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quarta-feira, 1 de julho de 2015

Farmácias "online" na UE passam a ter logótipo comum contra medicamentos falsos

 
A disposição, adoptada há cerca de um ano pela Comissão Europeia, entra em vigor a partir de quarta-feira.
 
 
A partir de quarta-feira, 1 de Julho, todas as farmácias e revendedores "online" a operar legalmente na União Europeia devem utilizar um logótipo comum a atestar a autenticidade e segurança dos medicamentos vendidos na Internet.
Esta disposição que entra agora em vigor está prevista num regulamento adoptado há cerca de um ano pela Comissão Europeia, no quadro da legislação comunitária contra medicamentos falsificados, recordou esta terça-feira o executivo comunitário.
O executivo comunitário explicou nesta terça-feira que um cidadão que pretenda comprar medicamentos na Internet deve procurar o logótipo, e, clicando sobre o mesmo, é dirigido à página da autoridade nacional de regulação, que fornece uma lista de todas as farmácias e retalhistas legais de medicamentos no Estado-membro em questão.
A Comissão Europeia recorda que geralmente os medicamentos falsificados são não só ineficazes, como podem ser nocivos e até mesmo mortais.

Fonte: Público
 

terça-feira, 24 de junho de 2014

Medicamentos na Internet: Bruxelas introduz logótipo que garante a segurança dos consumidores

Medicamentos na Internet: Bruxelas introduz logótipo que garante a segurança dos consumidores

Com os europeus a comprarem cada vez mais medicamentos através da Internet, como podemos ter a certeza de que uma farmácia em linha é autêntica e segura? Hoje, a Comissão Europeia adopta um regulamento de execução ao abrigo da directiva relativa aos medicamentos falsificados que estabelece o grafismo de um logótipo comum para as farmácias em linha, bem como os requisitos técnicos para assegurar a sua autenticidade. O logótipo estará plenamente disponível no segundo semestre de 2015.
O comissário europeu responsável pela Saúde, Tonio Borg, declarou: «Ao comprar medicamentos através da Internet, os consumidores devem estar conscientes de que, se não os comprarem a fornecedores de medicamentos legalmente autorizados, correm o risco de estar a adquirir medicamentos falsificados. Os medicamentos falsificados podem ser ineficazes, nocivos ou mesmo mortais. A Comissão criou um logótipo comum para as farmácias em linha a fim de garantir a segurança dos consumidores.»

Qual o aspecto do logótipo?

É este o logótipo a procurar na página principal de uma farmácia em linha. O rectângulo situado ao meio, à esquerda, incluirá a bandeira do país da UE onde se encontra estabelecida a farmácia em linha e o texto estará traduzido para a língua ou línguas oficiais desse país.

Como funciona?

Em primeiro lugar, é necessário procurar o logótipo no site onde se pretende comprar medicamentos, a seguir deve clicar-se nesse símbolo. Esse clique deve redireccionar o utilizador para o site da autoridade reguladora nacional, onde se encontra a lista de todas as farmácias em linha que estão a funcionar legalmente e outros retalhistas de medicamentos legalmente autorizados. O utilizador deve verificar se a farmácia consta da lista. A seguir pode continuar a sua compra. Se o nome da farmácia não estiver na lista, aconselha-se a não comprar nada nesse site. Deve recorrer-se a um retalhista de medicamentos legalmente autorizado constante da lista da autoridade reguladora nacional.
Quando começará a aparecer este logótipo?
O regulamento entrará em vigor dentro de quatro a seis semanas. Os Estados-Membros dispõem de um prazo de um ano para lhe dar aplicação. A Comissão Europeia disponibiliza às autoridades nacionais uma ferramenta de comunicação para que possam preparar-se para as campanhas nacionais de sensibilização exigidas pela directiva relativa aos medicamentos falsificados.
A ferramenta de comunicação e informações suplementares sobre medicamentos falsificados estão disponíveis no seguinte endereço: http://ec.europa.eu/health/human-use/falsified_medicines/index_en.htm

Fonte: http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=711460

segunda-feira, 14 de abril de 2014

Europa - EMA inicia revisão da segurança dos medicamentos que contêm testosterona

14/04/2014 - 11:34

A Agência Europeia do Medicamento (EMA) iniciou a revisão da segurança dos medicamentos que contêm testosterona, que são principalmente usados em homens que não produzem testosterona suficiente (hipogonadismo), alerta o Infarmed.

A revisão foi desencadeada pela agência do medicamento da Estónia devido aos efeitos indesejáveis cardíacos. Esta medida decorre dos resultados de um estudo que sugere que a utilização de testosterona aumenta o risco de enfarte do miocárdio em homens com idade superior a 65 anos, bem como em homens mais jovens com doença cardíaca pré-existente.

Este estudo confirma o resultado de estudos anteriores, incluindo o Veterans Health Care Study, que sugere que os homens com doença cardíaca pré-existente em tratamento com testosterona têm um risco aumentado de problemas cardíacos em comparação com os homens não tratados com este medicamento.

Enquanto esta revisão decorre, os doentes não devem deixar de utilizar os medicamentos contendo testosterona e, em caso de dúvida, devem falar com o seu médico ou farmacêutico.

A EMA e o Infarmed continuarão a acompanhar e a divulgar toda a informação disponível sobre este assunto.

Fonte: Infarmed
Divulgação: RCM pharma

terça-feira, 12 de março de 2013

Medicamentos contendo domperidona sob a lupa da Agência Europeia do Medicamento

12/03/2013 - 11:25

A Agência Europeia do Medicamento (EMA) iniciou a revisão de segurança dos medicamentos contendo domperidona, utilizados no alívio dos sintomas de náuseas e vómitos, sensação de plenitude gástrica, desconforto nos quadrantes superiores do abdómen e regurgitação do conteúdo gástrico, avança o Infarmed, em comunicado.

A revisão foi desencadeada pela Agência Belga de Medicamentos (FAMHP) na sequência de efeitos adversos sobre o coração. Estes efeitos adversos, incluindo prolongamento do intervalo QT (alteração da actividade eléctrica do coração) e arritmias, tinham já sido avaliados pelo Grupo Europeu de Farmacovigilância (PhVWP) em 2011. Este grupo recomendou que o resumo das características dos medicamentos (RCM) e o folheto informativo (FI) destes medicamentos fossem actualizados, de forma a reflectir o risco e a incluir informação sobre a necessidade de uma utilização cuidadosa da domperidona em doentes com determinados problemas cardíacos, incluindo insuficiência cardíaca, ataque cardíaco, angina e alterações no ritmo cardíaco.

Desde então, novos casos de efeitos cardíacos foram notificados na Bélgica, pelo que a Agência Belga considerou que a domperidona não deve ser utilizada em doentes com prolongamento do intervalo QT ou outro problema cardíaco subjacente.

A EMA irá rever todos os dados de segurança disponíveis sobre os medicamentos contendo domperidona de forma avaliar a relação benefício-risco destes medicamentos.

A EMA e o Infarmed continuarão a acompanhar e a divulgar todas as informações pertinentes relativas a esta matéria.

Fonte: RCM