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segunda-feira, 26 de agosto de 2013
segunda-feira, 27 de maio de 2013
Remédios contra colesterol podem aumentar diabetes, diz estudo
Alguns tipos de estatinas, substâncias usadas para evitar doenças do coração, aumentam o risco de diabetes tipo 2 em idosos, de acordo com investigadores canadianos.
O estudo, divulgado no British Medical Journal, sugere que as estatinas mais poderosas podem aumentar o risco da diabetes em 22% em comparação com os tipos mais fracos.No entanto, os especialistas dizem que, de um modo geral, os benefícios da substância ainda são maiores do que os riscos.
As estatinas são um grupo de medicamentos indicados para baixar os níveis de mau colesterol no sangue.
Isso reduz a probabilidade de um ataque cardíaco ou de um derrame.
Fonte: Diário Digital
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
Hoje é o Dia Mundial de combate à doença, caracterizada por uma alteração na insulina
Thaís Cordon Atouguia vivabem@band.com.br
Uma das doenças que mais avança sobre a população mundial, o diabetes, tem nesta segunda-feira o seu Dia Mundial para alertar a sociedade.
A nutricionista Bruna Murta, da rede Mundo Verde, explicou ao Portal da Band que o diabetes é uma doença crônica caracterizada pela alteração na insulina – hormônio responsável pelo transporte da glicose (açúcar) do sangue para o interior das células. “Quando ocorre falha na secreção ou na ação deste hormônio, ocorre hiperglicemia (níveis elevados de açúcar no sangue), que pode levar a diversas complicações à saúde”, explica.
O diabetes pode ser dos tipos 1 e 2. “O diabetes tipo 1 é quando a pessoa tem pouca ou nenhuma insulina. Ele ocorre quando as células do pâncreas, que produzem a insulina, são destruídas. Esse tipo geralmente aparece em crianças ou em adolescentes não obesos. Já no tipo 2, as pessoas têm menor capacidade de liberar insulina do que os indivíduos normais, e, ao contrário dos pacientes com diabetes tipo 1, esses pacientes não são dependentes de injeções de insulina. Esse tipo, geralmente, aparece após os 40 anos de idade e está associado à obesidade”, explica o endocionolista Walter Minicucci, vice-presidente da SBD (Sociedade Brasileira de Diabetes) e médico assistente da disciplina de Endocrinologia da Unicamp.
“O tipo 1, geralmente, é adquirido ao longo da vida e o peso não aumenta o risco dessa doença. Já o tipo 2 se instala silenciosamente, onde – geralmente- os primeiros sintomas são a alteração visual, doença vascular e outros”, declara Minicucci.
O endocrinologista afirma que o aumento de casos de diabetes, especialmente do tipo 2, em países em desenvolvimento decorre de alguns fatores como aumento da obesidade, sedentarismo, maus hábitos alimentares e do próprio envelhecimento da população.
Depoimento de quem tem o diabetes
A jornalista Lâna Cortes, de 51 anos, passou por muito tempo no limite da taxa de açúcar no sangue e há dez anos descobriu ter a diabetes tipo 2. “Sempre senti muita sede, suor excessivo e, além disso, sinto um gosto diferente na boca que é indescritível”, declara.
De acordo com Minicucci, quando não controlada adequadamente, a doença pode acarretar complicações graves como retinopatia diabética – que pode causar perda visual definitiva –, catarata precoce, alteração da função renal que pode levar o paciente para a hemodiálise, alterações neurológicas que podem ocasionar dores em membros inferiores, além de atrofias musculares e complicações cardiovasculares (infarto do miocárdio e acidente vascular cerebral).
Para Lâna, o que mais lhe afeta é não poder comer chocolate todos os dias. No entanto, segundo a jornalista, sua maior preocupação é a perda de visão. “ Eu acredito que depois da comprovação da doença eu comecei a enxergar bem menos”, revela.
O advogado, economista e administrador de empresas Richard Bernardes, de 40 anos, descobriu ter diabetes tipo 2 há três anos. “ Meus primeiros sintomas foram depressão, dor de cabeça, sonolência e alteração de humor muito repentina. Meu sistema nervoso ficou totalmente afetado.” O advogado afirma que ainda sente alguns desses sintomas, porém com tratamento contínuo eles aparecem com menos intensidade.
Como controlar a doença
Para o tratamento da diabetes tipo 2, Minicucci afirma que, além dos medicamentos, para melhor controlar a controlar a doença as pessoas devem fazer uma dieta saudável, rica em fibras e pobre em gorduras saturadas. É muito importante ainda não ganhar peso: se a pessoa estiver acima do peso, ela deve voltar ao peso normal. Além disso, para melhorar o controle da doença, segundo ele, é fundamental exercitar-se no mínimo três vezes por semana (de 45 minutos a uma hora).
Sobre o uso do medicamento victoza (liraglutida) - utilizado no tratamento do diabetes tipo 2 -, o médico esclarece que o remédio causa o emagrecimento em alguns pacientes, porém, foi fabricado para o uso dos diabéticos. “ Meus pacientes consomem o victoza e realmente o remédio tem um bom resultado. Mas para os que não sofrem dessa doença, o o victoza aumenta o risco de desenvolvimento de pancreatite, doença que pode levar o pâncreas a destruição”, finaliza.
fonte: http://www.band.com.br/viva-bem/saude/noticia/?id=100000467585
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
Por dia, cerca de 500 brasileiros descobrem que têm diabetes
Por dia, cerca de 500 brasileiros descobrem que têm a doença, que acomete 10 milhões no país. Em todo o mundo, a epidemia atinge 366 milhões de pessoas e mata 4,6 milhões por ano. Para aprofundar o assunto, o Bem Estar desta quarta-feira (28) recebeu os endocrinologistas Alfredo Halpern e Marília Gomes.
Pães, bolos, macarrão ou doces viram açúcar dentro do corpo, algo fundamental para termos energia e desempenharmos as atividades do dia a dia. Mas a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda, no máximo, de 3 a 4 colheres de açúcar por dia. Quatro colheres de macarrão, um pão francês e uma fatia de bolo, por exemplo, já contêm 2,5 colheres.
Para medir os níveis de glicemia (açúcar) no sangue, os diabéticos usam o chamado "teste de destro", uma maquininha que dá um furo no dedo e analisa o sangue. Quanto maior o nível de açúcar, mais difícil é para o corpo carregá-lo para dentro das células, onde ele vai virar energia. Veja abaixo os parâmetros usados:
Menos de 100 mg/dl – Normal
De 100 a 127 mg/dl – Pré-diabetes
Mais de 127 mg/dl – Diabetes
Frutas com alto índice glicêmico:
Banana
Mamão e papaia
Manga
Uva
Caqui
Fruta do conde
Frutas com baixo índice glicêmico:
Pera
Maçã
Morango
Pêssego
Fonte: G1.globo.com
Divulgado por: http://www.pheventosbr.com.br/ph-eventos-noticias-texto.asp?Noticia=886#.ToR2MDx34lU.facebook
quarta-feira, 4 de maio de 2011
Como preparar uma criança diabética para injeções de insulina
| 04/05/2011 -Portal IG |
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| Para uma criança com diabetes, as medições de glicose no sangue ou as injeções de insulina podem ser uma grande fonte de ansiedade, especialmente no início. Os pais e encarregados da educação infantil não devem demonstrar medo ou insegurança. A Associação Americana de Diabetes dá algumas sugestões para que os procedimentos possam ser feitos de forma a deixar a criança mais segura: - Pratique com ela respirar profundamente e soltar o ar lentamente. - Conte ao seu filho uma piada ou cante sua música favorita durante o procedimento. - Permita que ele brinque de médico e finja dar a injeção primeiro em você. - Peça para seu filho contar sobre a hora favorita de seu dia. - Prepare o local da injeção com um beijo. E dê outro quando terminar. - Aplique a injeção o mais rápido possível. - Elogie seu filho, dizendo o quanto o acha corajoso. fonte: http://www.sincofago.com.br/ |
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