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quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Atenção Farmacêutica reportada por colegas no seu dia a dia

Sobre a pílula do dia seguinte - By Saulo Schimidt

Sobre a pílula.. um senhor de +/- 30 anos comprava a dita pílula 2 vezes por semana na farmácia.
Certo de que aquilo não era certo e os demais sempre diziam... ele não está nem aí para a vida da outra pessoa, só quer saber de não ser pai e isso ou aquilo..
.
Eu nem dei bola e chamei esse cara na sala de injetáveis... ficamos uns 15 minutos conversando... falei que aquele medicamento correspondia a pelo menos uma cartela mensal de anticoncepcional diário em uma só vez, é uma elevada taxa de hormônios disse a ele.
Por sua vez me questionou no que isso poderia implicar... e tal, dizendo que acreditava que aquilo não era certo mas que não conseguia transar com a camisinha e que não sabia o que poderia causar de mal mas sabia que não era 100% seguro... (aí que eu vejo, ninguém explica mais nada na teoria de que cliente nenhum quer saber), então disse sobre alteração corporal, estrias, celulites, enxaquecas e até câncer poderia ocorrer por que altera a estrutura fisiológica da mulher sem falar no risco de tolerância...

Ele se assustou e me perguntou o que fazer pq ele não quer que nada de mal aconteça a namorada dele (nem mencionarei a idade pq eu fiquei apavorado em saber quantos anos tinha a bendita criatura) só sei que disse para ele procurar um médico e avisar sem mentir quantas vezes ele ja fez ela tomar essa pilula no intervalo de 4 meses que foi quando eles começaram a usar deste artifício.. e orientei ele a conversar com um médico sobre reeducar o organismo dela e pra tentar injetável, anel ou adesivo sei lá o que for mas buscar formas de uso prolongado mais seguro do que os comprimidos que eles tem medo de esquecer usar e deste bendito uso de urgência...
 
Eu não tenho muita experiência em Drogaria, mas nos anos que estive eu vi tanta coisa que me deixa aterrorizado, é como se a educação em saúde nunca existiu para certas pessoas que o pior, são de classes consideravelmente "estáveis" sócio-economicamente falando...

Eu vejo uma falta de empenho da classe Farmacêutica que me dói.

Outro exemplo que tive nos meus últimos dias foram, um senhor usando alta dose de Enoxoparina sódica + Ácido acetilsalicílico entre outros para evitar trombos... ele ainda tinha problemas musculares que fazia uso quase direto de torsilax (muito prescrito e consumido por aqui) e, a uns dia atrás em outra farmácia de FARMACÊUTICO se queixou ao "nobre" colega FARMACÊUTICO das dores de garganta e este "infeliz" lhe vende todas as precrições da receita e mais o "bendito" ibuprofeno 600mg para a garganta do paciente por indicação do farmacêutico... que que eu fiz?


Listei o Clexane, o AAS, o diclofenaco dentro do trosilax, mais o ibuprofeno 600 e disse a ele levar ao médico e avaliar tudo que ele estava tomando sobre o grave risco que ele estava passando e atestei meu carimbo e disse para levar a resposta do médico ao farmacêutico que lhe fez o des"favor"... ele voltou depois e me agradeceu, o médico ficou surpresso pela minha postura e orientou ele a me agradecer... o mesmo aconteceu com o homem da pilula... valeu minha semana essas coisas...




terça-feira, 25 de junho de 2013

Pílulas anticoncepcionais causaram 23 mortes no Canadá

25/06/2013 - 09:56
Pelo menos 23 canadianas que tomam pílulas anticoncepcionais de consumo frequente morreram, na sua maioria devido a coágulos no sangue, de acordo com documentos do Ministério da Saúde, informou nesta terça-feira a rede de televisão CBC, citada pela AFP.

Os médicos e farmacêuticos, que são obrigados a notificar as reacções adversas aos medicamentos, suspeitam que as pílulas Yaz® e Yasmin® do laboratório alemão Bayer foram as causadoras destas mortes, acrescentou a Canadian Broadcasting Corporation.

Centenas de mulheres podem ter sofrido os efeitos nocivos destes fármacos, disse o advogado que apresentou um recurso colectivo, citado pela CBC.

Milhares de acções foram apresentadas contra a Bayer, em particular nos EUA.

A Agência Norte-Americana de Alimentos e Medicamentos (FDA) já tinha lançado em Abril de 2012 uma advertência de que estas pílulas poderiam estar "vinculadas a um risco maior de coágulos no sangue" e que esta informação deveria aparecer na sua bula.

A Agência Europeia do Medicamento (EMA) também fez uma advertência similar em 2011.

As pílulas Yaz® e Yasmin® da Bayer estão entre as mais vendidas. Contêm drospirenona combinada com etinil estradiol, um estrogénio comum nos contraceptivos orais.

Fonte: RCM pharma

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Anticoncepcionais podem ter causado a morte de 23 canadenses

As pílulas Yaz e Yasmin favorecem a formação de coágulos no sangue, que podem ter causado a morte das canadenses, segundo a imprensa canadense

 A rede de televisão do Canadá CBC (Canadian Broadcasting Corporation) informou nesta terça-feira (11) que as pílulas anticoncepcionais Yaz e Yasmin, do laboratório alemão Bayer, podem ter causado a morte de 23 mulheres no país.

O Ministério da Saúde do Canadá divulgou um relatório que afirma que a maioria das mulheres faleceram devido à formação de coágulos no sangue, uma das reações da pílula. Em abril de 2012, a agência americana de alimentos e medicamentos (FDA) advertiu que o remédio favorecia a formação de coágulos e que essa informação deveria aparecer na bula do remédio.

O Yaz e o Yasmin são frequentemente receitados por médicos brasileiros e contêm drospirenona combinada com etinil estradiol, um estrogênio comum nos contraceptivos orais.

Fonte: Administradores

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Anticoncepcional - Anvisa faz alerta aos médicos sobre risco de pílula

  • Estudos internacionais mostram que anticoncepcionais com menos reações adversas triplicam incidência de trombose



    A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) divulgou nesta segunda-feira (31) um alerta sobre os possíveis efeitos colaterais das pílulas anticoncepcionais combinadas (COCs), sendo as mais conhecidas no mercado a Yaz e a Yasmin.

    A medida foi tomada após um novo estudo internacional reforçar que os anticoncepcionais que contêm o hormônio drospirenona aumentam em até três vezes o risco de trombose venosa entre as usuárias. Em nota, a fabricante destes medicamentos, o laboratório Bayer, informou que tem conhecimento da nova pesquisa, mas que ainda analisa os resultados para comentá-los.

    A Bayer afirmou também que "os resultados de estudos de segurança realizados pós-comercialização de até 10 anos dão suporte à conclusão da Bayer de que os produtos são seguros e eficazes quando utilizados conforme indicação médica."

    Estas pílulas ganharam popularidade por provocarem menos reações adversas - comuns nos anticoncepcionais, como inchaço, ganho de peso, dores de cabeça e também diminuição da libido -, benefícios agregados justamente por serem produzidas com doses diferenciadas de hormônios que agora, tudo indica, mostram-se como responsáveis pelo o aumento da incidência dos coágulos.
    O novo ensaio científico - que levou a Anvisa a emitir o alerta - foi publicado semana passada no periódico científico Britsh Medical Journal, uma das revistas médicas mais respeitadas no meio acadêmico. Nele, pesquisadores dinamarqueses revisaram os dados de todas as mulheres da Dinamarca que não ficaram grávidas no período entre 2001 e 2009.

    Foi constatado o registro de 4.200 casos de trombose venosa. Na comparação entre usuárias de pílula tipo COC e usuárias de pílulas só com progesterona, o risco do problema que resulta em trombose foi duas vezes maior. Quando foram comparadas a mulheres que não usavam nenhum medicamento contraceptivo, a incidência nas usuárias das pílulas do tipo COC foi três vezes maior.
    No mês passado, a FDA (Food and Drug Administration), agência norte-americana responsável por regular o mercado de alimentos e medicamentos nos EUA, já havia emitido um comunicado de advertência sobre estes efeitos colaterais no sistema venoso feminino.

    A Anvisa agora segue a mesma linha e avalia que mesmo sem novos achados contundentes para a proibição do medicamento, vai reforçar aos médicos que fiquem atentos aos possíveis casos de trombose entre as usuárias. Na nota técnica, a agência brasileira orienta que os profissionais notifiquem qualquer efeito colateral apresentado por suas pacientes, mesmo que eles já estejam previstos na bula.
    Benefícios e malefícios

    O presidente da Comissão de Contracepção da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), Rogério Bonassi, ponderou que os novos resultados dinamarqueses ainda não são definitivos e que não há motivo para pânico ou alarde.

    "A trombose, mesmo entre usuárias de pílulas Yaz e Yasmin, é um evento muito raro", afirma.
    "Entre usuárias de anticoncepcionais comuns, o risco de trombose é de cinco casos para cada 100 mil mulheres. A incidência, portanto, aumenta para 10 casos em 100 mil entre as consumidores de COCs, uma incidência ainda muito pequena", avalia.

    "Isso sem contar que a gravidez é um fator de risco muito maior para este problema venoso. Entre as grávidas a incidência é de 60 casos em cada 100 mil."

    Ainda de acordo com Bonassi, os benefícios destas pílulas são muitos, em especial na redução de sensações desagradáveis para as pacientes. Ele afirmou também que a trombose tem causa genética e não é muito influenciada por hábitos de vida (exceto obesidade). Por isso, defente o especialista, todos os métodos contraceptivos precisam ser discutidos entre o médico e paciente antes de iniciar o uso.

    fonte: Midia News

     

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Portugal - Pílulas que podem aumentar risco de coágulos são vendidas nas farmácias

Pílulas que podem aumentar o risco de coágulos sanguíneos, de acordo com um estudo da FDA, a agência norte-americana de medicamentos, são comercializadas em Portugal

 As pílulas Yaz e Yasmin, que segundo um estudo podem aumentar o risco de coágulos sanguíneos, são comercializadas em Portugal, segundo a autoridade nacional do medicamento (Infarmed).

Um estudo da FDA, a agência norte-americana de medicamentos, divulgado hoje refere que algumas pílulas contracetivas - como a Yaz e a Yasmin do laboratório alemão Bayer - parecem aumentar o risco de coágulos sanguíneos em maior proporção que os contracetivos orais mais antigos.
Em comunicado enviado à agência Lusa, o Infarmed refere que "o risco de tromboembolismo venoso era já conhecido e que em junho de 2011 foi atualizada a informação do Resumo de Características e do Medicamento e o Folheto Informativo de acordo com estes novos dados".
Contudo, o Infarmed informa que, juntamente com a Agência Europeia do Medicamento (EMA), vai continuar "a acompanhar os desenvolvimentos relativos a este assunto".

Yasmin é uma das pílulas que pode aumentar o risco de coágulos sanguíneos, de acordo com a FDAYasmin é uma das pílulas que pode aumentar o risco de coágulos sanguíneos, de acordo com a FDA
Bayer

A FDA analisou os testes realizados em mais 800 mil mulheres que utilizaram diferentes meios de contraceção entre 2001 e 2007.
Nas conclusões preliminares, a FDA estima que as pílulas contracetivas que contenham drospirenona, um tipo de progesterona sintética de nova geração semelhante à hormona natural, apresentam um risco de formação de coágulos sanguíneos superior em 1,5 vezes comparativamente às pílulas usadas antigamente.

Bayer está a analisar o estudo

Contactada pela Lusa, a Bayer afirmou que está a analisar o estudo, não podendo, neste momento, emitir qualquer comentário sobre os resultados e conclusões da investigação.
No entanto, o laboratório farmacêutico lembra que "os contracetivos orais combinados (COC) estão entre os medicamentos mais estudados a nível mundial e mais largamente utilizados na atualidade".
Segundo o laboratório, todas as pílulas de controlo de natalidade, incluindo as da Bayer, têm associado um risco aumentado de coágulos sanguíneos, acidente vascular cerebral ou ataque cardíaco.
"O TEV é um evento raro entre as mulheres que utilizam contracetivos orais combinados, e este risco de tromboembolismo venoso é menor que o verificado durante a gravidez e após um parto", sublinha a empresa que aguarda agora pelos resultados da discussão científica do estudo da FDA a 8 de dezembro.
Link para saber como funciona a pílula do dia seguinte com um gráfico animado. 

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Verdades e mentiras sobre a pílula do dia seguinte

Muitas pessoas não sabem como age a pílula do dia seguinte e acabam utilizando-a de forma equivocada.
A pílula do dia seguinte  é um medicamento muito utilizado, atualmente. Mulheres que não fazem uso de anticoncepcional oral ou que acabam, por algum motivo, não usando preservativos costumam fazer uso desse método contraceptivo regularmente, e isso não é bom.

Como funciona a pílula do dia seguinte?

Esse medicamento é um agrupado de hormônios, que caem como uma “bomba” no organismo, modificando todo o percurso natural  da fecundação. Ou seja, ele faz com que o muco que as mulheres produzem fique espesso, dificultando a passagem do espermatozoide. Os hormônios, em grande quantidade, impedem que o óvulo maduro seja liberado para a fecundação. Depois de alguns dias, os níveis hormonais abaixam e então ocorre um sangramento, que não é, exatamente, uma menstruação, pois não foi provocado naturalmente.

É importante ressaltar algumas verdades e mentiras da utilização da pílula. Afinal, ela deve ser utilizada com muito cuidado.

1.A pílula não deve ser utilizada como anticoncepcional, em hipótese nenhuma. Para isso, existem outros medicamentos, que são muito mais seguros do que o remédio em questão.

2.Só deve ser utilizada em caso de emergências. Caso contrário, pode não fazer efeito. Após um longo período decorrido da relação sexual, pode ser que o espermatozoide já tenha chegado ao óvulo e fecundado. Se isso ocorrer, de nada adianta tomar a pílula. É necessário tomá-la o mais rápido possível, até 72 horas, após o ato sexual desprotegido.

3.A ação da pílula não é abortiva. Ela funciona evitando o início da fecundação e não tem efeito após a gravidez já instalada.

4.Se uma mulher tomar o medicamento estando grávida, ela continuará grávida.

5.Existem dois tipos de pílula. A de dose única e a de duas doses. Sendo a segunda, utilizada  um comprimido após o ato sexual e outro, doze horas depois.

6.Se após a utilização da pílula, a mulher apresentar vômitos ou diarreia, deverá repetir a dose do medicamento. Existe uma grande chance do remédio  não fazer efeito, porque ao vomitar, grande parte do medicamento pode ter sido eliminada. E no caso da diarreia, pode não ter dado tempo do comprimido ser absorvido pelo organismo.

7.Se a pessoa utilizar a pílula com muita frequência, as chances de engravidar vão aumentando gradativamente. Isso ocorre, porque o organismo pode começar a se adaptar com a quantidade de hormônios que a pílula gera. Assim, não terá mais o efeito que a “bomba de hormônios” causa, ou seja, o espermatozoide ficará livre para chegar ao óvulo.

8. Após a ingestão do medicamento, podem ocorrer alguns efeitos colaterais como dor de cabeça, dores no corpo, sensibilidade nos seios, alteração do ciclo menstrual e alergias pelos componentes da fórmula.

9.Usar a pílula do dia seguinte não previne doenças sexualmente transmissíveis como AIDS, sífilis, gonorreia entre outras.

10.  Atraso na menstruação é normal, depois do uso desse medicamento. A quantidade de hormônio liberada desregula todo o ciclo menstrual.

11.  Não tem como saber se a pílula teve o resultado desejado. O ideal é aguardar e fazer o exame de sangue, após três semanas.

Faça sempre uso de preservativos. Apenas as camisinhas são capazes de evitar algumas doenças de contato sexual. A pílula do dia seguinte deve ser tomada, apenas, em caso de emergência.

Cuide da sua saúde. Proteger-se é a melhor prevenção.


Fonte: Mundodastribos

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Tomar pílula anticoncepcionais por muito tempo dificulta a gestação?

Muitas mulheres que fazem uso de pílulas anticoncepcionais acabam criando algumas dúvidas

quando surge a vontade de engravidar.

Quanto tempo antes ela deve parar de tomar? E se já as toma por muito tempo, isso acaba interferindo no tempo previsto para engravidar depois de parar com o medicamento?


Segundo Dra. Ana Regina Elmec, ginecologista e obstetra do Instituto Dante Pazzanese, tudo depende do organismo de cada mulher. "Existem mulheres que conseguem engravidar no mês seguinte enquanto outras podem demorar mais", diz. O período costuma ser entre 30 a 60 dias aproximadamente.

O uso da pílula por muito tempo não costuma interferir na fertilidade da mulher, pois o anticoncepcional atua no ovário (ao tomar a pílula, ela impedi o óvulo de amadurecer) e não no útero. Portanto aquela história de que tomar a pílula por muito tempo deixa o útero preguiçoso é apenas um mito.

"Ainda assim, embora já esteja comprovado que não há necessidade, recomendamos um período de descanso, uma pausa de dois meses a cada doze tomando o remédio", sugere Dra. Ana Regina. Essa pausa é apenas para sentir o organismo e fazer uma limpeza, assim é mais fácil detectar aspectos como cólica, TPM e fluxo natural do seu corpo, fatores que são alterados como uso do medicamento. Como ele impede que o óvulo amadureça, o corpo não se prepara para uma gestação como faria sem o anticoncepcional.

Já para quem engravida e, sem saber, continua tomando a pílula, não existe motivo para grandes alardes. "A pílula contém progesterona, hormônio que ajuda a manter a placenta, o que pode provocar algum sangramento e ser confundido com a menstruação, fazendo com que a mulher não perceba a gravidez logo de início. Porém, logo as mudanças físicas aparecerão, revelando a gestação", explica a doutora.


Assim que detectada a gravidez, é importante manter o acompanhamento médico, como toda gestante, de pelo menos seis consultas pré-natais e, claro, suspender o uso da pílula, pois, caso ela seja usada durante toda a gestação e o feto seja masculino, pode haver alguma influência no desenvolvimento do bebê.

Dúvidas como essas deixam claro que toda mulher deve ir ao ginecologista pelo menos duas vezes ao ano, pois é muito importante manter sua saúde íntima sempre saudável.

Por Adriana Massini (MBPress)

fonte: http://vilamulher.terra.com.br/tomar-pilula-por-muito-tempo-dificulta-a-gestacao-8-1-52-79.html

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Vigilância retira anticoncepcionais das ruas

Cerca de 1,3 milhão de medicamentos estavam irregulares
A Vigilância Sanitária tirou de circulação cerca de 1,3 milhão de anticoncepcionais entre 2007 e 2010, afirmou a colunista da Folha de S. Paulo Mônica Bergamo.  Segundo ela, os medicamentos foram reprovados após análise no Instituto Adolfo Lutz.

Os produtos foram comprados para o Programa de Saúde da Mulher, que distribui gratuitamente os  remédios.

De acordo com Bergamo, de 154 lotes pesquisados, 34 apresentaram problemas nos rótulos ou na quantidade do princípio ativo. Os problemas poderiam comprometer sua eficácia.


terça-feira, 28 de junho de 2011

Uso da pílula anticoncepcional ainda gera dúvida entre as mulheres

G1 A pílula anticoncepcional é uma das opções mais escolhidas para evitar a gestação. Mas o uso do medicamento, que chega a ter 99% por cento de eficácia, ainda gera dúvidas. Há quem não viva sem ele, mas outras pessoas evitam por acreditar que podem ter riscos à saúde.

A pílula anticoncepcional surgiu na década de 1960. Na época, o medicamento tornou-se um simbolo do movimento feminista e do processo de liberdade sexual das mulheres. Pela primeira vez, elas teriam autonomia para decidir quando iriam engravidar. Um controle que ajudou a abrir as portas do mercado de trabalho e foi fundamental na luta por direitos iguais.

Atualmente a medicina oferece muitas alternativas para evitar a gravidez, como a injeção, o diafragma, o DIU e o adesivo. Mas a pílula ainda é o método mais usado no mundo. Um dos motivos está na praticidade: cada cartela tem as doses de hormônio necessárias para evitar a ovulação.

Toda vez que a mulher ingere a pílula, os hormônios sintéticos presentes no medicamento vão parar na corrente sanguínea e depois no cérebro. A substância age em uma glândula chamada hipófise. É como se informasse ao corpo que a mulher já ovulou. Assim, a glândula deixa de produzir os hormônios naturais e a gestação é evitada.

O processo é o mesmo para todas as pílulas, mas no mercado, existem mais de 80 opções diferentes e com preços que podem variar de R$ 5 a 60. "Hoje em dia o que manda no preço é a marca do medicamento ou a concentração dele. Por isso a diferença é grande", explica o farmacêutico Jary Novaes.

Em alguns casos, a diferença vai além do preço. Há mais de 15 anos, a analista de sistemas Ana Karina Espíndola de Albuquerque desistiu de usar o medicamento. Na época, antes do casamento, foi orientada a tomar a pílula por um médico. Mas os efeitos colaterais vieram em plena lua-de-mel. "Dor de cabeça, inchaço, me causou muito mal. Imagina ficar três meses com dor de cabeça constante", relata.

O ginecologista Edvardes Gomes diz que se o médico prescreve o medicamento de acordo com as características de cada mulher, evita-se o risco dos efeitos colaterais. Nem sempre o que é bom para uma, servirá para outra. "Cada mulher tem um perfil, um peso, doenças prévias, um tipo de ciclo menstrual. Isso tudo vai ser avaliado pelo médico antes de prescrever a pílula", diz.

Outras pacientes costumam associar o anticoncepcional ao aparecimento de doenças. A panfletista Elza Pinheiro suspeita que o uso do anticoncepcional por quase 30 anos tenha relação com o câncer que ela desenvolveu há cinco anos. "É um remédio que tem muita química", diz.

Mas o médico explica que a pilula só é contraindicada em alguns casos específicos, e não provoca doenças. "Existe pílula específica para o período de amamentação. Ou se ela tem doença hepática grave, a pílula seria contraindicada", afirma Gomes.

Com a ajuda de um especialista é possível encontrar uma saída, como fez Ana Karina. Depois de conviver por anos com a tabelinha, ela se adaptou ao DIU. Hoje ela não usa nenhum método, só que desta vez, por opção. "A gente decidiu concretizar esse amor tendo um filho, então faz uns dois meses que eu tirei [o DIU] para a gente planejar esse filho", diz a analista.

fonte: http://www.fatimanews.com.br/noticias/uso-da-pilula-anticoncepcional-ainda-gera-duvida-entre-as-mulheres_119430/

segunda-feira, 21 de março de 2011

Livro - Anticoncepcionais

O uso de anticoncepcionais, também identificados como contraceptivos orais, constitui um dos métodos mais utilizados para prevenir a gravidez. Mas é importante consultar um ginecologista antes de utilizá-lo, pois em algumas mulheres podem causar riscos à saúde. Além disso, existem diversos tipos de pílulas e somente o médico pode determinar qual é a mais indicada para cada mulher.

QUAIS AS PRINCIPAIS Orientações para O uso CORRETO?
• Os contraceptivos orais devem ser tomados de acordo com a prescrição médica, respeitando sempre os dias.
• Se uma pílula for esquecida deve ser tomada assim que se lembrar. A dose seguinte deve ser tomada normalmente, na mesma hora de sempre. Se já tiver passado um dia quando se lembrar, pode tomar as duas doses no mesmo horário habitual.
• Se duas ou mais pílulas forem esquecidas, é aconselhável abandonar a cartela e usar outro método contraceptivo (de preferência um método de barreira, ex.: camisinha). Nesse caso, após a menstruação deve-se recomeçar a tomar o medicamento normalmente.

ATENÇÃO
• Ao contrário do que se pensava, um intervalo “livre de pílulas” não traz vantagem terapêutica. Nesse intervalo pode ocorrer ovulação e, não usando outro método contraceptivo, a mulher pode engravidar.
• Existem medicamentos que diminuem o efeito do anticoncepcional: barbitúricos, carbamazepina, fenitoína, antibióticos como a ampicilina, rifampicina, tetraciclinas.

IMPORTANTE
Existem outros métodos para evitar a gravidez, como uso de camisinhas e do DIU - Dispositivo Intra-Uterino. A utilização de camisinhas é importante em todas as relações, para evitar também as doenças sexualmente transmissíveis como AIDS, sífilis, gonorréias, etc.



http://portal.anvisa.gov.br/wps/wcm/connect/6f35e90043e83690a3e0bbf12823b55a/Cartilha+BAIXA+revis%C3%A3o+24_08.pdf?MOD=AJPERES&useDefaultText=0&useDefaultDesc=0

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