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domingo, 12 de outubro de 2014

Goiás - Novo tabela salarial - Farmácia/Drogaria



TABELA SALARIAL 2014/2015 REAJUSTE 7,09%

HORAS SALÁRIO PISO JORNADA

2 horas diárias R$ 930,00 10 h (seg/sex)
4 horas diárias R$ 1.856,00 20 h (seg/sex)
6 horas diárias R$ 2.779,00 30 h (seg/sex)
8 horas diárias R$ 3.708,00 40 h (seg/sex)

2- Jornada de Trabalho de até 44 (quarenta e quatro) horas semanal 2014.

HORAS SALÁRIO PISO JORNADA
2 horas diárias R$ 1.158,00 10 h (seg/sex) e 4 h sábado 14H
4 horas diárias R$ 2.083,00 20 h (seg/sex) e 4 h sábado 24H
6 horas diárias R$ 3.012,00 30 h (seg/sex) e 4 h sábado 34H
8 horas diárias R$ 3.936,00 40 h (seg/sex) e 4 h sábado 44H
FARMACÊUTICO GERENTE – R$3.936,00 + ADICIONAL DE 40% R$ 1.574,40 =
TOTAL SALÁRIO R$ 5.510,40

Fonte: SINFARGO

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Goiás 2013 - Reajuste do Piso salarial para Farmácia e drogaria



Piso do Farmacêutico 20.11.2013

A partir de 01 de outubro de 2013 fica assegurado ao farmacêutico e/ou responsável técnico um reajuste de 6,5% (SEIS VÍRGULA CINCO POR CENTO) e o piso salarial de:

§ 1º – Jornada de Trabalho de até 40 (quarenta) horas semanal (de segunda a sexta-feira)

HORAS
SALÁRIO PISO
JORNADA
2 horas diárias
   R$  868,00
10 h (seg/sex)
4 horas diárias
R$ 1.733,00
20 h (seg/sex)
6 horas diárias
R$ 2.595,00
30 h (seg/sex)
8 horas diárias
R$ 3.462,00
40 h (seg/sex)

§ 2º – Jornada de Trabalho de até 44 (quarenta e quatro) horas semanal. 

HORAS
SALÁRIO PISO
JORNADA
2 horas diárias
R$1.081,00
10 h (seg/sex) e
4 h sábado
4 horas diárias
R$1.945,00
20 h (seg/sex) e
4 h sábado
6 horas diárias
R$ 2.812,00
30 h (seg/sex) e
4 h sábado
8 horas diárias
R$ 3.675,00
40 h (seg/sex) e
4 h sábado

§ 3º – Jornada de Trabalho em escala de 12 horas de trabalho, e 36 horas de intervalo entre jornadas, escala de 12h x 36h.

HORAS
SALÁRIO PISO
JORNADA
12 h x 36h
R$ 3.675,00
180 horas/mês.

Parágrafo 4º - Fica Autorizada a compensação dos reajustes salariais e/ou antecipações concedidas espontaneamente pelo empregador.

Cláusula Quarta – Do Salário Normativo 2014 

A partir de 01 de outubro de 2014 fica assegurado ao Farmacêutico e/ou Responsável Técnico um reajuste onde será aplicado índice do INPC acumulado de outrubo/2013 a setembro/2014 acrescido de 0,5% (Zero vírgula cinco por cento), tabela a ser divulgada posteriormente e com os cálculos.

Fonte: Sinfargo

terça-feira, 29 de outubro de 2013

Ministério Público do Trabalho investiga Estabelecimentos Farmacêuticos que pagam abaixo do Piso

Denúncia foi feita pelo Sinfarms 

Após várias denúncias de que Estabelecimentos Farmacêuticos estariam pagando salários abaixo do Piso Normativo, o Sinfarms protocolizou denúncia à Coordenadoria Nacional  de Combate às Fraudes nas Relações de Emprego
(CONAFRET), no Ministério Público do Trabalho/MS.

Leia resposta do MPT

Após colher várias provas este Sindicato protocolizou denúncia com os nomes e os CNPJs das empresas que fazem este tipo de fraude.
Vale lembrar que tais estabelecimentos poderão ser fechados e, ainda, sofrerem pesadíssimas multas do MPT.

Em assim sendo, o Sinfarms conclama a todos os farmacêuticos que ganham abaixo do Piso, ou que conhecem algum estabelecimento que pratica este crime para que denuncie através do link "Denuncie" do site www.sinfarms.org.br.

É hora de dar basta nesta humilhação!  O Sinfarms conta com a participação ativa de todos os farmacêuticos.

Fonte: Sinfarms


sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Direito Trabalhista - Farmacêutico recebia abaixo do piso ético

Farmacêutico recebia abaixo do piso ético

Fraude trabalhista descoberta em rede de farmácias de Goiânia
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A rede de farmácias Drogalins, com 12 estabelecimentos na cidade de Goiânia, foi alvo de flagrante por fraude trabalhista nesta segunda-feira, dia 9 de outubro.
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A Procuradora do Trabalho Janilda Guimarães Collo, acompanhada de dois agentes da Polícia Federal, flagrou farmacêuticos recebendo remuneração inferior ao piso salarial previsto em Convenção Coletiva, que são obrigados a assinar recibos que indicam o valor total.
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As investigações do Ministério Público do Trabalho vinham tentando comprovar a fraude há mais de dois anos, quando foi recebida denúncia do Sindicato dos Farmacêuticos do Estado de Goiás.
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O flagrante só foi possível porque a farmacêutica Kelly Cristina Campos entrou em contato com a Procuradora responsável pelo caso, revelou o dia do pagamento e pediu orientação de como agir, pois estava sendo ameaçada de demissão.
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De acordo com Janilda Guimarães, a empresa já havia sido chamada para explicar a fraude, mas negou o fato. "O dono não só negava, como se comprometeu a pagar através de conta bancária", revelou a Procuradora.
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Aos empregados, o dono dizia que não ia pagar o piso da categoria e que, para receber o valor total, os farmacêuticos teriam que vender os produtos da farmácia para ganhar a diferença como comissão.
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Após a diligência, a Procuradora prestou depoimento na sede da Polícia Federal em Goiânia e o gerente da loja só não foi preso por não ser o responsável pela rede de farmácias. Foram apreendidos um recibo de pagamento de salário referente ao mês de setembro de 2006 no valor de R$ 1.188,00 e o valor em espécie pago de R$ 757,65. Os documentos servirão como prova na Ação Civil Pública que a Procuradora do Trabalho ajuizará contra a rede de farmácias ainda em outubro.
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Seguindo denúncias de que outras farmácias de Goiânia agem da mesma forma, o Ministério Público do Trabalho deverá investigar todas as lojas.

fonte da notícia:
http://www.pgt.mpt.gov.br/pgtgc/publicacao/engine.wsp?tmp.area=271&tmp.texto=1809