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segunda-feira, 26 de maio de 2014

Why are Doctors Threatened by Pharmacist Prescribing?

Monday, November 24, 2008 | Categories: Dr. Brian's Blog

In 2006, Alberta became the first province in Canada to permit pharmacists to prescribe certain medications. Under provincial legislation, Alberta pharmacists have two prescribing authorities. They can "adapt a prescription", meaning they are permitted to make changes to an original prescription and may also provide interim prescription renewals. As well, they may write prescriptions of their own provided they have taken a course and have demonstrated the competence to prescribe medications. That competence is specific to a particular condition. 

Other provinces have followed Alberta's lead. In October, New Brunswick became the second province to allow pharmacists to prescribe medications.

Pharmacists in both provinces can prescribe and dispense drugs for minor conditions such heartburn, athlete's foot, and seasonal allergies. They can't prescribe narcotics and don't have the authority to diagnose serious medical conditions such as diabetes and asthma.

Manitoba passed legislation that permits pharmacist prescribing that still requires implementing regulations. The Saskatchewan College of Pharmacists has proposed giving pharmacists the right to prescribe medications. The BC Pharmacy Association supports pharmacist prescribing as well.

Last week, an advisory council to Ontario's Health Ministry recommended the same for Ontario. The Ontario Medical Association has said it will study the proposal, but has already thrown cold water on the idea. Their argument? Doctors, not pharmacists, should be in the business of making diagnoses. Today on the CBC Radio One program Metro Morning, Dr. Ken Arnold, head of the Ontario Medical Association, said that what appears to be conjunctivitis or pink eye could in fact be glaucoma.

True enough. And indigestion might be a symptom of a heart attack. Yet that doesn't stop pharmacies from selling antacids and Pepcid over the counter, does it? So, what's really on the minds of some physicians?
I think they're opposed to pharmacist prescribing because it encroaches on their turf, in this case the traditional authority of physicians to prescribe drugs. That's a monopoly they'd like to keep, thank you very much.

We've heard that tune before. Many MDs and some provincial medical associations are positively allergic to the idea of nurse practitioners having indepedent family practices. Their solution? Make more doctors!

Here's the thing. It's estimated that up to 5 million Canadians can't find a family doctor. Many of those who don't have access to one come to emergency for prescription renewals that a pharmacist should be permitted to do. That would cut down on at least some unnecessary visits to emergency.

As for Alberta, the first province to permit pharmacists to prescribe? So far, the sky hasn't fallen there. That province has put appropriate checks and balances into the system. It has made certain that pharmacist don't put themselves into a conflict of interest between their prescribing and their dispensing roles.

Properly monitored, pharmacist prescribing adds a new player to a health care system that is cries for extra help.

Program Note: Check out this week's all new episode of White Coat, Black Art. I visit Telehealth to find out if it's true that they send every patient they talk to by phone to the nearest emergency department. Hint: they don't. Last week, we did a show on burnout among health professionals. We have reaction to that show that you won't want to miss. That's Monday November 24 at 1130 am (noon NT) and Saturday November 29 at 430 pm (5 pm NT).

Fonte: CBC Canadá

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Criado comitê para elaborar proposta de regulamentação Lei dos Antimicrobianos em Goiânia

- Sinfargo vai Secretariar a ação - 

Um  Comitê Técnico de Regulamentação  ao Projeto de Lei Municipal 105/2011, que dispõe sobre o controle de medicamentos a base de substâncias classificadas como antimicrobianos, aprovado na Câmara Municipal de Goiânia em 8 de agosto último,  foi criado pelo CRF-GO e teve sua primeira reunião no dia  17 de setembro, com a participação do Sinfargo,  da Feifar, dos professores farmacologistas Guilhermino Pereira Nunes e Rodrigo Taminato,  da Vigilância Sanitária de Goiânia, Superintendência de Vigilância Santiária, da Anfarmag, Sincofarma-GO, e representtantes do próprio CRF, entre outros.

Na reunião , coordenada pela Presidente da entidade Ernestina Rocha , a Diretora do Sinfargo Mirtes Bezerra foi escolhida como Secretária da Comissão, que terá como Presidente Willian Cruvinel (Conselheiro do CRF-GO) e Daniel Jesus de Paula (Conselheiro CRF-GO), como Vice.

De acordo com Mirtes, o objetivo do trabalho será  elaborar uma proposta com  parâmetros claramente definidos para que o  farmacêutico possa se apoiar  e atuar dentro dos limites de sua profissão. Depois de aprovada em plenária, a proposta será encaminhada à Secretaria Municipal de Saúde de Goiânia, responsável pela regulamentação da Lei dos Antimicrobianos.

O Comitê foi dividido em três sub-comissões, com a participação de especialistas técnicos, experientes e de notório saber com tarefas distintas, entre elas a de elaborar uma lista de recomendações de quais serão os antimicrobianos permitidos para a prescrição farmacêutica, e os critérios  para a dispensação.

“Fiquei muito feliz com a reunião, acho que começamos bem. E vamos conseguir definir os padrões éticos e de responsabilidade, ao mesmo tempo em que poderemos estabelecer os critérios de segurança para atuação do farmacêutico dentro da legalidade”, observou Mirtes.

A próxima reunião do Comitê  Técnico de Regulamentação da Lei dos Antimicrobianos será no dia 26 de setembro, para elaboração  do texto final que deve ser apresentado em sessão plenária do CRF, em 30 de setembro.

Fonte:Assessoria de Imprensa do Sinfargo, com informações do CRF-GO

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

ICTQ - 67% rejeitam prescrição farmacêutica

Para instituto que realizou a pesquisa, índice mostra desconhecimento da população
Em breve, farmacêuticos de todo o País poderão receitar, por conta própria, medicamentos que não precisem de prescrição médica. A decisão foi aprovada pelo Conselho Federal de Farmácia (CFF) no último dia 30 e começará a valer assim que for publicada no Diário Oficial da União. No entanto, grande parte dos consumidores fortalezenses parece discordar da medida. De acordo com um levantamento do Instituto de Pesquisa e Pós-graduações do Mercado Farmacêutico (ICTQ), 67% dos entrevistados na Capital não apoiam a prescrição farmacêutica.

Para o diretor executivo do ICTQ, a medida ajudará a reduzir a superlotação em postos de saúde. Resolução aprovada pelo Conselho Federal de Farmácia permite que farmacêuticos receitem remédios que não precisem de prescrição médica

O maior motivo, conforme os dados, é a falta de conhecimento sobre o que diz a decisão do CFF e, principalmente, das funções e capacidades do profissional de farmacologia. Marcus Vinícius Andrade, diretor executivo do ICTQ, explica que muitos brasileiros não sabem qual é o verdadeiro papel do farmacêutico na saúde da população, dentro dos hospitais, das clínicas e mesmo dos estabelecimentos que comercializam remédios.

Segundo ele, boa parcela dos entrevistados na pesquisa desconhece até que o farmacêutico possui formação superior. "Percebemos que muitos não sabem que ele é o profissional na área de Saúde que mais entende de medicamentos, que trabalha desde o princípio ativo do remédio até a entrega e indicação ao consumidor. Muitas vezes, as pessoas não conseguem nem reconhecer quem é o farmacêutico e quem é o balconista dentro da farmácia", afirma Andrade.

Falhas
O diretor executivo atribui o problema a falhas de comunicação e conscientização por parte dos órgãos regulamentadores da profissão, deficiência que ocasionou, ainda, o desconhecimento da resolução do CFF, a qual estabelece que o farmacêutico pode indicar remédios e produtos com finalidade terapêutica que dispensam receita médica, como medicamentos industrializados, plantas medicinais e drogas vegetais, por exemplo.

Ele destaca que, antes de ser aprovada, a medida foi à consulta pública por vários meses, mas a pesquisa de opinião não chegou a ser divulgada. "A sociedade ficou à margem dessa discussão e, por isso, tendeu a rejeitar", pontua Marcus Vinícius.

Dentre os que aprovam a prescrição farmacêutica em Fortaleza, número equivalente a 33% dos entrevistados na pesquisa do ICTQ, 24% acreditam que a medida poderá resolver doenças mais simples de maneira mais rápida e 18% creem na redução das filas nos hospitais e postos de saúde. Para Álisson Menezes, presidente em exercício do Conselho Regional de Farmácia do Ceará (CRF-CE), essas, de fato, são algumas vantagens que a decisão pode trazer.

"Vários outros países já adotam esse modelo e, pegando esses exemplos, vimos que foi muito bom, porque, no caso dos males menores, mais simples de tratar, tirou a sobrecarga dos médicos e amenizou a superlotação dos postos de atendimento primário, deixando espaço para quem realmente necessita de atendimento mais aprofundado", afirma Menezes.

Ele também destaca que a medida pode contribuir, ainda, para a redução dos índices de automedicação. Uma outra pesquisa do ICTQ mostra que 38% dos fortalezenses consome medicamentos tarja preta sem prescrição médica. Além desses, o presidente do CRF-CE cita remédios como analgésicos e antigripais, que não exigem receita.

"Essa medida torna a obtenção de medicamentos mais segura. Hoje, a pessoa vai na farmácia e consegue com o balconista um medicamento sem receita, sendo orientado por alguém que não é profissional. Com essa medida, você teria um documento, uma garantia de que foi atendido por uma pessoa que entende do assunto", diz Menezes.

SAIBA MAIS
Ranking de rejeição no Nordeste

1. Fortaleza (CE) 67%
2. Salvador (BA) 64%
3. Maceió (AL) 62%
4. Aracaju (SE) 57%
5. João Pessoa (PB) 59%
6. Recife (PE) 50%

VANESSA MADEIRAREPÓRTER

Fonte: Diário do Nordeste