo, de Cáceres

Araguaia Médica – Produto Hospitalares LITDA, de Goiânia

Ivanildo Diogo da Anunciação, de Goiânia

Deusimar Diogo, de Nerópolis/GO

RJ Hospitalar LTDA, de Goiânia

Rodrigo Diogo da Anunciação, de Goiânia

José Mendes de Rezende, de Cáceres

Delta Med Comercio de Produtos Hospitalares LTDA, de Goiânia

Franklim Teixeira Duarte, de Goiânia

Ramão Zacarias Vilhalva Sorrilha, de Cuiabá

All Medica Distribuidora Materiais Hospitalares, de Goiânia

Danilo de Faria Toledo da Sileira, de Goiânia

Margarete Fistarol, de Sinop

Gilson Bezerra, de Sinop

Dose Produtos e Medicamentos Hospitalares, de Goiânia

Cristiana Carlos de Oliveira Rosa, de Goiânia

André Luiz Jardim Carvalho (Cirúrgica Mato Grosso) de Cáceres

André Luis Jardim Carvalho, de Cáceres

Antônia Eliene Liberato Dias, de Cáceres

Secretaria de Saúde, de Cáceres

Secretária de Finança, de Cáceres

Secretária de Administração, de Cáceres

Gabinete da vice-prefeita, de Cáceres

Setor da Controladoria do Município, de Cáceres

Setor da Procuradoria Geral do Município, de Cáceres

Setor de Licitações da Prefeitura, de Cáceres

Cirúrgica Centro Oeste, de Cáceres

Fonte: Midia News

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Roraima - Empresários são presos por venda de remédios falsificados em RR

A operação foi realizada pelo MPE e PRF no sul de Roraima.
Um dos empresários tinha uma arma de fogo sem autorização.

18/04/2013 19h44 - Atualizado em 18/04/2013 20h04 - Do G1 RR

Duas pessoas foram presas nesta quinta-feira (18) no município de São João da Baliza, a 225 quilômetros da capital Boa Vista, acusadas de venda de medicamentos falsificados. Um dos presos é dono de uma rede farmácias no município Rorainópolis, também na região sul do estado.
Foram apreendidos vários medicamentos que eram comercializados nas farmácias dos municípios de Rorainópolis, São João da Baliza e Caroebe, todos na região sul de Roraima.

De acordo com informações da assessoria de Comunicação do Ministério Público de Roraima, um dos proprietários também portava uma arma de fogo no estabelecimento comercial, sem a devida licença.

Ainda segundo a assessoria, a operação foi motivada com base em denúncias de comércio ilegal de remédios, apresentadas ao MPE pelo Conselho Regional de Farmácia. De acordo com o Ministério Público, as investigações continuam e os envolvidos serão responsabilizados no âmbito criminal e administrativo.

A operação foi coordenada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Estado de Roraima (MPRR), com o apoio da Polícia Rodoviária Federal.

Fonte: G1



sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Detida pela PF durante Operação Salute II, ex-vereadora Lúcia da Farmácia passa mal e é internada

Detida pela PF durante Operação Salute II, ex-vereadora Lúcia da Farmácia passa mal e é internada: para defesa prisão é arbitrária
 
Desde a última quarta-feira a ex-vereadora e primeira suplente de vereador em Araguaína, Lúcia da Farmácia (PR), encontra-se presa após operação da PF que encontrou remédios vencidos em seu estabelecimento. Segundo afirmam Valdecy Martins, marido de Lúcia, e o advogado Renilson Castro a prisão foi arbitrária e absurda.


“Isso é um absurdo, uma arbitrariedade. Ela podia ter sido presa daquela forma, até passar mal ela passou”, com essa declaração Valdecy Martins se mostrou inconformado com a prisão de sua esposa, a ex-vereadora Lúcia da Farmácia (PR) que foi presa em flagrante durante a Operação Salute II deflagrada pela Polícia Federal nesta quarta-feira, 25.

Lúcia, que é primeira suplente de vereador em Araguaína, esteve até a manhã desta quinta-feira, 17, internada no hospital, segundo as informações, com crise de hipertensão decorrente do nervosimo causado pela prisão. “Ela passou mal, ela toma remédio controlado e foi presa dessa forma. Temos um filho de sete anos que é especial e era ela quem cuidava. Agora tá tudo fora de ordem”, contou o marido.

Segundo o advogado, Renilson Rodrigues Castro, que já entrou com pedido de prisão provisória, Lúcia não poderia ser presa porque os remédios vencidos que foram encontrados não estavam expostos para a venda.

“Nesse caso não podia ter ocorrido a prisão porque o remédio controlado que foi encontrado era de uso dela, inclusive as receitas e as prescrições já foram entregues ao delegado. E os remédios vencidos não estavam expostos para a venda. Ela só poderia ser presa se ele estivessem expostos, mas não eles estavam uma sala prontos para ser entregues para a Anvisa”, contou.

De acordo com Valdecy, a farmácia possui três funcionários e está devidamente regularizada. “Não tinha motivo para isso tudo, tanto é que eles nem fecharam a farmácia. O que havia eram cinco caixas de medicamentos que venceram a menos de 60 dias”, informou.

Tanto a ex-vereadora quanto o farmacêutico estão presos, sendo que o último está recolhido no Batalhão da cidade.

PF reafirma flagrante

Polícia Federal informou que as prisões ocorreram porque tanto Lúcia quanto o farmacêutico foram presos em flagrante. “As 25 ampolas estavam expostas, juntas com outros medicamentos por isso ocorreu a prisão. O flagrante foi efetuado conforme a fiscalização da Anvisa, portanto não houve arbitrariedade”, reafirmou a PF.

fonte: site do surgiu.com.br

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

TO - PF deflagra Operação Salute II, realiza 11 prisões

A Operação Salute II, deflagrada pela Polícia Federal de Araguaína na manhã desta terça-feira, 25, já realizam 11 prisões em flagrante e apreendeu mais de 50.000 comprimidos de medicamento irregulares
 

Conforme afirmou o delegado que está a frente da operação, Guilherme Torres, o resultado da operação está sendo positivo. Segundo ele, em Nova Olinda uma farmácia foi flagrada realizando consultas clandestinas.

Na manhã desta terça-feira, 25, a Polícia Federal deflagrou a Operação Salute II na cidade de Araguaína onde foram efetuadas no seu primeiro dia de execução oito prisões em flagrante. A operação tem como objetivo fiscalizar farmácias que operavam de forma irregular e que praticavam tráfico de medicamentos. A operação segue até esta quinta-feira, 27.

Até o momento foram apreendidos mais de 50.000 (cinqüenta mil) comprimidos e 46 frascos de medicamentos irregulares, além de blocos de receituários de controle especial e requisições de exames laboratoriais nas diversas farmácias fiscalizadas. Hoje pela manhã, foram efetuadas mais três prisões em flagrante contabilizando até agora 11 prisões realizadas durante a operação.

Irregularidades

Conforme nota da PF de Araguaína , durante a fiscalização foram verificadas inúmeras irregularidades e infrações de dispositivos legais como a ausência de Autorização de Funcionamento da Anvisa-AFE, inclusive para a venda de medicamentos controlados, ausência de Alvará Sanitário Municipal, ausência de farmacêutico, ausência de escrituração de entrada e saída de medicamentos controlados atualizada no SNGPC, medicamentos de origem estrangeira e sem registro na ANVISA e medicamentos fracionados sujeitos a prescrição e medicamentos mantidos em depósito sujeitos ao controle especial sem Segregação e/ou Escrituração.

CRF apóia ação

Procurada para manifestar-se sobre a operação da Polícia Federal em Araguaína, a presidente do Conselho Regional de Farmácia do Tocantins, Eliane Pitman disse que a fiscalização ocorrida na cidade só fortalece os profissionais que trabalham dentro da lei. "Nós apoiamos a ação que visa retirar do mercado remédios falsificados, pirateados e que causam dano ao consumidor", afirmou.

Segundo a presidente do CRF, a venda de medicamento de controle especial também precisa ser feita apenas mediante receita médica, orientação que a categoria já tem. "Toda ação que tem objetiva o exercício legal da profissão fortalece o farmacêutico", argumentou.

Saldo positivo

O delegado Guilherme Torres, que está à frente da operação, afirmou que o resultado da operação está sendo positivo. “Tendo em vista os riscos e prejuízos que o tráfico de medicamentos oferece à saúde dos consumidores e com todas essas prisões é notável que a irregularidades estejam acontecendo na região”, pontuou o delegado.

Segundo Torres, no distrito de Nova Olinda, a 50 km do município de Araguaína, uma farmácia foi flagrada realizando consultas clandestinas. A prisão do proprietário e o fechamento do estabelecimento foram realizadas. “Com a operação é possível que sejam apreendidos mais medicamentos irregulares já que ela continua sendo desencadeada na região”, afirmou o delegado

Foto: Divulgação           Fonte: Colaborou Hellen Souza-SiteRT           Postador: surgiu.com (abr)


sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Anvisa apreende mais de 30 mil medicamentos em Alagoas

A Polícia Federal e a Vigilância Sanitária Estadual encerram nesta quinta-feira (4) uma apreensão de cerca de 30 mil medicamentos no estado de Alagoas. A Anvisa havia recebido denuncias de que alguns

estabelecimentos vendendo medicamentos falsificados e iniciou uma investigação. Com suporte da PF, eles conseguiram identificar os locais e flagrar farmácias e distribuidoras que atuavam de forma ilegal.


No final da tarde da quinta-feira, o delegado da Polícia Federal Antônio Delfino Neto e o coordenador da Vigilância Sanitária Estadual, Paulo Bezerra, concederam entrevista coletiva aonde foi divulgado o balanço da operação realizada em Alagoas desde o dia anterior com o objetivo de apreender medicamentos falsificados, adulterados e de uso proibido no Brasil.

Segundo Bezerra, ao todo foram 12 estabelecimentos notificados pela Anvisa, entre distribuidores de remédios e farmácia. Destes, quatro foram interditados por estarem comercializando medicamentos de uso controlado sem registro da Anvisa. Um dos locais, ainda apresentavam seringas descartáveis que estavam sujar de sangue e passavam por um processo de limpeza na estufa. “As seringas estava sendo lavadas e colocadas na estufa, possivelmente para serem reutilizadas”, disse.

Com a investigação, quatro pessoas foram presas, sendo três na cidade de Arapiraca e uma em Maceió. Os nomes ainda não foram informados pela Polícia, que alegou preferir manter sigilo enquanto a investigação esta em andamento. Os presos estão detidos na Polícia Federal (PF), em Jaraguá e podem ser condenados a pena de 10 a 15 anos de prisão. De acordo com a PF, as investigações continuam.

fonte: http://www.noticiasbr.com.br/anvisa-apreende-mais-de-30-mil-medicamentos-em-alagoas-11843.html

terça-feira, 12 de abril de 2011

MG - Justiça investiga mortes por medicamento adulterado

Justiça investiga mortes por medicamento adulterado em Minas

O laboratório Hipolabor é o produtor do anestésico investigado.
O grupo foi alvo de uma operação contra falsificação de remédios.

Pedro Triginelli Do G1 MG
A Justiça de Sabará, na região Central de Minas Gerais, investiga quatro mortes de mulheres que podem estar associadas a uso de medicamentos adulterados, produzidos pela Hipolabor. Os dois sócios da empresa farmacêutica foram presos em uma operação contra sonegação fiscal, falsificação de medicamentos, formação de cartel e fraude a licitações.

As mortes foram registradas na cidade de Santa Luzia, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Segundo a promotoria do Ministério Público em Sabará, os óbitos não são recentes, mas a data não foi divulgada. A suspeita é que as quarto mulheres tenham morrido por uso do anestésico Cloridrato de Lidocaína ou Cloridrato de Bupivacaína, do laboratório Hipolabor. Uma quinta morte também investigada foi registrada no Espírito Santo.

dinheiro apreendido (Foto: Ministério Público Estadual)Dinheiro apreendido durante operação nas casas
dos sócios(Foto: Ministério Público Estadual)
 
Os dois sócios do laboratório farmacêutico foram presos na manhã desta terça-feira (12) em uma operação de combate à sonegação e falsificação de medicamentos, de acordo com a assessoria de imprensa do Ministério Público Estadual de Minas Gerais. Os mandados de prisão foram cumpridos em Belo Horizonte.
Mandados de busca e apreensão também foram cumpridos em três empresas que pertencem a um grupo econômico voltado à fabricação e distribuição de medicamentos. As investigações, segundo o Ministério Público, começam há mais de um ano para apurar a possível existência de uma organização criminosa voltada para a prática de crimes de sonegação fiscal, formação de cartel e fraude à licitação.

De acordo com o coordenador da operação, promotor Renato Froes, uma força-tarefa foi criada para analisar os documentos e os computadores apreendidos. "Os dois sócios tinham um patrimônio de R$ 12 milhões em imóveis que já foi bloqueado. Hoje, na comarca de Sabará, foi feita uma denúncia contra um dos sócios por crime de ordem tributária no valor de R$ 9 milhões. É um crime de grande extensão e outras sete empresas de outros estados estão sendo investigadas", disse.

Os sócios tiveram a prisão temporária de cinco dias decretada pela Justiça de Sabará. Os dois suspeitos vão ficar presos no Centro de Remanejamento de Presos (Ceresp) São Cristovão.

MG - Grande empresário do setor farmacêutico preso suspeito de falsificar medicamentos

MG: empresário é preso suspeito de falsificar medicamentos



José Guilherme Camargo -Direto de Belo Horizonte

O Ministério Público de Minas Gerais (MP-MG), a Secretaria da Fazenda, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o Ministério da Justiça e as polícias Militar e Civil realizaram na madrugada e manhã desta terça-feira uma operação que resultou na prisão de um dos maiores empresários do setor farmacêutico no País. Ildeu Oliveira Magalhães é suspeito de diversos crimes, entre eles a produção de medicamentos falsificados.

O empresário foi preso no apartamento onde mora no bairro de Lourdes, região centro-sul de Belo Horizonte, área nobre da capital mineira. Segundo o MP, a operação denominada Panaceia investigou durante um ano práticas de sonegação fiscal, formação de cartel e até a suspeita de fabricação de produtos falsificados pela empresa Hipolabor, pertencente ao empresário. A empresa é alvo de pelo menos dois processos criminais na Justiça depois da morte de usuários dos medicamentos produzidos por ela.

Mandados de busca e apreensão foram cumpridos pela força-tarefa na cidade de Sabará e Belo Horizonte, onde funcionam dois laboratórios e dois depósitos da Hipolabor. As buscas também foram realizadas em duas residências - uma de propriedade de Magalhães e a outra pertencente ao químico da empresa, Renato Alves da Silva, responsável pelos medicamentos, que também foi preso. Ele também morava em um bairro de classe alta na cidade.

Nos apartamentos dos suspeitos foram apreendidos cerca de 112 mil euros e US$ 30 mil em dinheiro. Os dois foram encaminhados para o Centro de Remanejamento do Sistema Prisional (Ceresp) no Bairro Gameleira, em Belo Horizonte.

fonte: http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI5071681-EI5030,00-MG+empresario+e+preso+suspeito+de+falsificar+medicamentos.html

quinta-feira, 10 de março de 2011

Dono de farmácia é denunciado por venda de medicamentos falsos e de comercialização proibida

O Ministério Público Federal no Tocantins ajuizou denúncia contra o farmacêutico Venderlei Mocó Miclos, proprietário da farmácia Drogacenter, em Palmas, por comercialização de medicamentos falsificados e medicamentos sem registro na Anvisa, sujeitos a controle especial em
desacordo com determinação legal. O acusado também exercia ilegalmente a medicina, pois prescrevia remédios utilizando receituários de uso médico já assinados e carimbados.

A denúncia tem como embasamento a Operação Salva-Vidas realizada pela equipe de fiscalização da Anvisa em 19 de janeiro, quando Vanderlei foi preso em flagrante em seu estabelecimento farmacêutico onde os medicamentos e receituários foram apreendidos.

Durante a operação da Anvisa em conjunto com a Polícia Federal, os agentes encontraram no escritório do empresário uma caixa de Subtramina (medicamento controlado tarja preta usado para emagrecimento) em depósito ilegal, e caixas de Cytotec (com propriedade abortiva e de comercialização proibida em território nacional) em um fundo falso de um cofre. No mesmo cofre foram encontradas também caixas de Cytotec já abertas, Viagra e Cialis (estimulantes sexuais masculinos) falsificados, vários medicamentos tarja preta e sujeitos a controle especial sem atualização no Sistema Nacional de Gerenciamento de Produtos Controlados (SNGPC).

No estabelecimento foram encontradas ainda receituários médicos em branco já assinados por um médico e talonários de notificação de receita para medicação controlada de cor azul, com carimbo de CNPJ do Hospital Geral de Palmas, onde Vanderlei era servidor lotado no setor de
oncologia. Segundo a direção do hospital, os talonários pertencem ao hospital e devem ter sido desviados de forma ilícita. Em depoimento para a polícia, o médico afirmou não saber se foi ele realmente que assinou nem como seu carimbo foi utilizado nas notificações.

Ao ser inquirido sobre as irregularidades, denunciado afirmou que comprava as cartelas de Cytotec a R$ 110,00 cada e vendia cada comprimido a R$ 30,00 e que o Viagra e o Cialis pareciam falsificados por fora, mas faziam o mesmo efeito dos originais. Quanto aos receituários, disse que eram assinados por um médico amigo seu e que ele as havia deixado na farmácia afim de de que ele dispensasse medicamentos para esse médico. (Com informações do MPF)

fonte: http://www.sincofago.com.br/sincofago/noticias.asp?id=1078

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Responsável por laboratório continua presa


Umuarama – A técnica responsável pela produção de remédios sem autorização do Ministério da Saúde em Umuarama, Maria do Carmo Mendes Martins, presa durante operação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e polícias na quarta-feira passada, continua atrás das grades na 7ª Subdivisão Policial nesta cidade. O Ilustrado teve acesso ao inquérito ontem e, em depoimento, a técnica afirmou não saber que os fitoterápicos eram medicamentos que precisavam de autorização para serem produzidos. Maria é responsável de gestão empresarial e técnica do laboratório Fitonatura, que no inquérito consta como razão social da Laborderm, entretanto, a empresa nega qualquer ligação senão o parentesco com os envolvidos. 


No inquérito, Maria afirmou para a delegada do Núcleo de Combate aos Crimes Contra a Saúde (Nucrisa), Paula Brisola, que começou a produzir os medicamentos há cinco anos. A princípio ela tinha autorização para trabalhar com a castanha da índia e com cascara sagrada, mas a produção acabou aumentando. Na quarta-feira, durante a ação policial, foram apreendidos trinta tipos de medicamentos não regularizados. 


Segundo Maria, por se tratar de plantas, ela não imaginava que precisaria de autorização na Anvisa. A responsável também afirmou em depoimento não ter conhecimento de que fitoterápicos são medicamentos.
Foram apreendidos mais de 700 quilos de remédios e insumos, a maioria deles corresponde aos medicamentos de tarja vermelha, que não precisam de prescrição médica. Entretanto, entre a produção havia o remédio Piscicarium, que por ser feito a base de Valeriana, uma planta medicinal com efeito sonífero e calmante, precisa de receituário, segundo disse a delegada Paula. No depoimento, Maria afirmou não ter conhecimento disso. 


fonte: http://www.ilustrado.com.br/2011/ExibeNoticia.aspx?Not=Respons%C3%A1vel%20por%20laborat%C3%B3rio%20continua%20presa&NotID=527

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Portugal - Ninguém fica preso por receitas falsas


Oito detidos pela Judiciária por burlas ao Estado em farmácias e distribuidores foram libertados com cauções

2011-01-28

NELSON MORAIS
 
A PJ crê que as buscas e detenções que realizou anteontem permitiram "desmantelar" um "grupo criminoso" da Grande Lisboa que vinha burlando o Estado na cobrança de comparticipações de psicofármacos. Nenhum dos oito detidos ficou em prisão preventiva. 

 
foto ANGELO LUCAS/GLOBAL IMAGENS
Ninguém fica preso por receitas falsas
Suspeitos saíram em liberdade
 

Os arguidos, ligados a farmácias e à distribuição de medicamentos, foram ontem, quinta-feira, presentes ao juiz do Tribunal Central de Instrução Criminal, Carlos Alexandre. Perto das 23 horas, a SIC Notícias informou que todos os arguidos saíram do tribunal em liberdade, embora sujeitas a termo de identidade e residência. Só dois têm de pagar caução: de 50 mil euros, um funcionário de uma empresa distribuidora de medicamentos; e de 20 mil euros, o dono de uma farmácia.

Ainda de manhã, a Polícia Judiciária (PJ) informara, em comunicado, que os arguidos eram suspeitos de associação criminosa contra o Estado, burla qualificada e falsificação de documento. "Terá sido possível desmantelar a actividade deste grupo criminoso que terá lesado o Serviço Nacional de Saúde em várias centenas de milhar de euros", calculou, embora ressalvando a necessidade de prosseguir a investigação para determinar "o real prejuízo" do Estado.

A Unidade Nacional de Combate à Corrupção, da PJ, também apreendeu quatro automóveis, na "Operação Esquizofarma". Esta denominação da operação remete para um fármaco indicado para o tratamento da esquizofrenia, o Risterdal Consta, que era o principal medicamento do esquema fraudulento posto em prática com o conluio, pelo menos, de uma distribuidora e de farmácias situadas, nomeadamente, em Odivelas, Sacavém e Loures.

A utilização do Risterdal Consta justificar-se-á pelo facto de se tratar de um dos medicamentos mais caros do mercado. Cada ampola injectável custa entre 123 e 197 euros, conforme a dosagem do princípio activo, e é comparticipado pelo Estado a 100%. Os esquizofrénicos medicados com o Ridestral Consta tomam uma ampola de 15 em 15 dias.

No esquema criminoso sob investigação, o Estado comparticipava a mesma embalagem um sem número de vezes, sem que o medicamento fosse tomado por algum doente. Isso era possível através da falsificação de receitas, mas não foi detido nenhum médico. É possível que as vinhetas das receitas tenham sido falsificadas ou furtadas. "Há muitas maneiras de fazer as coisas", observou uma fonte ligada à investigação, sem prestar outros esclarecimentos.

fonte: http://www.jn.pt/PaginaInicial/Policia/Interior.aspx?content_id=1768630

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Operação contra produtos estéticos ilegais prende 4 médicos no RJ

Medicamentos não tinham registro da Anvisa ou estavam vencidos.
Segundo polícia, quadrilha atuava no Rio e Baixada Fluminense.

Carolina Lauriano Do G1 RJ
Oito pessoas foram presas na operação  Beleza Pura. A ação, da Delegacia de Repressão a Crimes Contra a Saúde Pública (DRCCSP), tinha como objetivo desmontar uma quadrilha que distribuia, comercializava e utilizava medicamentos estéticos sem registros e vencidos. Entre os presos estão quatro médicos - sendo um deles capitão da Polícia Militar –, dois empresários, uma esteticista e uma farmacêutica.
Segundo a polícia, ainda não há informação sobre se dois dos quatro médicos presos fazem parte da mesma quadrilha.

As vítimas, de acordo com o delgado Fábio Cardoso, titular da DRCCSP, eram mulheres em busca  da beleza e de produtos mais baratos. Os policiais percorreram residências, clínicas e consultórios de estética do nas Zonas Sul e Oeste do Rio e da Baixada Fluminense. Todos foram presos em flagrante. Uma esteticista e uma médica, que atuaria em Duque de Caxias e na Barra da Tijuca, ainda são investigadas.

Produto ilegal era feito em Goiás
Polícia apreendeu grande quantitdade de produtos estéticos sem registro da AnvisaPolícia apreendeu grande quantitdade de produtos
estéticos sem registro da Anvisa
(Foto: Carolina Lauriano / G1)

A operação, que teve início em maio, também foi realizada na cidade de Anápolis, no estado de Goiás, onde um laboratório produzia medicamentos ilegalmente e distribuía tanto para o Rio como para outros estados do Brasil e ainda Argentina, Chile e Uruguai.

De acordo com a polícia, os medicamentos encontrados foram a toxina botulínica, que é um suavizador de rugas, mais conhecido pela marca Botox, o gliconato hidrolático de magnésio (Carboxi), o polimetilmetacrilato (usado em procedimentos de bioplastia) e o ácido hialurônico. Esses produtos seriam falsificados ou não teriam registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

“Sem os testes da Anvisa, ele (dono do laboratório) evita gastos é uma porta aberta pra sonegação”, afirmou Cardoso.

Ele citou como exemplo o preço de um produto como o Botox, que vale cerca de R$ 1 mil com o registro da Anvisa e, nas mãos da quadrilha, é vendido por R$ 450 para clínicas e consultórios de estética. Com isso, os médicos repassavam por um preço mais baixo o valor do tratamento.

A polícia informou que produtos vencidos há mais de um ano eram aplicados em pacientes. A organização criminosa, segundo Cardoso, agia há pelo menos cinco anos.

Como funcionava a quadrilha
De acordo com o delegado, todos os produtos apreendidos eram oriundos do laboratório de Goiás. A polícia informou que dono do local não foi preso em flagrante porque não estava no estabelecimento.

Entretanto, ele será indiciado por formação de quadrilha e o local pode ser fechado.

 A empresa produzia, a partir de matéria-prima extraída no Brasil, os medicamentos que seriam utilizados em tratamentos estéticos. O laboratório importava da China a toxina botulínica (suavizador de rugas mais conhecido como Botox). Os produtos não passavam por testes de segurança e de eficácia da Anvisa.
“A distribuição de um medicamento desse tipo expõe a vida de muitas pessoas, que ficam expostas a muitos tipos de contaminação. O risco de utilização de um produto desse é muito grande”, afirmou Cardoso.

Dois empresários, um homem e uma mulher, eram responsáveis por fazer a distribuição desse material no Rio de Janeiro. Segundo o delegado, a investigação teve início após uma denúncia de uma pessoa que estava prestes a virar paciente de um dos médicos indiciados.

“O mais importante é que você age de forma preventiva. Não podemos esperar alguém morrer para fazer esse tipo de operação. Não tenho dúvida que vítimas vão aparecer”, afirmou.

Fábio Cardoso pediu para qualquer tipo de informação relacionada a essa operação seja passada através do Disque-Denúncia. Para a maioria dos crimes contra a saúde pública, a pena é de 10 a 15 anos de prisão. Além disso, os envolvidos podem responder por formação de quadrilha, crime contra relação de consumo e alguns deles por exercício ilegal da profissão.

fonte: http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2010/12/operacao-contra-produtos-esteticos-ilegais-prende-4-medicos-no-rj.html

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

PF - Operação Panacéia II

Operação Panacéia II

Federal descobre rede de comércio ilegal de medicamentos

Pela primeira vez no Estado, nesta quinta, foram encontrados medicamentos sem registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária
Por Marco Faria (redacao@eshoje.com.br).

Cinco mandados de busca e apreensão foram cumpridos e quatro prisões efetuadas, nesta quinta-feira (02), durante a Operação Panacéia II. As ações foram feitas em conjunto entre a Polícia Federal (PF) e Organização Internacional de Polícia Criminal (Interpol) em dois pontos da Grande Vitória, outros dois no sul do interior do Estado e um na divisa com Minas Gerais. A PF apreendeu medicamentos de uso controlado, recibos e atestados médicos para a compra de fármacos de tarja preta - previamente assinados e carimbados, faltando apenas ser preenchidos com o nome do remédio.
Pela primeira vez no Estado, nesta quinta, foram encontrados medicamentos sem registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A Operação Panacéia II ocorreu exclusivamente no Espírito Santo, onde, em outubro, a Operação Panacéia apreendeu 161.000 remédios comercializados ilegalmente e 22.533 em outros sete Estados brasileiros. A quantidade de medicamentos encontrados no Estado correspondeu a mais de 15% do montante apreendido em todos os países participantes da Operação Pangea (da qual a Panacéia faz parte).
O delegado federal, Marcos Pugnal, detalhou a segunda parte da operação que investiga o tráfico de remédios no Brasil e em outros 44 países. Segundo ele, foi descoberta uma quadrilha de nove membros, na qual quatro forneciam remédios encontrados em farmácias, dois ficavam encarregados dos manipulados e os outros três faziam o envio pelos correios das encomendas feitas pela internet.
A Operação Panacéia, no ES, é um braço da operação internacional denominada Pangea III, presente em 45 países e coordenada pela Interpol, e foi fruto de quase oito meses de investigação, na qual foi descoberta a venda ilegal de medicamentos de tarjas preta e vermelha, que só poderiam ser vendidos com receita médica. Entre os comercializados, estavam anorexigenos e psicotrópicos como a sibutramina, o diazepan e o prozac. Eles eram comercializados de maneira ilegal em farmácias, academias e sites da internet.
Nos websites, eles eram ofertados como produtos de beleza seguidos de um código e, em fóruns de discussão, os códigos eram descriminados com o nome dos medicamentos. Segundo Pugnal, o material apreendido superava a movimentação anual de R$ 1 milhão. Os medicamentos proibidos   são considerados como drogas de acordo com a Lei 11.343/06 (Lei de entorpecentes) e da Portaria 344/98-ANVISA. Por esta causa, os acusados  poderão ser enquadrados no crime de tráfico se drogas, com penas que vão de três a dez anos de prisão.
Em todo o Brasil, foram apreendidos remédios de uso controlado, sem permissão de venda no país e falsificações, vindos principalmente da Ásia e Europa, que chegavam por meio das fronteiras com Paraguai e Uruguai.
No Estado do Pará foram presas dez pessoas da Secretaria de Saúde em Altamira, acusadas de desviar remédios que deveriam ser distribuídos gratuitamente à população, para serem comercializados em farmácias da cidade. De acordo com Pugnal, não foi registrado nenhum caso semelhante no Espírito Santo.
Panacéia, segundo a mitologia grega, era a deusa da cura e o termo é comumente utilizado como significado de "remédio para todos os males". Pangea (em português, Pangéia) era o continente que, na teoria da deriva continental, era composto pela junção de todos os outros continentes há 200 milhões de anos.

fonte: http://www.eshoje.com.br/portal/leitura-noticia,inoticia,7996,federal+descobre+rede+de+comercio+ilegal+de+medicamentos.aspx

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Polícia Federal e Anvisa fecham fábrica clandestina de medicamentos


  Foram apreendidos medicamentos de uso controlado comercializados sem controle Foram apreendidos medicamentos de uso controlado comercializados sem controle

Da Redação

cidades@eband.com.br

A PF (Policia Federal) realizou uma operação conjunta com a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), para fiscalizar farmácias em cidades do interior de Minas Gerais nesta quarta-feira.  A fiscalização foi realizada em Formiga, onde foram apreendidos em uma farmácia medicamentos de uso controlado que estavam sendo comercializados sem o controle.

Uma pessoa foi conduzida e liberada após prestar depoimento. Em outro local foram encontrados medicamentos, como Viagra, falsificados. Em outro local foi apreendido cerca de uma tonelada de materiais, como produtos químicos utilizados na fabricação do medicamento, rótulos do produto e mais de oito mil frascos que já estavam prontos para a comercialização. 

O local foi descoberto após uma equipe de policiais federais ter realizado investigações para constatar quais as atividades de L.M.S., preso nesta quinta-feira em flagrante. Na ocasião, eles puderam constatar que no andar térreo do prédio onde ele residia exalava um forte cheiro de produtos químicos.

Redação: Bárbara Forte

fonte: http://www.band.com.br/jornalismo/saude/conteudo.asp?ID=100000369534

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Medicamentos na internet - PF prendem mais de 80

PF e Interpol prendem mais de 80 e apreendem remédios vendidos na internet Próximo alvo são os compradores, que podem pegar até quatro anos de cadeia

Edson Luiz
Publicação: 20/10/2010 08:15 Atualização: 20/10/2010 08:31
 

Remédios apreendidos na Operação Panaceia da PF: abortivos, anabolizantes e inibidores de apetite - (Alvarélio Kurossu/Agência RBS/Folhapress)
Remédios apreendidos na Operação Panaceia da PF: abortivos, anabolizantes e inibidores de apetite
A Polícia Federal vai investigar as pessoas que compraram medicamentos estrangeiros pela internet, em sites sem registros na Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa). A ação faz parte da segunda etapa da Operação Panaceia, desencadeada ontem no Brasil e em outros 45 países. Cinco pessoas foram presas em flagrante em São Paulo, Minas Gerais, Maranhão e Santa Catarina, e 76 no resto do mundo.

Apesar de não ter havido um crescimento na comercialização de medicamentos ilegais, por causa das constantes operações internacionais contra esse tipo de crime, a Polícia Federal tem um bom motivo para apertar as buscas: "A situação no Brasil é preocupante", sintetiza o delegado Elmer Coelho Vicente, da Unidade de Repressão de Crimes Cibernéticos da PF e coordenador da Operação Panaceia. A ação realizada ontem tinha como objetivo atingir grupos de negociavam anabolizantes, abortivos, inibidores de apetite e psicotrópicos, entre outros.

O delegado Elmer Vicente: de olho em 54 sites brasileiros que vendem medicamentos - (Cadu Gomes/CB/D.A Press)
O delegado Elmer Vicente: de olho em 54 sites brasileiros que vendem medicamentos
A primeira etapa da operação mirou os fornecedores dos medicamentos. A próxima meta é identificar os compradores no país, para saber se houve dolo — quando há a intenção de provocar o crime. A partir do momento em que for configurada a existência de crime, o comprador poderá ser denunciado por receptação de contrabando, cuja pena varia entre um a quatro anos de reclusão.

A apuração da Polícia Federal será em torno de 54 sites no Brasil e outros sete hospedados no exterior, mas mantidos por brasileiros, que foram localizados nesses sete meses de investigação. "A maioria das pessoas tem ciência de que a venda do medicamento é ilegal, já que é necessário autorização especial para a comercialização de muitos deles", argumenta Elmer.

Além de combater a entrada ilegal de medicamentos no Brasil, muitos deles sem autorização da Anvisa, a Operação Panaceia encontrou remédios falsificados, um tipo de crime que fora identificado em outras ações semelhantes, em anos anteriores. Nas investigações, a PF levantou indícios de outros tipos de crime, segundo Elmer. "Além do risco à saúde, a população é vítima de estelionato", diz o delegado. Isso porque, em média, 37% das transações não são concluídas por parte dos fornecedores. "Eles (os sites) vendem mas não entregam", acrescenta.

O esquema de venda de remédios ilegais ou falsificados foi descoberto por meio de denúncias. "O tráfico formiguinha é um dos meios mais usados para trazer o medicamento para o Brasil", explica o delegado Luiz Eduardo Teles Pereira, chefe da Interpol no país — a Polícia Criminal Internacional. De países da fronteira, especialmente Uruguai e Paraguai, os produtos seguem para vários estados, onde a venda é feita pelos sites não legalizados. Há caso em que o remédio é adquirido também da Europa e da Ásia.

Comprimidos
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Além das cinco prisões, foram realizadas 20 buscas e apreensões em 13 cidades de Minas Gerais, Paraíba, Rio de Janeiro, Paraná, Ceará, São Paulo, Santa Catarina e Maranhão. Em Nova Serrana e Divinópolis, ambas em Minas, a PF prendeu duas pessoas com grande quantidade de medicamentos falsificados. No primeiro caso, a pessoa detida mantinha também um site por onde comercializava os produtos proibidos. Nas buscas, foram apreendidos 15 mil comprimidos de vários produtos, cerca de mil caixas.

Nos demais países, segundo a Interpol, 694 sites entraram no pente-fino e foram tiradas de circulação 15 mil caixas de medicamentos. "A repressão tem sido continuada", diz Elmer, explicando que só em 2010 foram abertas 95 novas investigações. Por ser crime hediondo, a pena mínima para o infrator é de 10 anos. Além do crime de falsificação de medicamentos, há também a punição por contrabando, já que o produto é de origem estrangeira e entra clandestinamente no país. 
Trabalho em parceria
Nos últimos três anos, a venda de medicamentos pela internet tem provocado operações da Polícia Federal com a Anvisa. A primeira delas — Operação Placebo, em julho de 2007 — reprimiu a venda ilegal de medicamentos e produtos sem registro, além de combater a fabricação e distribuição irregular de remédios em seus estados. Em junho de 2009, a Operação Virtua Pharma investigou a comercialização de medicamentos por meio de mídias sociais. Onze pessoas foram presas na Bahia, no Ceará, em Minas Gerais, no Paraná, no Rio de Janeiro, no Rio Grande do Sul, em Santa Catarina, em São Paulo e no Distrito Federal.

Fonte: http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia182/2010/10/20/brasil,i=218920/PF+E+INTERPOL+PRENDEM+MAIS+DE+80+E+APREENDEM+REMEDIOS+VENDIDOS+NA+INTERNET.shtml

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Falsificação - Medicamento falsificado na farmácia do aeroporto de Viracopos

PF apreende medicação falsificada em farmácia de Viracopos 

11 de outubro de 2010 21h42


Rose Mary de Souza - Direto de Campinas
Uma operação da Polícia Federal e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) prendeu em flagrante o dono de uma farmácia instalada no saguão do Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas, e apreendeu anabolizantes, medicamentos controlados e contra disfunção erétil falsificados, nesta segunda-feira. O local foi lacrado.
A operação em conjunta localizou caixas de outros produtos contendo cartelas intactas de Viagra e Cialis falsificados, além de outros medicamentos contrabandeados como Centrum, Pramil e Winston.
A Anvisa localizou lotes de remédios de uso controlado como antidepressivos, não autorizados parescibna venda no local. Escondida no forro do estabelecimento, a equipe de fiscalização achou uma caixa contendo medicamento para emagrecimento Sibutramina e ainda Deca Durabolin e Hemogenin.
O proprietário do local, que não teve o nome divulgado, foi encaminhado a cadeia anexa ao 2º Distrito Policial, em Campinas. De acordo com a Policia Federal, se condenado, o acusado pode pegar até 15 anos de detenção, além do pagamento de multas por falsificação, corrupção, adulteração ou alteração de produto destinado a saúde.
A Anvisa deve pedir a Infraero (Empresa de Infraestrutura Aeroportuária) , responsável pelos aeroportos brasileiros, a cassação da licença do comerciante.

 

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Falsificação - Medicamentos falsos atingem 60 bi de Euros

Os medicamentos falsificados são cada vez mais uma ameaça para a saúde pública e representam mais de 10 por cento do mercado global. Em alguns países em desenvolvimento, estima-se que a percentagem chegue aos 50%. As previsões apontam para que as vendas globais de medicamentos falsos atinjam 60 mil milhões de euros até ao final deste ano.

Segundo António Bica, responsável no Portuguese Host Committee pela Secção de Laboratório e Controlo de Medicamentos, «a contrafacção de medicamentos é uma preocupação crescente e representa um verdadeiro flagelo nos países em desenvolvimento. Não sendo um tema central numa perspectiva estritamente nacional é, sem dúvida, importante no contexto de uma organização global, que deve assumir uma vertente de responsabilidade social para com aqueles que vivem dificuldades básicas no acesso aos medicamentos».

Por isso, o Congresso Mundial da Farmácia e das Ciências Farmacêuticas - uma iniciativa da Federação Internacional Farmacêutica, com o apoio da Associação Nacional das Farmácias (ANF) - vai debater o tema já esta quarta-feira, 1 de Setembro, entre as 09h00 e as 17h00, no Centro de Congressos de Lisboa.
O congresso vai discutir o que os governos e as suas agências, a indústria farmacêutica, universidades e associações profissionais estão a fazer, para combater a crescente ameaça da contrafacção de medicamentos para a saúde pública. O simpósio conta com a participação de farmacêuticos de vários países.

fonte: http://www.agenciafinanceira.iol.pt/economia/medicamentos-contrafaccao-farmacias-agencia-financeira/1188412-1730.html