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segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Medicamentos contra colesterol 'podem aumentar diabetes'

Cientistas dizem que uso preferencial de estatina mais fraca deve ser considerado

DA BBC BRASIL
Alguns tipos de estatinas, substâncias usadas para evitar doenças do coração, aumentam o risco de diabetes tipo 2 em idosos, de acordo com pesquisadores canadenses.

O estudo, divulgado na publicação científica British Medical Journal, sugeriu que estatinas mais poderosas ─ como a atorvastatina ─ podem aumentar o risco de diabetes em 22% em comparação com os tipos mais fracos.

De acordo com os pesquisadores, a atorvastatina, vendida no Brasil com o nome de Lipitor, teve ligação com um caso extra de diabetes para cada um dos 160 pacientes que a utilizaram.

No entanto, os especialistas dizem que, de um modo geral, os benefícios da substância ainda são maiores do que os riscos.

As estatinas são um grupo de medicamentos indicados para baixar os níveis de mau colesterol no sangue. Isso reduz as chances de um ataque cardíaco ou de um derrame.

Todas as drogas têm efeitos colaterais, mas a equipe de pesquisadores de hospitais em Toronto diz que há controvérsias sobre o aumento do risco da diabetes causado pelas diferentes estatinas.

Para confirmar a hipótese, eles examinaram os registros médicos de 1,5 milhão de pessoas acima de 66 anos e compararam a incidência de diabetes entre pessoas tratadas com diversos tipos de estatinas.

"Descobrimos que pacientes tratados com atorvastatina, rosuvastatina ou sinvastatina tinham mais riscos de aparição da diabetes comparados aos tratados com pravastatina", diz o estudo.

"Clínicos devem levar em conta esse risco quando estiverem considerando um tratamento com estatina para pacientes. O uso preferencial da pravastatina (...) pode ser indicado."
Benefícios

Comentando sobre o estudo, o professor Risto Huupponen e a professora Jorma Viikari, da Universidade de Turku, na Finlândia, disseram que "os benefícios gerais das estatinas ainda superam o risco potencial de diabetes".

No entanto, segundo eles, é preciso levar em conta o fato de que cada tipo de estatina é indicado para um tipo de paciente.

"As estatinas mais potentes, pelo menos em doses mais altas, devem ser preferencialmente reservadas para pacientes que não respondem a tratamentos de baixa potência, mas têm um risco maior de desenvolver doenças cardiovasculares."

"As estatinas são tomadas com segurança por milhões na Grã-Bretanha e protegem os que têm alto risco de desenvolver doenças cardíacas", disse Maureen Talbot, especialista da British Heart Foundation.

"Apesar de os estudos sugerirem um aumento no risco de que pacientes idosos desenvolvam diabetes quando tomam certas estatinas, outros fatores de risco como sobrepeso, histórico familiar e etnia podem ter tido um papel."

Fonte: BBC Brasil

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Remédios contra colesterol podem aumentar diabetes, diz estudo


Remédios contra colesterol podem aumentar diabetes, diz estudo

Alguns tipos de estatinas, substâncias usadas para evitar doenças do coração, aumentam o risco de diabetes tipo 2 em idosos, de acordo com investigadores canadianos.

O estudo, divulgado no British Medical Journal, sugere que as estatinas mais poderosas podem aumentar o risco da diabetes em 22% em comparação com os tipos mais fracos.

No entanto, os especialistas dizem que, de um modo geral, os benefícios da substância ainda são maiores do que os riscos.

As estatinas são um grupo de medicamentos indicados para baixar os níveis de mau colesterol no sangue.

Isso reduz a probabilidade de um ataque cardíaco ou de um derrame.

Fonte: Diário Digital

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Hoje é o Dia Mundial de combate à doença, caracterizada por uma alteração na insulina

Quando não controlado adequadamente, o diabetes pode gerar complicações graves  / Antonio Cruz/Agência Brasil Quando não controlado adequadamente, o diabetes pode gerar complicações graves Antonio Cruz/Agência Brasil
Uma das doenças que mais avança sobre a população mundial, o diabetes, tem nesta segunda-feira o seu Dia Mundial para alertar a sociedade.

A nutricionista Bruna Murta, da rede Mundo Verde, explicou ao Portal da Band que o diabetes é uma doença crônica caracterizada pela alteração na insulina – hormônio responsável pelo transporte da glicose (açúcar) do sangue para o interior das células. “Quando ocorre falha na secreção ou na ação deste hormônio, ocorre hiperglicemia (níveis elevados de açúcar no sangue), que pode levar a diversas complicações à saúde”, explica.

O diabetes pode ser dos tipos 1 e 2. “O diabetes tipo 1 é quando a pessoa tem pouca ou nenhuma insulina. Ele ocorre quando as células do pâncreas, que produzem a insulina, são destruídas. Esse tipo geralmente aparece em crianças ou em adolescentes não obesos. Já no tipo 2, as pessoas têm menor capacidade de liberar insulina do que os indivíduos normais, e, ao contrário dos pacientes com diabetes tipo 1, esses pacientes não são dependentes de injeções de insulina. Esse tipo, geralmente, aparece após os 40 anos de idade e está associado à obesidade”, explica o endocionolista Walter Minicucci, vice-presidente da SBD (Sociedade Brasileira de Diabetes) e médico assistente da disciplina de Endocrinologia da Unicamp.

“O tipo 1, geralmente, é adquirido ao longo da vida e o peso não aumenta o risco dessa doença. Já o tipo 2 se instala silenciosamente, onde – geralmente- os primeiros sintomas são a alteração visual, doença vascular e outros”, declara Minicucci.

O endocrinologista afirma que o aumento de casos de diabetes, especialmente do tipo 2, em países em desenvolvimento decorre de alguns fatores como aumento da obesidade, sedentarismo, maus hábitos alimentares e do próprio envelhecimento da população.

Depoimento de quem tem o diabetes

A jornalista Lâna Cortes, de 51 anos, passou por muito tempo no limite da taxa de açúcar no sangue e há dez anos descobriu ter a diabetes tipo 2. “Sempre senti muita sede, suor excessivo e, além disso, sinto um gosto diferente na boca que é indescritível”, declara.

De acordo com Minicucci, quando não controlada adequadamente, a doença pode acarretar complicações graves como retinopatia diabética – que pode causar perda visual definitiva –, catarata precoce, alteração da função renal que pode levar o paciente para a hemodiálise, alterações neurológicas que podem ocasionar dores em membros inferiores, além de atrofias musculares e complicações cardiovasculares (infarto do miocárdio e acidente vascular cerebral).

Para Lâna, o que mais lhe afeta é não poder comer chocolate todos os dias. No entanto, segundo a jornalista, sua maior preocupação é a perda de visão. “ Eu acredito que depois da comprovação da doença eu comecei a enxergar bem menos”, revela.

O advogado, economista e administrador de empresas Richard Bernardes, de 40 anos, descobriu ter diabetes tipo 2 há três anos. “ Meus primeiros sintomas foram depressão, dor de cabeça, sonolência e alteração de humor muito repentina. Meu sistema nervoso ficou totalmente afetado.”  O advogado afirma que ainda sente alguns desses sintomas, porém com tratamento contínuo eles aparecem com menos intensidade.

Como controlar a doença

Para o tratamento da diabetes tipo 2,  Minicucci afirma que, além dos medicamentos, para melhor controlar a controlar a doença as pessoas devem fazer uma dieta saudável, rica em fibras e pobre em gorduras saturadas. É muito importante ainda não ganhar peso: se a pessoa estiver acima do peso, ela deve voltar ao peso normal. Além disso, para melhorar o controle da doença, segundo ele, é fundamental exercitar-se no mínimo três vezes por semana (de 45 minutos a uma hora).

Sobre o uso do medicamento victoza (liraglutida) - utilizado no tratamento do diabetes tipo 2 -, o médico esclarece que o remédio causa o emagrecimento em alguns pacientes, porém, foi fabricado para o uso dos diabéticos. “ Meus pacientes consomem o victoza e realmente o remédio tem um bom resultado. Mas para os que não sofrem dessa doença, o o victoza aumenta o risco de desenvolvimento de pancreatite, doença que pode levar o pâncreas a destruição”, finaliza.


fonte: http://www.band.com.br/viva-bem/saude/noticia/?id=100000467585

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Por dia, cerca de 500 brasileiros descobrem que têm diabetes

Manter o peso, não fumar, ter uma alimentação saudável, praticar exercícios e fazer check-ups regulares são cinco dicas úteis para prevenir a diabetes.

Por dia, cerca de 500 brasileiros descobrem que têm a doença, que acomete 10 milhões no país. Em todo o mundo, a epidemia atinge 366 milhões de pessoas e mata 4,6 milhões por ano. Para aprofundar o assunto, o Bem Estar desta quarta-feira (28) recebeu os endocrinologistas Alfredo Halpern e Marília Gomes.





Pães, bolos, macarrão ou doces viram açúcar dentro do corpo, algo fundamental para termos energia e desempenharmos as atividades do dia a dia. Mas a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda, no máximo, de 3 a 4 colheres de açúcar por dia. Quatro colheres de macarrão, um pão francês e uma fatia de bolo, por exemplo, já contêm 2,5 colheres.

Para medir os níveis de glicemia (açúcar) no sangue, os diabéticos usam o chamado "teste de destro", uma maquininha que dá um furo no dedo e analisa o sangue. Quanto maior o nível de açúcar, mais difícil é para o corpo carregá-lo para dentro das células, onde ele vai virar energia. Veja abaixo os parâmetros usados:

Menos de 100 mg/dl – Normal
De 100 a 127 mg/dl – Pré-diabetes
Mais de 127 mg/dl – Diabetes

Frutas com alto índice glicêmico:

Banana
Mamão e papaia
Manga
Uva
Caqui
Fruta do conde

Frutas com baixo índice glicêmico:

Pera
Maçã
Morango
Pêssego

Fonte: G1.globo.com

Divulgado por: http://www.pheventosbr.com.br/ph-eventos-noticias-texto.asp?Noticia=886#.ToR2MDx34lU.facebook

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Como preparar uma criança diabética para injeções de insulina


04/05/2011 -Portal IG

Para uma criança com diabetes, as medições de glicose no sangue ou as injeções de insulina podem ser uma grande fonte de ansiedade, especialmente no início. Os pais e encarregados da educação infantil não devem demonstrar medo ou insegurança.

A Associação Americana de Diabetes dá algumas sugestões para que os procedimentos possam ser feitos de forma a deixar a criança mais segura:

- Pratique com ela respirar profundamente e soltar o ar lentamente.
- Conte ao seu filho uma piada ou cante sua música favorita durante o procedimento.
- Permita que ele brinque de médico e finja dar a injeção primeiro em você.
- Peça para seu filho contar sobre a hora favorita de seu dia.
- Prepare o local da injeção com um beijo. E dê outro quando terminar.
- Aplique a injeção o mais rápido possível.
- Elogie seu filho, dizendo o quanto o acha corajoso.

fonte: http://www.sincofago.com.br/