segunda-feira, 1 de abril de 2013

Nota Técnica sobre a versão 2.0 do SNGPC.

lnk: http://www.anvisa.gov.br/sngpc/documentos%202013/Nota_Tecnica_SNGPC_2%200.pdf

Orientações de procedimentos relativos ao início da escrituração dos medicamentos à base de substâncias classificadas comoantimicrobianos, de uso sob prescrição,isoladas ou em associaçãoe medicamentos sujeitos ao controle especial na versão 2.0 do SNGPC

* O SNGPC ficará fora do ar a partir do dia 15/04/2013 e terá seu acesso retomado no dia 16/04/2013 na sua nova versão.

* A partir do dia 16 de abril de 2013, a única opção disponível no menu do SNGPC parafarmacêuticos responsáveis técnicos será FINALIZAR INVENTÁRIO, com o motivo “finalização periódica por determinação da autoridade sanitária”

*Os RTs dos estabelecimentosdeverão realizar a finalização do inventário referente à antiga versão do SNGPC para iniciar os trabalhos com a versão 2.0 do sistema.
*Após esta finalização obrigatória, os estabelecimentos estarão aptos a confirmar seu novo inventário, que deverá conter tanto os medicamentos sujeitos a controle especialpela Portaria nº 344/98 quanto os antimicrobianos previstos na RDC nº 20/2011.

Lembramos que a partir deste momento a confirmação de inventário inicial será feita através de envios de arquivo “XML -inventário”, informandoo estoque físico de medicamentosreferente ao dia 16 de abril de 2013.Caso não seja possível realizar a transmissão do XML -inventário no dia 16/04/2013, ele poderá ser transmitido em atéseis (6)dias subsequentes, uma vez que a data do inventário pode ser correspondente a até sete (7)dias anteriores à data da transmissão do arquivo XML -inventário, evitando que o estabelecimento farmacêutico fique com um intervalo no envio de suas transmissões entre a finalização e a confirmação de um novo inventário.
Caso no momento da finalização obrigatóriao estabelecimento possua períodos em atraso,os dados de escrituração deste período não poderão ser enviados ao SNGPC. Neste caso, deveser feita a escrituração de forma manual ou internamente, no sistema informatizado da farmácia ou drogaria e mesma deverá ser mantido por até dois (2) anos para efeitos de fiscalização da autoridade sanitária

Medicamento Genérico - Consumidor tem medo de trocar

31 de março de 2013 (domingo)
 
Uma maior penetração dos medicamentos genéricos no mercado depende de mais divulgação e informação para a classe médica. Para a presidente do Conselho Regional de Farmácia (CRF), Ernestina Rocha, isso é uma questão de cultura. “O consumidor acredita que a marca referência tem maior eficácia, quando o genérico passou pelos mesmos testes e oferece as mesmas garantias”, afirma.
Na opinião de Ernestina, é apenas uma questão de tempo, com divulgação e demonstração desses produtos junto aos profissionais, a maior penetração dos genéricos. Ela garante que os farmacêuticos já informam ao consumidor a alternativa do genérico, mas só podem fazer a troca se ele autorizar, de acordo com a Lei da Intercambialidade. “O problema é que o paciente que chega com o remédio prescrito tem medo de mudar, comprometer o tratamento e ser questionado pelo médico”, lembra.

Qualidade
O presidente do Conselho Regional de Medicina de Goiás (Cremego), Salomão Rodrigues Filho, reconhece que o genérico ainda não ganhou totalmente a confiabilidade da classe. Para ele, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) deveria divulgar para os médicos os resultados das avaliações de qualidade que faz sobre os medicamentos genéricos, a fim de aumentar a confiança destes profissionais.
Segundo Salomão Rodrigues, pela lei dos medicamentos, há uma lista de exigências a serem cumpridas pelos medicamento de marca, por isso há naturalmente uma maior confiabilidade neles do que nos genéricos.
Para o presidente do Cremego, o Brasil deveria seguir o exemplo do Food and Drug Administration (FDA), órgão americano responsável pelo controle de medicamentos e que sempre recolhe amostras nas farmácias para fazer o controle de qualidade. Ele lembrou que uma pesquisa feita pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) apontou menor concentração de princípios ativos num determinado antibiótico genérico em relação ao de marca.
“Esses laboratórios também precisam orientar melhor os médicos, mas através de dados da Anvisa que tragam mais credibilidade para esses medicamentos”, alerta.

Fonte: O Popular

Homem é preso após se fingir de médico e farmacêutico

Os pacientes eram induzidos a pagar altas somas em dinheiro por tratamentos de saúde – arte: Henrique Xavier
Os pacientes eram induzidos a pagar altas somas em dinheiro por tratamentos de saúde – arte: Henrique Xavier
Policiais do 11º Distrito Integrado de Polícia (DIP) cumpriram mandado de prisão de um homem que se passava por e atendia adultos e crianças em vários locais da cidade.

Segundo os investigadores, Luis Fernando Reis Lozano também é suspeito de manipular medicamentos para vender, se passando ainda como farmacêutico.

A delegada titular do 11º DIP, Tatiana Feijó, disse que os pacientes eram induzidos a pagar altas somas em dinheiro por tratamentos de saúde que garantiriam a aposentadoria precoce ou a inclusão de seus nomes em bolsas de auxílio social.

“Após algumas denúncias, obtivemos o mandado de prisão. Cinco pessoas vítimas do esquema reconheceram o falso médico”, disse a delegada.
Fonte: Em tempo

UPS paga 40 milhões para evitar julgamento por transporte de medicamentos ilegais

A empresa de correio expresso UPS acordou pagar 40 milhões de dólares (31,2 milhões de euros) para evitar ir a tribunal pela entrega de medicamentos em nome de farmácias online ilegais, avança o semanário SOL.

O acordo, que evita o julgamento do caso, obriga ainda a multinacional norte-americana a implementar um programa de regras de cumprimento das regras do sector.

O Departamento de Justiça dos EUA levou a cabo uma investigação em que provou que a UPS fez o transporte e entrega de medicamentos em nome de farmácias na Internet que distribuíam substâncias controladas e sujeitas a receita, sem que as mesmas fossem suportadas por prescrições médicas válidas.

Apesar de ter sido alertada pelos próprios funcionários de que estes transportes estavam a ser feitos, a UPS "não implementou medidas para fechar as contas das farmácias da Internet", sublinhou o Departamento de Justiça num comunicado citado pela AFP.

"Estamos satisfeitos com os passos que a UPS deu no sentido de acabar com os serviços de transporte prestados a farmácias online ilegais", afirmou a procuradora Melinda Haag no mesmo documento.

"Temos esperança de que este exemplo dado pela UPS através do programa de novas regras de cumprimento dos preceitos legais possa estabelecer o paradigma de comportamento para o resto da indústria de transportes de correio".

Os responsáveis da UPS questionaram o estatuto das farmácias "online" enquanto negócios legais em meados dos anos 2000, mas continuaram a aceitar os seus serviços mesmo depois destas terem sido denunciadas como problemáticas ou até ilegais, ainda segundo o comunicado divulgado pelo Departamento de Justiça.

Susan Rosenberg, directora de comunicação da UPS, declarou que a empresa tem cooperado totalmente com a investigação, iniciada em 2007.

"A UPS, enquanto líder nesta indústria, assume as suas responsabilidades e desempenha o seu papel para resolver o problema das farmácias ilegais na Internet", afirmou Rosenberg, citada pela AFP.

O Departamento de Justiça tem também em curso uma investigação à rival norte-americana da UPS, a FedEx, que no passado dia 21 manifestou publicamente estar a "cooperar com a investigação".

"Acreditamos que não nos envolvemos em quaisquer actividades ilegais e temos a intenção de nos defendermos com vigor em qualquer acção que possa resultar da investigação", afirmou ainda a multinacional.

Fonte: RCM

Cuidados diários e medicamentos ajudam a tratar acne interna

Vilã declarada da beleza de homens e mulheres, a acne tira o sono de jovens e adultos, mesmo quando não está tão aparente. Chamada de “nódulo-cística”, ou simplesmente de espinha interna, ela costuma se formar debaixo da pele, demorando a sair e causando dores e desconfortos maiores do que a do tipo externa.

Para dar fim a elas, além de evitar espremê-las a todo custo, principalmente para não ter de lidar com marcas e até cicatrizes no rosto, saber o que pode e, sobretudo, não deve ser feito para combater o problema é fundamental.

“Toda a acne é uma inflamação que resulta da produção excessiva das glândulas sebáceas. Com esse acúmulo, os poros acabam se obstruindo e a secreção (pus) fica retida”, explica Miriam Sabino de Oliveira, dermatologista da clínica Miriam Sabino, de São Paulo.

O que fazer
Bastante comum nas pessoas com idade entre 14 e 22 anos, por razões hormonais e devido à hiperestimulação das glândulas sebáceas, as espinhas internas podem ser combatidas com medidas simples. A primeira delas é lavar o rosto com água morna e sabonete específico para cada tipo de cútis, três vezes ao dia.  Além disso, vale a pena apostar no uso diário do filtro solar e de cremes que controlam a oleosidade cutânea, assim como evitar o consumo de alimentos gordurosos. 

“Dependendo de sua gravidade, a acne interna também exige o uso de antibióticos, medicamentos de uso tópico e até mesmo componentes mais fortes, como a isotretinoína (uma das substâncias mais eficientes no tratamento)”, afirma Anderson Bertolini, dermatologista da Clínica Bertolini, de São Paulo. No entanto, vale ressaltar que esses itens não devem ser tomados por conta própria, mas, sim, receitados por dermatologistas.


O que não fazer
Alguns erros no tratamento de espinhas internas são bastante comuns. Entre os mais cometidos estão as tradicionais compressas de algodão com água quente, que podem, ao contrário do que se imagina, piorar a situação por causar a vasodilatação. 

Ferver um pouco de água para permitir que o vapor entre em contato com o rosto também é um dos meios escolhidos no combate à acne. No entanto, diferentemente do que possa parecer, o método não ajudará a espinha interna a sair e secar, mesmo abrindo os poros da pele.

Já a esfoliação, bastante indicada quando o assunto é espinhas, pode ser feita, mas apenas para prevenir o surgimento das famosas marquinhas. 

 
Agência Hélice
Terra

Fonte: Terra