quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Superbactéria NDM-1 é confirmada no Japão

Superbactéria NDM-1 é confirmada no Japão

Homem de 50 anos foi hospitalizado em maio, após fazer uma viagem para a Índia



Agência Estado
SÃO PAULO - A enzima NDM-1, que pode tornar as bactérias resistentes à maior parte dos antibióticos, foi confirmada pela primeira vez no Japão. A NDM-1, cujo nome é Nova Délhi metalo-lactamase-1, foi encontrada no corpo de um paciente do Hospital Dokkyo, em Tochigi.

O homem, de 50 anos, foi hospitalizado em maio, após uma viagem à Índia. A superbactéria com a enzima NDM-1 já havia sido detectada na Índia, nos Estados Unidos e na Europa. O contágio ocorre em ambientes hospitalares e entre indivíduos. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,superbacteria-ndm-1-e-confirmada-no-japao,606863,0.htm

ANVISA - Indústria farmacêutica quer barrar selo de medicamentos

Guilherme Barros: Indústria farmacêutica quer barrar selo de medicamentos da Anvisa
02/09/2010 - Portal IG

Jornalista: Cristiano Zaia
Um grupo de empresários de laboratórios farmacêuticos vem tentando impedir, junto ao governo, que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) lance um selo para rastrear e autenticar medicamentos no Brasil. Os executivos já se encontraram com o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic), Miguel Jorge, e agendaram visita á ministra-chefe da Casa Civil, Erenice Guerra.

Segundo eles, este selo, que será impresso pela Casa da Moeda, encareceria em até 50% o preço final dos remédios e, mesmo com fins de segurança não seria um mecanismo capaz de evitar a pirataria no setor.

Conforme cálculos feitos pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (Cmed) a pedido da Anvisa, o impacto final sobre o valor dos medicamentos seria inferior a 1%. A agência responde que é obrigada pela Lei 11.903/2009 a cumprir o lançamento do instrumento de segurança em questão.

Os embates residem no fato de que, enquanto o setor produtivo quer imprimir o selo direto na embalagem, a Anvisa quer exigir dessas empresas que a impressão do selo seja junto com o código da Casa da Moeda.

Para valer e ser lançado, o selo depende de uma instrução normativa que, segundo a Anvisa informou, deve sair dentro de semanas, independente das pressões do empresariado do segmento
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Jornalista: Cristiano Zaia

fonte: http://www.sincofago.com.br/sincofago/noticias.asp?id=816

Sindicato - Após campanha de motivação, denúncias começam a aparecer

 Campanha Deflagrada pelo Sinfar-GO Suscita Denúncias e Reações Positivas por Parte de Farmacêuticos

E-mails enviados pelo Sinfar-GO nas últimas semanas começam a motivar Farmacêuticos a denunciar práticas irregulares que envolvem a exploração dos serviços farmacêuticos.

Vários farmacêuticos tem comparecido a sede do Sinfar-GO para buscar orientação e expor situações absurdas e ultrajantes a que são submetidos em seus locais de trabalho.

Rede de drogarias será denunciada no Ministério Público por submeter farmacêuticos a situação vexatória e farmacêuticos farão questão de testemunhar e depôr os fatos ocorridos na mesma.

Felizes com a postura assumida pelo Sindicato, os Farmacêuticos não param de enviar mensagens de elogio e pedidos para que a entidade continue esta campanha por uma profissão mais digna e valorizada.

Vejam alguns trechos de mensagens enviadas:

O Sinfar demonstra coragem e firmeza ao tratar de fatos que todos sabem, mas nunca tiveram coragem de falar”.

“Só uma entidade com a postura do Sinfar para “colocar o dedo na ferida” e expor situações que muitas de nossas entidades não tiveram a devida coragem para combater e abordar”.

Até que enfim alguém resolveu falar sobre estas poucas vergonhas”. Durante anos a classe farmacêutica vem sendo humilhada e submetida a condições de trabalho vergonhosas e ninguém tomava providências”.

Sindicato, não pare, contamos com Vocês”.

Desde que começamos a enviar os textos abordando o problema dos “contratos de gaveta”, desrespeito ao piso salarial e a prática de aluguel do nome, o Sinfar-GO recebeu mais de 110 e-mails, inclusive de outros Estados. Em sua maioria são Farmacêuticos que elogiam a postura do Sinfar.

Chamou a atenção, a quantidade de e-mails enviados da cidade de Anápolis. Nas denúncias farmacêuticos relatam que boa parte das drogarias de Anápolis são desassistidas pelos responsáveis técnicos que em sua maioria trabalham nas indústrias farmacêuticas do DAIA. Colegas farmacêuticos relatam não conseguir emprego e/ou salário compatível com o Piso Salarial porque outros profissionais estariam preenchendo tais vagas de trabalho por salários baixissimos.

O Sinfar já se comprometeu a encaminhar tais denúncias às autoridades competentes para investigação e punição em caso de constatação de irregularidades.

Mais uma vez o Sinfar-GO solicita aos Farmacêuticos que continuem a denunciar e municiar o Sindicato de informações capazes de fornecer subsidio para punição daqueles que exploram indevidamente a nossa profissão.

NÃO ACEITEM SALÁRIO ABAIXO DO PISO SALARIAL DA CATEGORIA!

NÃO ALUGUE O SEU NOME!

DENUNCIE AO SINFAR-GO AS IRREGULARIDADES!

VAMOS COMBATER A CONCORRÊNCIA PREDATÓRIA NO MERCADO FARMACÊUTICO. 
fonte: Newsletter do SINFAR-GO

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Promoção - Sorteio de Pin Farmacêutico

Estou pretendendo sortear um Pin de Farmacêutico.
É da cor dourada.
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Porém só para os que estiverem seguindo o Blog da Comunidade Farmácia Brasileira.
No link:
http://comunidadefarmciabrasileira.blogspot.com/
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Farei o sorteio dia 13 de setembro de 2010.

'Farmacinha' em casa, é sinônimo de perigo!

'Farmacinha' é sinônimo de perigo

Michelly Cyrillo
Do Diário do Grande ABC

A farmacinha que muitas pessoas têm em casa é considerada uma bomba para os especialistas. Mesmo um simples analgésico pode causar sérios danos à saúde ou mascarar problemas graves, como aneurisma. Medicamentos que antes eram expostos nas lojas em prateleiras e gôndolas estão agora atrás do balcão para evitar ou inibir a automedicação. Mas, mesmo dificultando o acesso, estes remédios são os campeões de vendas.

A caixinha com analgésicos, anti-inflamatórios, antibióticos, antiácido não é aprovada pelos profissionais da Saúde. "A pessoa deve tomar o remédio sempre após consultar o médico. As pessoas têm a ilusão de que os remédios que não precisam de receita médica não fazem mal. Mas todo medicamento é perigoso. Por isso, somos a favor da determinação da Anvisa de não permitir o acesso direto do consumidor a estes produtos", disse o presidente da Sincofarma ABC (Sindicato do Comércio Varejista de Produtos Farmacêuticos), Clóvis Parreiro Pimentel.

O cardiologista e professor da FMABC (Faculdade de Medicina do ABC) José Luis Aviz afirma que a automedicação é perigosa e pode trazer sérios danos à saúde.

"Um antiácido, por exemplo, muda a acidez do estômago. Se a pessoa toma outras medicações, essa acidez modificada do órgão mudará a absorção do outro remédio no organismo. Já o anti-inflamatório sobe a pressão. Se a pessoa tiver pressão alta pode ter sérios problemas. A dipirona pode trazer problemas na medula, e um analgésico pode estar mascarando um aneurisma. Todo remédio tem efeitos colaterais, por isso é necessário consultar um médico. O profissional irá orientar o paciente corretamente."

A gerente de vendas Lucia Santoro Almeida, 32 anos, conta que tem sempre um medicamento para emergências. "Desde que tive filhos sempre tenho uma caixinha com tudo, desde remédio para febre até antibióticos. Todo mundo têm farmacinha para esses casos."

"Tenho tendinite, já fui ao médico e sei qual remédio tenho que tomar. Por isso, já compro direto", disse o vendedor Vitor Capriciano, 28.
Valter Luiz Vendramine, 52, está há mais de 30 anos no ramo e afirmou que esses medicamentos sempre são consumidos. "É venda garantida, mesmo atrás do balcão as pessoas levam. O cliente que vem com receita para outro medicamento sempre leva dipirona, analgésico. Há ainda aqueles que vêm para comprar apenas estes itens." Nas 32 unidades visitadas pelo Diário, a resposta foi a mesma em relação ao consumo destes medicamentos.
REGRAS
Desde fevereiro, as farmácias têm de respeitar as regras da resolução 44 da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) que visa combater a automedicação. A resolução determina que os remédios sem prescrição médica fiquem atrás do balcão. Os estabelecimentos que descumprirem a norma podem pagar multas de R$ 2.000 até R$ 1,5 milhão, ter a mercadoria apreendida e o cancelamento do alvará de funcionamento.

A fiscalização é feita por meio de visitas de agentes da Anvisa ou da Vigilância Sanitária. Todas as unidades visitadas pelo Diário estavam com os medicamentos corretamente armazenados.

As prefeituras informaram que não há periodicidade nas visitas, e que os agentes também avaliam outros itens, como o período de vencimento dos remédios e até se a prateleira está limpa. Nenhuma administração soube informar quantos estabelecimentos descumpriram a medida.

Farmácia mais antiga de S.Bernardo ainda usa caderneta

A família Plenamente trabalha há 51 anos na farmácia Anchieta, mais antiga de São Bernardo. Localizada na Rua Marechal Deodoro, no Centro, o estabelecimento ainda trabalha com cadernetas para manter a clientela fiel.

O farmacêutico Sergio Plenamente Junior relembra a história do comércio. "Meu pai abriu a farmácia e crescemos aqui. Depois eu e meus irmãos nos formamos em Farmácia e tocamos o comércio. Tem clientes que conheço desde criança. O meu pai faleceu há exatamente um ano."

A antiga caderneta é item que, segundo o farmacêutico, ajuda a manter a clientela. "Temos clientes fiéis e antigos e por isso trabalhamos ainda com as cadernetas. É uma relação de confiança e amizade que temos. E todos pagam direitinho. Vou marcando na agenda os produtos comprados."

O comerciante Clóvis Ferreira de Barros, 53 anos compra pela caderneta desde que chegou em São Bernardo, em 1991. "As vezes estamos sem dinheiro, e começamos a anotar e pagar no fim do mês. É um diferencial desta farmácia, porque no mundo de hoje confiar é arriscado. Mas aqui o cliente vira amigo, eles são ótimos comerciantes", elogia.

Além da caderneta, a atenção que os profissionais dedicam aos clientes é outro ponto forte. "Eles são atenciosos, explicam tudo direitinho, e acabam virando nossos amigos", disse a dona de casa Maria Lucia Costa, 45 anos.

fonte: http://www.dgabc.com.br/News/5829304/farmacinha-e-sinonimo-de-perigo.aspx