quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Superbactéria - Informações

Anvisa alerta sobre surto de superbactéria

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) lançou determinação obrigando hospitais a informar às autoridades sanitárias sobre casos de infecções por bactérias. A medida faz parte do Plano Nacional de Microagentes Multirresistentes e, apesar de estar em elaboração desde o início do ano, foi acelerado agora por conta de um surto de bactéria resistente a antibióticos e que tem se espalhado pelo país, tendo casos confirmados pelo Laboratório de Pesquisa de Resistência Bacteriana, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) em João Pessoa, Recife, Vitória, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul.

Em Uberaba, a medida deu visibilidade ao caso da jovem D.A.S., de 16 anos, que veio a óbito no dia 13 de setembro. Ela deu entrada no Hospital e Maternidade São Domingos (HMSD), com quadro avançado de infecção bacteriana, ainda desconhecida. Segundo Gleice Souza Borges, mãe da jovem, que trabalhava no Probem, D.A.S. apresentou problemas estomacais em abril deste ano e foi levada à unidade de saúde no bairro Abadia, onde morava. Sem proceder com exames, apenas com questionário verbal, o médico diagnosticou gravidez e liberou a jovem, que continuou piorando. Após atacar estômago, intestino e fígado, a bactéria paralisou os rins de D.A.S., que precisou submeter-se a sessões de hemodiálise.
A jovem chegou a apresentar alguma melhora quando a equipe que a atendia no HMSD diagnosticou problemas no pulmão que impediam a respiração.

Além disso, de acordo com Gleice Souza, a jovem ainda sofreu da síndrome de Guillain-Barré, uma desordem na qual o sistema imunológico do corpo ataca parte do sistema nervoso e paralisa os músculos. D.A.S. perdeu todos os movimentos do corpo e chegou a passar por uma cirurgia, mas não resistiu à bactéria e faleceu. “Não foi infecção hospitalar, pois ela já estava doente antes de ser levada ao hospital. O mais estranho é que ela trabalhava pelo Probem e um dia voltou da rua passando mal do estômago. Cheguei a pensar que minha filha pudesse ter comido algo que lhe fez mal, mas ela disse que não havia comido nada, e realmente não tinha esse costume. Só que aconteceu esse problema e até agora não sabem qual é a causa”, esclarece Gleice. Ainda segundo a dona-de-casa, os médicos coletaram materiais de D.A.S. para a realização de exames que identifiquem a bactéria, mas até o momento não obtiveram resposta.

Nem a Gerência Regional de Saúde e a Secretaria Municipal de Saúde foram informados sobre o caso. A reportagem entrou em contato com o Hospital São Domingos e até o fechamento desta edição a instituição ainda não havia se manifestado.


MP fiscaliza hospital e aponta problemas. Falta de Farmacêutico é um.

Promotoria da Saúde detecta problemas em hospital infantil de João Pessoa

A Promotoria de Defesa dos Direitos da Saúde de João realizou, nesta quinta-feira (7), uma inspeção no Hospital Assistência Médica Infantil da Paraíba (Amip) e detectou alguns problemas.

Segundo o promotor João Geraldo Barbosa, a farmácia central do hospital não possui climatização adequada para o acondicionamento da medicação e também não possui técnico farmacêutico como responsável.

Além disso, algumas crianças internas trajavam roupas próprias em vez da hospitalar. O Amip é um hospital privado que dispõe de quatro leitos credenciados pelo Sistema Único de Saúde.

A inspeção foi realizada com o apoio de representantes dos Conselhos Regionais de Medicina, Enfermagem, Fisioterapia, Odontologia, Serviço Social, Psicologia, Arquitetura e Engenharia e Farmácia, além dos profissionais da Vigilância Sanitária do Estado e do Município e do Corpo de Bombeiros.

O promotor João Geraldo informou que a direção do hospital se comprometeu a climatizar a farmácia, contratar profissional farmacêutico e contactar a responsável pela unidade onde foram encontradas crianças sem roupa hospitalar para corrigir o problema.

Estrutura

João Geraldo Barbosa ressaltou que, de todas as unidades inspecionadas até o momento, o Amip foi o que apresentou, numa avaliação imediata, menos irregularidades. “Isso se constata pelas informações prestadas pelos conselhos e órgãos que acompanharam”, disse.

O promotor informou ainda que o hospital que estão sendo realizadas reformas estruturais modernas, com equipamentos e instrumentais novos para hemodiálise. “O setor de Nefrologia está muito bem organizado, sendo reconhecido pelo CRM como adequado para o atendimento médico-hospitalar exigido e está em processo de credenciamento pelo SUS. Já o Setor de Radiologia funciona a contento com proteção para o profissional, acompanhante e paciente”, explicou o promotor.

Da Ascom do MPPB

fonte: http://www.pbagora.com.br/conteudo.php?id=20101008073356&cat=paraiba&keys=promotoria-saude-detecta-problemas-hospital-infantil-joao-pessoa

Pramil pode provocar decepação de pênis.

Pramil pode provocar decepação de pênis, diz delegado da ANVISA

Quinta, 14 de Outubro de 2010 - 17:04

Adilson Bezerra em entrevista concedida à Transamérica Hits
O delegado Adilson Bezerra da delegacia da agencia Nacional de vigilância sanitária, denuncia que o uso do Pramil procedente do Paraguai, pode causar uma doença chamada de Preapismo, que pode levar a problemas na cavidade do Pênis e levar a decepação.
Ouça entrevista do delegado concedida ao programa Transnotícias quando participou de seminário promovido pelos conselhos regional e federal de farmácia que reuniu mais de 200 famaceúticos na sede da câmara de vereadores em Campo Grande, para detectar remédios falsificados, e clandestinos vendidos em farmácias e drogarias de todo o Brasil.  Ouça as orientações de Adilson Bezerra pela Transamérica Hits.
Atenção: Para ouvir a entrevista na íntegra, clique no link abaixo.

Fonte: http://www.acritica.net/index.php?conteudo=Noticias&id=23883

Rastreabilidade - Selo contra falsificação

Rastreabilidade - Selo contra falsificação

A partir de 2011, as caixas de medicamentos terão um selo de segurança para combater a falsificação e contrabando dos produtos. A autenticidade poderá ser verificada por meio de um equipamento de leitura ótica que deverá ser instalado em todas as farmácias e drogarias do país também no ano que vem.

A medida foi anunciada pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) diante do crescente aumento da apreensão de medicamentos falsificados ou contrabandeados. Só em 2010, de janeiro a setembro, foram encontrados 53.575 produtos nessa situação. A implantação do selo de autenticidade será gradual: começará no ano que vem e terminará em 2012.

A ideia é que cada caixa de medicamento tenha um número único, que permitirá que ela seja rastreada pelos órgãos de fiscalização. As máquinas de leitura ótica serão fornecidas às farmácias e drogarias pela Casa da Moeda. Já o selo custará pelo menos R$ 0,07 por unidade, sem contar os impostos estaduais.

(Fonte: Folha.com)

fonte: http://tribunadonorte.com.br/noticia/selo-contra-falsificacao/162330

Falsificação - Medicamento falsificado na farmácia do aeroporto de Viracopos

PF apreende medicação falsificada em farmácia de Viracopos 

11 de outubro de 2010 21h42


Rose Mary de Souza - Direto de Campinas
Uma operação da Polícia Federal e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) prendeu em flagrante o dono de uma farmácia instalada no saguão do Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas, e apreendeu anabolizantes, medicamentos controlados e contra disfunção erétil falsificados, nesta segunda-feira. O local foi lacrado.
A operação em conjunta localizou caixas de outros produtos contendo cartelas intactas de Viagra e Cialis falsificados, além de outros medicamentos contrabandeados como Centrum, Pramil e Winston.
A Anvisa localizou lotes de remédios de uso controlado como antidepressivos, não autorizados parescibna venda no local. Escondida no forro do estabelecimento, a equipe de fiscalização achou uma caixa contendo medicamento para emagrecimento Sibutramina e ainda Deca Durabolin e Hemogenin.
O proprietário do local, que não teve o nome divulgado, foi encaminhado a cadeia anexa ao 2º Distrito Policial, em Campinas. De acordo com a Policia Federal, se condenado, o acusado pode pegar até 15 anos de detenção, além do pagamento de multas por falsificação, corrupção, adulteração ou alteração de produto destinado a saúde.
A Anvisa deve pedir a Infraero (Empresa de Infraestrutura Aeroportuária) , responsável pelos aeroportos brasileiros, a cassação da licença do comerciante.