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sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Mulher encontra feijão em frasco de remédio

Produto também foi encontrado em outros frascos do mesmo remédio. Laboratório responsável disse que vai recolher o lote e submetê-lo à análise

postado em 28/08/2015 17:16 / atualizado em 28/08/2015 18:41  

Correio Braziliense 

Arquivo pessoal
Após comprar um remédio para a mãe em uma farmácia de Sobradinho/DF, na última terça-feira, a bancária Eliana Sena, 44 anos, se espantou ao abrir o frasco do produto e encontrar caroços de feijão. Eliana conta que abriu o pote do medicamento e notou que o lacre estava rompido. "Quando abri, achei estranho ter tão pouco conteúdo. Coloquei em um prato e contei 24 caroços de feijão. Voltei imediatamente à farmácia", conta.

De acordo com a bancária, ao chegar no estabelecimento e relatar o ocorrido, os funcionários duvidaram da veracidade do fato. Ela contou que o gerente também aparentou não acreditar na história, por isso fez algumas ligações e depois abriu um novo pote do mesmo medicamento que estava no estoque, e também encontrou feijões.

A quantia de R$ 205, gasta ao comprar o remédio, foi então devolvida para a cliente, que registrou uma ocorrência na Anvisa, no Ministério Público e no laboratório Zodiac, responsável pela produção do remédio. "A receita que o médico me deu era para três caixas do remédio. Eu comprei só uma, pois era caro e não sabia se ela (a mãe) ia se adaptar. Se tivesse comprado todas, provavelmente ia pegar o estoque da farmácia. Como ia provar que recebi feijões?", questiona.

De acordo com Eliana, o laboratório entrou em contato com ela por e-mail e informou que a referida embalagem, deixada na farmácia, será recolhida no estabelecimento e "entregue na fábrica para ser submetida à análise". Eles informaram, ainda, que "o fato será levado ao conhecimento das autoridades competentes para investigação e apuração de eventuais irregularidades".

A reportagem procurou o laboratório e o dono da farmácia, mas até o momento da publicação do texto não obteve resposta.

Fonte: EM

 

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Medicamentos: notificação de reações adversas sobe 21%

Utentes vão poder utilizar Internet, a partir desta segunda-feira, para notificar novos casos

As suspeitas de reações adversas com medicamentos comunicadas às autoridades aumentaram 21% no ano passado em comparação com 2010, segundo dados oficiais divulgados esta segunda-feira, dia em que os utentes passam a poder notificar novos casos pelo novo portal na Internet - o portal RAM - através do site do Infarmed.

Esta funcionalidade, de acordo com a agência Lusa, vem facilitar a forma de notificação de suspeitas realizada pelos próprios profissionais de saúde.

De acordo com uma nota da Autoridade do Medicamento (Infarmed), em mais de 230 milhões de medicamentos comercializados em Portugal durante o ano de 2011, foram registadas 2.559 notificações de suspeitas de reações adversas, o que representa um acréscimo de 21%.

Este ano, até ao mês de julho, as autoridades registaram já 1.400 notificações de suspeitas de reações adversas com fármacos.

«Este incremento não significa um aumento de casos de reações adversas, mas antes um acréscimo do número de notificações recebidas, dada a maior sensibilidade para identificar e comunicar problemas relacionados com os medicamentos», justifica o Infarmed.

Aliás, a sub-notificação de eventuais reações adversas é considerado um dos problemas no sistema europeu de vigilância de medicamentos.

«O novo portal contribuirá significativamente para o desenvolvimento da base de dados europeia de notificações de suspeitas de reações adversas, refere o comunicado hoje divulgado.

Das 2.559 notificações de suspeitas registadas no ano passado, 1.996 foram classificadas como graves no momento da notificação.

Na maioria dos casos, as suspeitas de reações adversas já são conhecidas e já se encontram até descrita nos folhetos informativos disponibilizados aos utentes e no resumo das características do fármaco ao dispor dos médicos.

Entre 2009 e 2011 foi suspensa a comercialização de oito medicamentos por motivos ligados à vigilância das suas reações adversas.


Fonte: TV24

quarta-feira, 8 de junho de 2011

NOTIVISA - Sistema de Notificações de eventos adversos

[AJUDA AO PROFISSIONAL] - NOTIVISA

O NOTIVISA é um sistema informatizado na plataforma web para receber as notificações de eventos adversos (EA) e queixas técnicas (QT) relacionados com os produtos sob vigilância sanitária, abaixo listados:

* Medicamentos
* Vacinas e Imunoglobulinas;
* Pesquisas Clínicas;
* Artigos Médico-Hospitalares;
* Equipamento Médico-Hospitalar;
* Kit Reagente para Diagnóstico In Vitro;
* Cosméticos, Produtos de Higiene Pessoal ou Perfume;
* Uso de Sangue ou Componentes;
* Saneantes;
* Agrotóxicos;

Poderão utilizar o NOTIVISA os profissionais de saúde liberais ou que trabalhem em alguma instituição. Para  acessar o Sistema, é preciso se cadastrar e selecionar a opção Profissional de Saúde, se for um profissional liberal. Para o profissional de uma instituição/entidade, selecione a opção Instituição/Entidade.

Os usuários cadastrados poderão notificar casos de EA e QT e receberão a confirmação sobre o envio da notificação. Terão acesso à notificação: o notificador, as vigilâncias sanitárias do Município e do Estado e a Anvisa.

O Sistema receberá notificação de casos confirmados ou suspeitos de EA e QT. As notificações enviadas serão mantidas sob sigilo e as informações recebidas servirão para:

* subsidiar o Sistema Nacional de Vigilância Sanitária (SNVS) para identificar reações adversas ou efeitos não-desejados dos produtos;
* aperfeiçoar o conhecimento dos efeitos dos produtos e, quando indicado, alterar recomendações sobre seu uso e cuidados;
* regular os produtos comercializados no País e, de forma geral, promover ações de proteção à Saúde Pública.

Ao receber a notificação, os órgãos integrantes do SNVS analisarão a notificação de acordo com a gravidade e risco do EA ou QT.

Os cidadãos poderão notificar EA e QT por meio dos formulários de notificação.

termos

EVENTOS ADVERSOS (EA) = Entendido como qualquer efeito não desejado, em humanos, decorrente do uso de produtos sob vigilância sanitária.
.
Queixas Técnicas (QT) = Entendida como qualquer notificação de suspeita de alteração/irregularidade de um produto/empresa relacionada a aspectos técnicos ou legais, e que poderá ou não causar dano à saúde individual e coletiva.
.
Para cadastrar no NOTIVISA (Sistema de Notificações em Vigilância Sanitária) = Siga o link: http://www.anvisa.gov.br/hotsite/notivisa/cadastro.htm
.
Formulários = Siga o link: http://www.anvisa.gov.br/hotsite/notivisa/formularios.htm


fonte: http://www.anvisa.gov.br/hotsite/notivisa/apresenta.htm#

quinta-feira, 10 de março de 2011

Consumidor pode avisar sobre efeitos colaterais em medicamentos

Projeto Farmácias Notificadoras oferece aos pacientes informações sobre reações de remédios

Os medicamentos tem objetivo de curar, aliviar sintomas e prevenir doenças, mas em alguns casos os efeitos colaterais são danosos aos pacientes.  Um exemplo são os remédios para emagrecer, em países do primeiro mundo há normas mais rígidas em relação à liberação desse tipo de medicamento. Já no Brasil a venda, apesar de mais rigorosa, ainda continua oferecendo, muitas vezes, riscos para a saúde dos pacientes que utilizam esse tipo de medicamento.

Para auxiliar os pacientes contra risco em consumir determinado medicamento, foi criado o Projeto Farmácias Notificadoras. O projeto pretende ampliar as fontes de notificação de casos suspeitos de efeitos adversos a medicamentos e de queixas técnicas de remédios. O projeto é em parceria com o Centro de Vigilância Sanitária e o Conselho Regional de Farmácia de cada Estado, estimulando o desenvolvimento de ações de saúde em farmácias e drogarias. O paciente que notar algum efeito indesejável em qualquer medicamento pode comunicar a Anvisa.

Para isso, o consumidor não precisa se identificar, basta preencher uma ficha disponível nas Farmácias Notificadoras.
A lista dessas farmácias você acessa clicando aqui.
Para acessar o formulário de queixa, clique aqui.
O Projeto Farmácias Notificadoras também oferece um banco de dados com várias informações sobre medicamentos  e outros produtos relacionados à saúde pública.

fonte: http://eptv.globo.com/noticias/NOT,3,3,339249,Medicamentos+podem+oferecer+riscos+e+efeitos+colaterais.aspx