sexta-feira, 26 de abril de 2013

Polícia Militar apreende remédios em porta-malas de carro

Motorista afirmou ser revendedor de remédios. Ele foi levado até a Polícia Federal

25 de Abril de 2013 11h53
Amanda Garcia Ludwig - amanda.garcia@engeplus.com.br








A Polícia Militar de Criciúma apreendeu diversos tipos de medicamentos em um Ford Fiesta na manhã desta quinta-feira. Por volta das 10 horas os policiais realizavam rondas pelo bairro Pinheirinho, em Criciúma, quando avistaram um homem de 51 anos em atitude suspeita, conversando com caminhoneiros em uma revenda de carros do bairro.

No momento da abordagem, o homem não estava vendendo os medicamentos. Ele afirma ser revendedor de remédios, e por isso a grande quantidade estava no porta-malas do carro. Foram apreendidos diversos medicamentos de tarja preta. Ele foi levado inicialmente à Polícia Civil e depois à Polícia Federal. Os remédios seriam levados à Vigilância Sanitária para iniciar a investigação sobre sua procedência. A Polícia Federal investigará se são oriundos de contrabando ou descaminho.

Fonte: Engeplus



A globalização do setor farmacêutico em Goiás

Diário da Manhã
Salatiel Soares Correia
 
Quando ainda exercia a docência universitária, a matéria que mais me motivava ministrar era Planejamento Estratégico. Tinha por hábito enviar meus alunos para o trabalho de campo nas diversas empresas da capital. No final do semestre, promovíamos um amplo debate, alimentado pelos estudos de caso que as pesquisas dos alunos orientados por este escriba proporcionavam.

Lembro-me de que, em um desses seminários, um grupo de estudantes apresentou um interessante trabalho a respeito de uma importante empresa goiana do setor farmacêutico. Para evitarmos os inconvenientes da exposição pública, chamemos essa empresa – uma rede de farmácias – de X.

A empresa X, tipicamente familiar, funcionava amadoristicamente numa época de elevada inflação. Os donos simplesmente não se entendiam uns com os outros. Inexistia uma estrutura organizacional.

Ferramentas típicas de gestões mais elevadas, como é o caso do Planejamento Estratégico, eram completamente desconsideradas. Enfim, a empresa X era a face mais visível de como eram tocadas as diversas empresas eminentemente goianas numa época em que inexistia a competição: desprofissionalizadas, eram geridas de modo bastante amador.

Com isso, a empresa reagia passivamente e não proativamente. Ou seja: ela era incapaz de prever o que poderia acontecer no seu ambiente externo, para se adequar às mudanças ambientais. Além disso, os donos do empreendimento era turrões no tocante às necessárias mudanças que deveriam ser implementadas para que a empresa pudesse continuar a sobreviver no negócio.  “A coisa sempre funcionou assim. Assim sempre ganhei dinheiro. Não vou mudar.”

No final do semestre, após a exposição do grupo que pesquisou a empresa X, sentenciei: essa empresa está à beira da falência, e o dono nem percebe isso. Passaram-se quinze anos desde que fiz essa previsão, e não deu outra: hoje, a então a poderosa rede de farmácias não passa de um retrato na parede. Seus proprietários estão literalmente falidos.

Os motivos da falência foram vários. Entre os mais importantes, vale ressaltar um: a queda da inflação. A empresa, embora tocada por uma gestão amadora, gerava receitas irreais, advindas da inflação. Com o controle desta, para continuar a sobreviver no negócio, a organização necessitava ter impregnado em sua cultura elevados conceitos de gestão. Conceitos que ela, ao longo de sua existência, desconsiderara. Assim, de uma hora para outra, a estrutura desmoronou como um castelo de areia.

Foi-se embora aquele tempo em que o farmacêutico tinha uma relação íntima com o cliente, a ponto de, sem ser médico, receitar, de cabeça, o remédio para sua doença. Acabou-se o tempo em que as farmácias eram um negócio que passava de pai para filho.  Para se sobreviver neste mundo globalizado, é necessário percepção, agilidade para continuamente mudar e impessoalidade. Uma postura profissional, léguas distante das relações paroquiais que caracterizavam os grupos familiares como os aqui outrora existentes.

Creiam: diversos grupos goianos que, como a empresa X, por anos funcionaram sem levar em conta os conhecimentos de gestão, estão hoje sendo simplesmente engolidos pelos grandes conglomerados farmacêuticos que aportam por aqui. É o preço que pagam por terem, ao longo de sua existência, desprezado os imprescindíveis conhecimentos de administração inerentes às empresas feitas para durar.

(Salatiel Soares Correia, engenheiro, bacharel em Administração de Empresas e mestre em Planejamento. É autor, entre outros, do livro Goiás, a Globalização e o Futuro)

Fonte: DM

quinta-feira, 25 de abril de 2013

ANVISA - Informe sobre Medicamento de Referência.

Informativo - Medicamentos de Referência

6 de dezembro de 2012
ASSUNTO: NOTA DE ESCLARECIMENTOS REFERENTE A LISTA DE MEDICAMENTO DE REFERÊNCIA E APLICAÇÃO DA RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA –RDC 35/2012

1- A Anvisa, nesse momento, faz uma avaliação geral nos critérios de eleição e manutenção do medicamento com status de referência. O objetivo é estabelecer melhor definição, segurança e robustez dos critérios de eleição do medicamento ao status de referência. Portanto, informamos que lista de medicamento de referência ainda está em fase de validação e que a lista, atualmente, disponibilizada no site não é definitiva;

2- Os medicamentos retirados serão avaliados seguindo os critérios estabelecidos na RDC 35/2012 e poderão retornar ao status de medicamento de referência;

3- Esclarecemos que a retiradas, nesse momento, de alguns os medicamentos  da lista de referência, NÃO foi motivada por ausência de qualidade e comprovação de ineficácia terapêutica;

4- O prazo para a apresentação do recurso solicitando a permanência na lista de referência foi prorrogado. Os interessados deverão protocolar até 22/02/2013 e direcioná-lo  a Gerência Geral de Medicamentos – Comissão de Medicamentos de Referência.

Fonte: ANVISA

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Antimicrobianos fracionáveis

Tópico a parte que mais dá discussão nesses treinamentos, pois é bastante polêmico.

Antimicrobianos fracionáveis, NÃO DEVEM ser lançados no SNGPC.
Como assim?
É verdade senhores, está sendo tratado pela ANVISA como inconsistência.

Quer dizer que não tem controle?
Tem sim.
É preciso fazer a impressão das movimentações bem como anexar as Notas Fiscais de compra e receitas para saída. Arquivá-las.

Fracionamento de Injetáveis

Pode fracionar injetáveis?

A Portaria 344/98 diz que não.
O SNGPC NÃO permite isso.
Então, o que fazer?

Se o prescritor passar apenas 2 ampolas, se a caixa possui apresentação com 5?
A melhor sugestão a fazer, entrar em contato com a VISA local ou a que atende a empresa.
Pois há informação que algumas VISAS trabalham da seguinte forma:
Trata como sendo uma inconistência, pois existe protocolos médicos para prescrição de apenas 2 ampolas.
Por tratar-se de inconsistência, controle feito a parte onde se anexa Nota fiscal de entrada, receita para saída e impressão do relatório de movimentação.

Mas a melhor sugestão, como foi dada... Entre em contato com a VISA local ou Estadual.

Benzetacil possui apresentações fracionáveis.